{"id":1682,"date":"2012-10-28T22:56:02","date_gmt":"2012-10-28T22:56:02","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1682"},"modified":"2012-10-28T22:56:02","modified_gmt":"2012-10-28T22:56:02","slug":"para-avancar-e-necessaria-a-organizacao-social-e-a-contestacao-elevada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1682","title":{"rendered":"\u201cPara avan\u00e7ar \u00e9 necess\u00e1ria a organiza\u00e7\u00e3o social e a contesta\u00e7\u00e3o elevada\u201d"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/jornalismoB.jpg\" title=\"Jornalismo B \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o impressa quinzenal e um blog de excelente n\u00edvel cr\u00edtico editado por Alexandre Haubrich.  - Foto:catarse\" alt=\"Jornalismo B \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o impressa quinzenal e um blog de excelente n\u00edvel cr\u00edtico editado por Alexandre Haubrich.  - Foto:catarse\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Jornalismo B \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o impressa quinzenal e um blog de excelente n\u00edvel cr\u00edtico editado por Alexandre Haubrich. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:catarse<\/small><\/figure>\n<p><em>Alexandre Haubrich<\/em>, editor do Jornalismo B (www.jornalismob.wordpress.com), me entrevistou para a edi&ccedil;&atilde;o n&uacute;mero 47 (2&ordf; metade de outubro de 2012) de seu quinzen&aacute;rio impresso. Reproduzo aqui, com sua autoriza&ccedil;&atilde;o, o conte&uacute;do da entrevista. <\/p>\n<p>No &uacute;ltimo dia 7 de outubro tivemos elei&ccedil;&otilde;es municipais em todo o Brasil. As avalia&ccedil;&otilde;es dos resultados t&ecirc;m sido as mais distintas, de acordo com as perspectivas abordadas. <em>Bruno Lima Rocha<\/em>, cientista pol&iacute;tico e professor da Unisinos, jornalista e editor do portal Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise (www.estrategiaeanalise.com.br), falou com exclusividade ao Jornalismo B sobre os resultados gerais e sobre alguns casos espec&iacute;ficos, como Porto Alegre, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo e Salvador.<\/p>\n<p>Jornalismo B &ndash; Que partido, na tua avalia&ccedil;&atilde;o, foi o grande vencedor da elei&ccedil;&atilde;o, com os resultados de primeiro turno?<\/p>\n<p>Bruno Lima Rocha &ndash; Podemos compreender duas legendas vitoriosas.  Uma destas, como vem sendo afirmado no lugar comum difundido pelos analistas pol&iacute;ticos, foi o PSB. Com importantes vit&oacute;rias, se cacifa para ser aliado preferencial para a corrida presidencial de 2014, al&eacute;m de ao amea&ccedil;ar o desembarque do governo, torna-se uma perda (hipot&eacute;tica) mais valiosa. Outro vitorioso, como partido, foi o PSOL. N&atilde;o que a sigla tenha conseguido reviver o reformismo radical do PT dos anos 80, mas afirma seu espa&ccedil;o como partido de esquerda parlamentar. <\/p>\n<p>E se pensarmos em campos pol&iacute;ticos, quem saiu fortalecida: esquerda, direita ou o centro?<\/p>\n<p>Entendo que a direita pol&iacute;tica &eacute; subordinada &agrave; direita ideol&oacute;gica. Esta segunda &eacute; hegem&ocirc;nica hoje no pa&iacute;s, orientando as a&ccedil;&otilde;es mesmo da centro-esquerda como &eacute; o PT atual. Assim, o pensamento mais &agrave; direita vem ganhando cada vez mais espa&ccedil;o, criando mitos como o regulacionismo (o elogio das ag&ecirc;ncias de regula&ccedil;&atilde;o e pol&iacute;ticas semelhantes), sempre atenuando o conflito e criando uma &ldquo;esquerda liberal&rdquo;, tanto de vocabul&aacute;rio (jarg&atilde;o, l&eacute;xico) como de pr&aacute;ticas.<\/p>\n<p>E a esquerda, como saiu dessa elei&ccedil;&atilde;o?