{"id":1694,"date":"2012-12-04T00:17:54","date_gmt":"2012-12-04T00:17:54","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1694"},"modified":"2012-12-04T00:17:54","modified_gmt":"2012-12-04T00:17:54","slug":"um-lutador-conto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1694","title":{"rendered":"Um lutador (conto)"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Luta-MMA.jpg_desenho_Um lutador_conto_dez2012.jpg\" title=\"lutando e sobrevivendo - Foto:pintando e colorindo\" alt=\"lutando e sobrevivendo - Foto:pintando e colorindo\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">lutando e sobrevivendo<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:pintando e colorindo<\/small><\/figure>\n<p>Bruno Lima Rocha (Bruno Rocha)<\/p>\n<p>As luzes se apagam, acabou tudo. A arena que estava iluminada, plat&eacute;ia pulando, urrando entusiasmada &#8211; &quot;mata, mata o cara, mata o Touro!&quot; -, foi todo mundo pr&aacute; casa. Era como num filme, sem historinha ianque de final feliz, e tem pouca gente rindo (o produtor, o dono do cinema, a distribuidora, alguns atores estrelinhas idiotas). E era tudo pura besteira. O olho t&aacute; roxo, superc&iacute;lio aberto, luxa&ccedil;&atilde;o na coxa, o antebra&ccedil;o tem um ovo igual que de avestruz, hematoma na barriga e no peitoral. O outro, ahh, o outro t&aacute; bem pior, afinal, ele tamb&eacute;m perdeu, mas perdeu mais. Tava bem pior tamb&eacute;m porque era mais bruto, valente e burro; a galera chama de Touro, bicho forte, grosso, est&uacute;pido e viril. Puro idiota perdeu apanhando na t&eacute;cnica, no vigor ele ganhava, mas ele &#8211; o que &ldquo;venceu&rdquo;, era mais inteligente.<\/p>\n<p>O oponente era mais bruto porque tinha sido brutalizado desde moleque. Apanhava do pai, a m&atilde;e era s&oacute; trabalho e faxina, at&eacute; que um professor de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica na escola de 1o grau da favela levou o cara pr&aacute; treinar. Bolsista na academia de playboy, ganhou o apelido de Feij&atilde;o. A&iacute; escovou o marrom que puxava o treino, apagou o cara num estrangulamento de frente, e foi promovido. Passou a ser chamado de Touro. Se achava sobrevivente, saiu da multid&atilde;o na porrada. Grande erro man&eacute;, igual que tu tem mais uma renca l&aacute; fora, passando de mil s&oacute; no Rio, imagina l&aacute; pr&aacute; cima?! Volta e meia um desanda, sai do tatame, larga o ringue, cai no mundo e vai em cana.<\/p>\n<p>&quot;Porra, e os caras v&atilde;o grampeado de vacilo n&eacute;?! Bando de ot&aacute;rio, a gente se mata aqui na arena e depois os caras metem um cano na boca de um infeliz e rodam na outra esquina. Os verme ainda tomam o que ele ganhou no dedo e o man&eacute;, perde tudo. At&eacute; quando?&quot; Isso, o cara que ganhou, o Z&eacute; Furac&atilde;o, pensava enquanto levanta o cheque de 500 reais, pr&ecirc;mio por ter quebrado 3 costelas com a canela e nocauteado o Touro com uma cotovelada diagonal, no quengo diziam, no encaixe do maxilar disse o doutor. &quot;Os caras v&atilde;o em cana e pelo motivo errado. Se ainda fosse por um lance de consci&ecirc;ncia, mas n&atilde;o, &eacute; sempre com parada errada.&quot; Isso o Z&eacute; aprendeu depois que seu professor o levou ao cinema no Shopping pr&aacute; assistir um filme, de um tal de Hurricane, o Furac&atilde;o Rubin Carter, boxeador negro dos EUA que comeu mais de vinte anos de cana. Voltou pr&aacute; favela com apelido. &quot;Professor, quero que me chamem de Furac&atilde;o, em homenagem aquele cara do filme, finalmente vi um tro&ccedil;o que gostei e muito.&quot;<\/p>\n<p>&quot;O Rubin sim d&aacute; pr&aacute; chamar de irm&atilde;o. V&ecirc; se ele foi dar curso de seguran&ccedil;a e defesa pessoal pros vermes? V&ecirc; se ele deu aula pr&aacute; Civil? Porra nenhuma, negro nasceu, e negro ficou!&quot; Apagou mais um holofote, o tapete fedia, as cordas ainda tavam molhadas, o Z&eacute; pensou na sua &aacute;rea e quis ir embora dali. &quot;Eu quero &eacute; ir pr&aacute; casa&quot;, a&iacute; num relance descobriu que sua casa era um ringue, tablado de corda com tatame e gritaria. &quot;Ahh, eu podia subir em v&aacute;rios ringues, mas n&atilde;o sou gladiador. Gosto de gente como eu, simples e ra&ccedil;uda, ent&atilde;o fa&ccedil;o o que eu sei, fa&ccedil;o o que fa&ccedil;o. Sei que tem uma galera me apoiando, torcendo, ent&atilde;o essa porra &eacute; importante; essa porra s&oacute; pode ser importante.&quot;<\/p>\n<p>Passa um monte de caras cumprimentando. Chamam a aten&ccedil;&atilde;o pr&aacute; si mesmos elogiando a luta do Z&eacute;. Mais da metade n&atilde;o vale nada, bando de riquinho brincando de mau e tirando onda com cabelo raspado e orelha torta, ra&ccedil;a de merda. &quot;Beleza Z&eacute;, c&ecirc; acabou com ele!&quot; &quot;A&iacute; hem Z&eacute;, vai acabar no Pride cara!&quot; Porra nenhuma. &quot;Esses playboys tinham &eacute; que ficar sarados com uma enxada na m&atilde;o, plantando alface e cebola de sol a sol.&quot; O Z&eacute; d&aacute; aquele sorriso amarelo, toma um pouco de guaran&aacute;, suspira, &quot;calma mano, lembra dos menor da &aacute;rea, voc&ecirc; &eacute; um exemplo, pelo menos eles n&atilde;o caem no crime, ao menos eles n&atilde;o perdem o rumo&quot;. E d&aacute;-lhe elogio, tome baba&ccedil;&atilde;o. &quot;Esses caras s&atilde;o &eacute; tudo 171, se eu chego na academia onde eles treinam n&atilde;o passo nem na catraca. V&atilde;o dizer na recep&ccedil;&atilde;o que l&aacute; j&aacute; tem faxineiro e vigia. Bando de falso.&quot;<\/p>\n<p>&quot;A&iacute; Z&eacute;, arrasou, arrancou o coro do Touro, o cara virou &eacute; boi manso.&quot; &quot;Voc&ecirc;s &eacute; que querem acabar comigo, tirar o meu couro, pedir mais seguran&ccedil;a no teu bairro, mal posso ir &agrave; praia. A gente t&aacute; sem grana, queimando a sola do chinelo velho indo pro terminal e passam voc&ecirc;s num carro novo, grana do pai e umas patricinhas fingindo ser felizes. A alegria de voc&ecirc;s &eacute; a nossa desgra&ccedil;a, mas isso vai acabar, ahh vai. A minha parte eu vou fazer, c&ecirc;s v&atilde;o ver.