<\/p>\n<p>A esquerda, que eu considero hoje como sendo eleitoralmente as alian&ccedil;as em torno de PSOL e PSTU, me parece que conseguiu marcar alguma posi&ccedil;&atilde;o, mas ainda assim nada que se compare a uma forte presen&ccedil;a reformista como a que tinha o PT nos anos 80. O voto do PSOL cresce muito em cima da garantia de direitos do cidad&atilde;o e da moralidade p&uacute;blica; j&aacute; o do PSTU se manteve com alguma estabilidade (e crescimento espor&aacute;dico) a partir do discurso de classe. Mas, &eacute; preciso compreender que o voto reformista implica em uma base social ampla, sendo esta disputada por for&ccedil;as de extrema esquerda ou um movimento popular de avan&ccedil;ada. Um exemplo cl&aacute;ssico seria a presen&ccedil;a de FAU-OPR-ROE no cen&aacute;rio da luta avan&ccedil;ada uruguaia de 1971 e a vota&ccedil;&atilde;o correspondente da Frente Ampla (ainda com o programa original). Sem uma mobiliza&ccedil;&atilde;o social, o voto reformista disputa apenas atrav&eacute;s da circula&ccedil;&atilde;o de ideias mais ou menos conservadoras (como nas Opera&ccedil;&otilde;es da PF e o bandeamento de Prot&oacute;genes para o PC do B, por exemplo), sendo verificada essa posi&ccedil;&atilde;o na campanha de Freixo (muito boa por sinal, mas dentro do sentido da ordem e da moralidade, da cidadania e n&atilde;o do antagonismo social).<\/p>\n<p>Como avalias a queda de Russomano e a ida de Haddad e Serra para o segundo turno em SP?<\/p>\n<p>Era meio previs&iacute;vel, porque Russomano era uma imagem vinculada ao pior do pior, como a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o da IURD e o passado do esquema Maluf-Pitta. O ex rep&oacute;rter do Aqui e Agora apanhou de todos os lados e tinha uma queda prevista. O problema de fundo &eacute; outro. Como eu n&atilde;o creio na metodologia de pesquisas como indicador de opini&atilde;o p&uacute;blica, logo eu teria de afirmar primeiro a negativa da quest&atilde;o e depois debater a &ldquo;queda&rdquo; em si,<\/p>\n<p>Alguma previs&atilde;o para o segundo turno em SP?<\/p>\n<p>Vejo como poss&iacute;vel a vit&oacute;ria de Haddad no segundo turno em S&atilde;o Paulo, pela obviedade do &iacute;ndice de rejei&ccedil;&atilde;o de Serra. Mas &eacute; triste a constata&ccedil;&atilde;o de que as bases do malufismo, do quercismo e da Universal definem os votos a favor da centro-esquerda. Por outro lado, estas alian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o epis&oacute;dicas, revelando-se um padr&atilde;o da pol&iacute;tica em S&atilde;o Paulo, ao menos desde 1994 &ndash; recordo o apoio cr&iacute;tico do PT a Luiz Ant&ocirc;nio Fleury Filho no segundo turno de 1990, com a alega&ccedil;&atilde;o de que a ROTA sob o comando de Maluf entraria numa escala de repress&atilde;o sem precedentes. Da&iacute; veio o Carandiru sob comando pol&iacute;tico de Fleury e a alian&ccedil;a revelou-se in&oacute;cua. Mas, voltando &agrave; ocasi&atilde;o de agora, creio que a rejei&ccedil;&atilde;o de Serra e as alian&ccedil;as bastante heterodoxas v&atilde;o possibilitar uma arrancada de Haddad. Mas, lembro, o segundo turno em S&atilde;o Paulo vai ser para afiar as garras e esquentar as m&aacute;quinas eleitorais. Sendo que, a campanha desce para o n&iacute;vel das individualidades, com ataques dessa ordem.<\/p>\n<p>Em Porto Alegre o grande destaque foi a reelei&ccedil;&atilde;o de Fortunati ou a derrota do PT?