&quot;<\/p>\n<p>A mente voa porque ainda que a cabe&ccedil;a teja doendo, doendo n&atilde;o, latejando dos dois diretos que entraram, a alma do Z&eacute; &eacute; livre e vai longe. Seu racioc&iacute;nio &eacute; como um rep do GOG, n&atilde;o p&aacute;ra nem zoa, ele n&atilde;o &eacute; mais um moleque na viela olhando pros lados e bolado com tudo. &quot;Esses putos querem &eacute; ver a esc&oacute;ria se matando, sobramos e agora temos o direito de trocar porrada com playboy regado a danoninho e prote&iacute;na. A gente s&oacute; pode se vingar da vida batendo em mauricinho bombado. Mas essa joba tem de virar, ahh tem.&quot;<\/p>\n<p>No vesti&aacute;rio, a hora da verdade. Deu de cara com sua cara amassada, a acarea&ccedil;&atilde;o mais braba do que a da malandragem. Tem um hematoma na bochecha, um dente t&aacute; quase indo, o superc&iacute;lio j&aacute; jorrou uma cachoeira de sangue e tem um corte na testa. Mas e da&iacute;? N&atilde;o se chama Beleza, seu apelido &eacute; Furac&atilde;o, n&eacute;? &quot;T&ocirc; levando na cara as marcas de um destino, melhor que chibata no lombo, mas esse castigo chegou quando meu pai veio de Sergipe e come&ccedil;ou a trampar de servente de pedreiro. &Eacute; melhor trocar porrada do que construir a cidade pr&aacute; eles!&quot;<\/p>\n<p>A outra verdade, al&eacute;m do cheque de 500 reais. D&aacute; pr&aacute; ajudar em casa, 100 &eacute; pr&aacute; academia de seu professor, pagando presta&ccedil;&atilde;o pr&aacute; ser dona da casa na rua principal (l&aacute; embaixo, quase no asfalto!), o mestre vai ser dono do im&oacute;vel, com registro na Associa&ccedil;&atilde;o porque l&aacute; inda n&atilde;o chegou a titica do Favela-Bairro. Os 400 s&atilde;o pro tijolo e saco de cimento que o pai, ele e os manos v&atilde;o subir uma outra laje, essa vai ser o segundo piso do fundo da casa, a irm&atilde; mais velha vai casar com um cara da padaria, irm&atilde;o da Igreja da v&oacute;, o moleque &eacute; gente boa, &quot;mas se faz merda com a minha irm&atilde; afundo o pulm&atilde;o dele!&quot; n&atilde;o, n&atilde;o era isso a outra verdade. Era um treco de lata com medalhinha e brilho dourado vagabundo. Tinha dois homens se enroscando, um por cima na montada sentado o bra&ccedil;o, &quot;esse sou eu e o Touro&quot;. E era mesmo.<\/p>\n<p>O banho foi uma beleza, at&eacute; que o vesti&aacute;rio era maneiro, &aacute;gua quente e &agrave; vontade, as pancadas do&iacute;am, mas n&atilde;o muito. &quot;Vambora Z&eacute;, vai sair a Van pr&aacute; &aacute;rea, a F&aacute;tima (mulher do mestre) j&aacute; me ligou, tem faixa e tudo te esperando, tua m&atilde;e t&aacute; com duas panelas de feijoada, &eacute; o pagode pro nosso her&oacute;i que &eacute; voc&ecirc;. Apressa Z&eacute;, vai querer perder tua festa?&quot;<\/p>\n<p>&quot;T&ocirc; indo mestre, t&ocirc; indo mestre.&quot; T&ocirc; indo pr&aacute; onde, pensou? De volta pr&aacute; casa, sua casa, sua &aacute;rea, seu ch&atilde;o. &quot;&Eacute; cara, ano que vem tudo vai ser diferente, vou pegar a preta e ajudar o mestre nas aulas. Dar aula pros moleques, palestra no Ciep da comunidade, e j&aacute; vou ter completado o supletivo de 2o grau.&quot; 21 anos cump&aacute;di, tu &eacute; o homem agora, sua mina te espera, e vai tirar uma semana de folga. &quot;Z&eacute;, pega a Teresa e se manda pr&aacute; casa de tua av&oacute; l&aacute; em Itaperuna. Vai tomar banho de rio e andar de bicicleta. S&oacute; n&atilde;o pode correr e treinar, viu? Nada de pelada tamb&eacute;m. A passagem de voc&ecirc;s a gente j&aacute; fez uma vaca no com&eacute;rcio l&aacute; e os caras te arranjaram, ida e volta, a tua e a da menina&quot;. &quot;Pode deixar professor.&quot;<\/p>\n<p>Saindo do vesti&aacute;rio, o her&oacute;i fala com o mestre. &quot;Professor, vou s&oacute; chamar um amigo, valeu?&quot; &quot;Vai logo ent&atilde;o que a gente j&aacute; t&aacute; atrasado.&quot; Caminha acanhado, esses caras bolsistas s&atilde;o meio submissos, n&atilde;o sabe como vai ser recebido. &quot;A&iacute; amigo, como &eacute; que voc&ecirc; t&aacute;?&quot; &quot;Tua m&atilde;o &eacute; pesada em Z&eacute;, t&ocirc; meio baleado, mas d&aacute; pr&aacute; sobreviver.&quot; &quot;&Ocirc; Touro, t&aacute; com a tua namorada a&iacute;?&quot; &quot;T&aacute; sim por qu&ecirc;?&quot; &quot;Voc&ecirc;s querem ir com a gente num pagode, tem Van pr&aacute; ir, se quiser pode cair por l&aacute; mesmo?&quot; &quot;&Eacute; s&eacute;rio Z&eacute;? Mas cara, tua &aacute;rea &eacute; de outro partido, os caras do Comando v&atilde;o ficar bolado em me ver por l&aacute;.&quot; &quot;Porra nenhuma, c&ecirc; t&aacute; comigo e somos parceiros, apesar de ter de se matar l&aacute; em cima. E a&iacute;, vamo?&quot; &quot;Vamo sim, deixa s&oacute; eu chamar a mina l&aacute; fora.&quot;\t<\/p>\n<p>Dia de S&aacute;bado, ainda mais &agrave; noite, os playboys t&atilde;o muito doidos no volante, mas o tr&acirc;nsito t&aacute; bom. A van da cooperativa vai que &eacute; s&oacute; alegria, apesar do Touro l&aacute; dentro. O Z&eacute; d&aacute; aten&ccedil;&atilde;o pro cara que quase arrancou sua cabe&ccedil;a h&aacute; bem pouco tempo. &quot;Esse n&atilde;o &eacute; o verdadeiro alem&atilde;o, a guerra &eacute; outra. Tamb&eacute;m num &eacute; de Comando com Comando, talvez seja contra os vermes, mas essa guerra &eacute; muito mais embaixo, inda n&atilde;o sei o que &eacute;, mas vou descobrir.&quot;<\/p>\n<p>&quot;Furac&atilde;o, her&oacute;i da Comunidade!&quot; Faixa, feij&atilde;o e pagode, &eacute; merm&atilde;o, quem disse que n&atilde;o tem mais quilombo no Rio? A cabe&ccedil;a do Z&eacute; t&aacute; a mil, tem de comemorar o fato de estar vivo, dar aten&ccedil;&atilde;o ao Touro, falar com a parentada, amigos, parceiros e vizinhos, mas quer &eacute; voar mais longe. &quot;Vou entrar num Pr&eacute;-vestibular, desses comunit&aacute;rios, que s&oacute; funcionam dia de S&aacute;bado, vou estudar alguma coisa, pode at&eacute; ser educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, mas n&atilde;o vou passar minha vida toda dando for&ccedil;a pros moleques quebrarem o pau feito eu e o Touro.&quot; &Eacute; Z&eacute;, tua cabe&ccedil;a t&aacute; a mil.