<\/p>\n<p>Para mim foi a reelei&ccedil;&atilde;o do Fortunati. Este que migrou para o PDT em fun&ccedil;&atilde;o de busca de mais espa&ccedil;o pol&iacute;tico, recebeu de bandeja a prefeitura da capital, numa composi&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria onde o PDT n&atilde;o fazia parte (elei&ccedil;&otilde;es municipais de 2004, Foga&ccedil;a encabe&ccedil;ava a chapa &ndash; PPS &#8211; e o finado Eliseu Santos &ndash; PTB &ndash; era seu vice). Na composi&ccedil;&atilde;o de 2008, com Foga&ccedil;a j&aacute; no PMDB, Fortunati entra para vice-prefeito. Deu a sorte de ser o prefeito da Copa e ver as anteced&ecirc;ncias das obras, com muita m&iacute;dia e agenda positiva. Entendo que ele foi o vencedor, isolando-o de partido e composi&ccedil;&atilde;o de alian&ccedil;as. De acordo com sua proje&ccedil;&atilde;o, Sebasti&atilde;o Melo pode vir a ter a proje&ccedil;&atilde;o estadual que tanto anseia. Mas, h&aacute; que ficar atento para esta vota&ccedil;&atilde;o expressiva. Isto pode gerar uma sensa&ccedil;&atilde;o de carta branca para a prefeitura, gerando assim um avan&ccedil;o no processo de privatiza&ccedil;&atilde;o e mercantiliza&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os p&uacute;blicos da cidade.<\/p>\n<p>Por onde o PT deve come&ccedil;ar a analisar os resultados em Porto Alegre? H&aacute; uma perda de identidade?<\/p>\n<p>Entendo que o PT vive uma crise profunda, incluindo nesta a presen&ccedil;a de um ex-petista hist&oacute;rico (Fortunati) no governo que come&ccedil;ara com Foga&ccedil;a. A perda de identidade &eacute; fruto do oportunismo (senso de oportunidade movido pelo pragmatismo a todo custo) que vem das alian&ccedil;as em n&iacute;vel federal e s&atilde;o reproduzidas pelo governo Tarso. O PT caminha a passos largos para tornar-se uma legenda como o PSOE espanhol. E esta constata&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser vista como um elogio pol&iacute;tico.<\/p>\n<p>A queda de Manuela explica-se apenas pelo crescimento de Fortunati ou houve trope&ccedil;os durante a campanha?<\/p>\n<p>Manuela n&atilde;o se diferenciava em quase nada da campanha e do governo de Fortunati, a come&ccedil;ar pelo seu vice (Tessaro) e sua sigla aliada (o PSD, que no RS &eacute; formado por ex-PTBs, assim como o PPS daqui &eacute; formado por peemedebistas). Como PC do B, PDT, PTB e PT s&atilde;o co-governo no estado e no pa&iacute;s, fica muito dif&iacute;cil diferenciar-se. Talvez o maior acerto foi bater duro em Fortunati, mas deveriam bater mais, caso tivessem imagens e provas contundentes.<\/p>\n<p>No Rio de Janeiro, que elementos principais explicam a vota&ccedil;&atilde;o t&atilde;o expressiva de Eduardo Paes? E a candidatura de Marcelo Freixo, que import&acirc;ncia teve?<\/p>\n<p>Freixo reorganiza a centro-esquerda no Rio, trazendo de volta uma longa tradi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que se viu esvaziada pela heran&ccedil;a pol&iacute;tica do PDT nos dois governos de Brizola e depois na tr&aacute;gica pol&iacute;tica de alian&ccedil;as do PT fluminense (com Garotinho e depois com Sergio Alencar). Eduardo Paes ganha pela euforia da Cidade com as UPPs e o pesado volume de investimentos no Rio. N&atilde;o quero ser leviano, mas deveria ser observada com rigor a vota&ccedil;&atilde;o na Zona Oeste do Rio, zona onde h&aacute; elevada presen&ccedil;a de &ldquo;mil&iacute;cias&rdquo; (para-policiais). Mas, ainda com o poss&iacute;vel cabresto, a vota&ccedil;&atilde;o do ex-genro de Cesar Maia (Paes) ultrapassa explica&ccedil;&otilde;es monocausais.<\/p>\n<p>O PSOL ganhou sua primeira prefeitura, teve um resultado expressivo no RJ e vai para o segundo turno em Macap&aacute; e Bel&eacute;m, com boas perspectivas em Bel&eacute;m. O aparente crescimento do partido &eacute; consistente?