<\/p>\n<p>Beijo na m&atilde;e, nas irm&atilde;s e na namorada, fiel, legal a menina, e ele &eacute; dos que vale a pena, n&atilde;o d&aacute; bola pr&aacute; id&eacute;ia errada, &eacute; um cara legal, se bobear d&aacute; at&eacute; em cas&oacute;rio. Mas, hoje n&atilde;o d&aacute; mais pr&aacute; pensar em nada. Ronca a cu&iacute;ca, chora o cavaco, alegria Z&eacute;, ano que vem tudo vai ser diferente, o mestre termina de pagar a casa da academia, a laje da tua irm&atilde; j&aacute; t&aacute; de p&eacute;, quem sabe c&ecirc; levanta sua casinha, talvez vai lutar l&aacute; fora, Curitiba, quem sabe at&eacute; no Jap&atilde;o? Alegria Furac&atilde;o, quando voc&ecirc; for dar aula pr&aacute;s crian&ccedil;as vai orientar tudo direitinho, todo mundo sabe que vai.<\/p>\n<p>&quot;&Eacute;, amanh&atilde; n&atilde;o tem treino, acordo tarde e viajo com a Teresa l&aacute; pelas 4. Calma cara, deixa a cabe&ccedil;a descansar tamb&eacute;m, hoje foi s&oacute; um dia, essa luta n&atilde;o acaba, e &eacute; muito mais dif&iacute;cil do que trocar pancada com outro l&aacute; em cima. Tudo vai dar certo, calma, &eacute; s&oacute; botar a cabe&ccedil;a no lugar que a tua parte c&ecirc; vai fazer!&quot;<\/p>\n<p>O cheiro do feij&atilde;o e o t&atilde;m-t&atilde;m marcando, fazem sua mente voar. Olha l&aacute; pr&aacute; baixo e rev&ecirc; a faixa: &quot;Furac&atilde;o, her&oacute;i da Comunidade!&quot;. &quot;Her&oacute;i de que porra? Her&oacute;i de que se a verdadeira luta ainda nem come&ccedil;ou?&quot; Her&oacute;i feito seu pai e tua m&atilde;e Z&eacute;, her&oacute;i de ser mais um humilde de bra&ccedil;o forte e cabe&ccedil;a erguida sem pisar em ningu&eacute;m. &quot;Sou um cara esfor&ccedil;ado, mas sei que a luta de verdade ainda nem come&ccedil;ou. Quando for rolar, a&iacute; sim, vamo ser her&oacute;is ou covardes, vamo ser her&oacute;i humilde galera, igual que o Furac&atilde;o, igual que Zumbi.&quot; <\/p>\n<p>&quot;Agora vou calar a boca dos pensamentos e cair na feijoada da m&atilde;e, amanh&atilde; eu descanso e semana que vem come&ccedil;a tudo de novo, e de novo, e de novo, at&eacute; a luta de verdade come&ccedil;ar&#8230;..&quot;<\/p>\n<p>\nRio de Janeiro, 1a vers&atilde;o, Mar&ccedil;o de 1992, 2a vers&atilde;o (esta a&iacute;), Outubro de 2001 <br \/>\nBruno Rocha (Bruno Lima Rocha), t&eacute;cnico de boxe ol&iacute;mpico pela FRGP, professor (low-shi) de arte marcial tradicional de origem chinesa (estilo Ma), faixa marrom de Sanda (boxe chin&ecirc;s), roxa de Luta Livre Esportiva e coordenador-t&eacute;cnico do Centro de Lutas Desportivas-Viam&atilde;o (projeto social para forjar lutadores de alto rendimento).<br \/>\nEmail: bruno.maxyq@gmail.com \/bruno.estrategiaeanalise@gmail.com <br \/>\nFacebook: Bruno Rocha (Viam&atilde;o) \/ Bruno Lima Rocha <br \/>\nFacebook: Centro de Lutas Desportivas Viam&atilde;o<br \/>\nCanal do Youtube: maxingyi<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>lutando e sobrevivendo Foto:pintando e colorindo Bruno Lima Rocha (Bruno Rocha) As luzes se apagam, acabou tudo. 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