<\/p>\n<p>Sim, me parece consistente embora n&atilde;o classista, mas sim cidad&atilde;o e republicano. Falta organiza&ccedil;&atilde;o social mais combativa para gerar o reflexo eleitoral que o PSOL espera. O voto reformista &eacute; retroalimentado pela contesta&ccedil;&atilde;o social radicalizada, e esta hoje quase inexiste. J&aacute; o discurso cidad&atilde;o implica em indignar-se, mas n&atilde;o na polariza&ccedil;&atilde;o social.<\/p>\n<p>O PT, no Nordeste, n&atilde;o venceu em primeiro turno em nenhuma capital e vai ao segundo turno em apenas tr&ecirc;s: Salvador, Jo&atilde;o Pessoa e Fortaleza. Como explicar esse quadro em uma regi&atilde;o onde o partido, especialmente atrav&eacute;s de Lula, vinha avan&ccedil;ando tanto nos &uacute;ltimos anos?<\/p>\n<p>Talvez pelo crescimento do PSB e a aceita&ccedil;&atilde;o conceitual de que o voto n&atilde;o &eacute; t&atilde;o facilmente assim transfer&iacute;vel. Temos de recordar que nas elei&ccedil;&otilde;es municipais de 2008, Lula ainda era presidente e surfava numa aceita&ccedil;&atilde;o impressionante.<\/p>\n<p>Como v&ecirc;s a situa&ccedil;&atilde;o do segundo turno em Salvador, com o ACM Neto chegando &agrave; frente contra uma grande coaliz&atilde;o em torno do candidato do PT, Pellegrino?<\/p>\n<p>Pode reeditar um cl&aacute;ssico da pol&iacute;tica, onde o carlismo tenta se ressuscitar, embora esteja presente com os an&eacute;is em torno de Geddel Vieira Lima e Cesar Borges. Mas, repito que a partir da reelei&ccedil;&atilde;o de Lula, a polariza&ccedil;&atilde;o tende a desaparecer, for&ccedil;ando o oportunismo elevado, a exemplo da cria&ccedil;&atilde;o do PSD.<\/p>\n<p>De que forma os principais resultados dessas elei&ccedil;&otilde;es podem influenciar nas disputas de 2014?<\/p>\n<p>Vejo o caso de S&atilde;o Paulo como emblem&aacute;tico.  N&atilde;o podemos afirmar que sejam as pr&eacute;vias de 2014, mas sim um espa&ccedil;o onde as partes v&atilde;o afiar as garras e testar as pol&iacute;ticas de alian&ccedil;as. O apoio de Paulinho da For&ccedil;a Sindical (PDT) a candidatura de Serra pode antecipar uma s&eacute;rie de problemas com esta legenda, por exemplo. Salvador tamb&eacute;m opera como um afiador de garras. Mas a elei&ccedil;&atilde;o municipal tem particularidades e n&atilde;o se transfere como experi&ecirc;ncia absoluta para o pleito federal.<\/p>\n<p>Com toda sua complexidade e suas contradi&ccedil;&otilde;es, at&eacute; que ponto podemos dizer que processo eleitoral brasileiro &eacute; verdadeiramente democr&aacute;tico?<\/p>\n<p>O processo eleitoral &eacute; democr&aacute;tico no sentido da democracia representativa. Neste caso, n&atilde;o h&aacute; conflito conceitual. Mas, a aus&ecirc;ncia de debates estruturais de consist&ecirc;ncia, posiciona este processo eleitoral bem distante de uma democracia de tipo substantiva, com plebiscitos por exemplo. Uma democracia plena implicaria em que as decis&otilde;es fundamentais de uma sociedade passassem pela vontade direta das maiorias, como, por exemplo, atrav&eacute;s de plebiscitos.<\/p>\n<p>Qual o n&iacute;vel de import&acirc;ncia de um processo eleitoral dentro do todo da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica?<\/p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que se baseia na disputa eleitoral tem neste processo a viabilidade ou n&atilde;o de seus projetos de poder. J&aacute; para o debate pol&iacute;tico de fundo, este formato de elei&ccedil;&otilde;es pouco ou nada contribui para isso. Para avan&ccedil;ar na pol&iacute;tica &eacute; necess&aacute;ria a organiza&ccedil;&atilde;o social e a contesta&ccedil;&atilde;o elevada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornalismo B \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o impressa quinzenal e um blog de excelente n\u00edvel cr\u00edtico editado por Alexandre Haubrich. 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