{"id":1705,"date":"2013-01-01T17:30:06","date_gmt":"2013-01-01T17:30:06","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1705"},"modified":"2013-01-01T17:30:06","modified_gmt":"2013-01-01T17:30:06","slug":"acabou-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1705","title":{"rendered":"Acabou 2012"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/del_nero_FPF.jpg\" title=\"Marco P\u00f3lo Del Nero \u00e9 presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, e vice todo-poderoso da CBF comandada pelo arenista Jos\u00e9  Maria Marin e tem uma trajet\u00f3ria  como advogado criminalista. Parece ironia, mas n\u00e3o \u00e9. - Foto:redebomdia\" alt=\"Marco P\u00f3lo Del Nero \u00e9 presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, e vice todo-poderoso da CBF comandada pelo arenista Jos\u00e9  Maria Marin e tem uma trajet\u00f3ria  como advogado criminalista. Parece ironia, mas n\u00e3o \u00e9. - Foto:redebomdia\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Marco P\u00f3lo Del Nero \u00e9 presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, e vice todo-poderoso da CBF comandada pelo arenista Jos\u00e9  Maria Marin e tem uma trajet\u00f3ria  como advogado criminalista. Parece ironia, mas n\u00e3o \u00e9.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:redebomdia<\/small><\/figure>\n<p><em>Anderson Santos <\/em>(editor),<em> Dijair Brilhantes e Bruno Lima Rocha <\/em><\/p>\n<p>2012 foi um ano de conquistas para o futebol brasileiro, dentro das quatro linhas. Apesar de ser p&eacute;ssimo para a sele&ccedil;&atilde;o principal, principalmente para o t&eacute;cnico Mano Menezes e aos torcedores que tiveram de aturar Z&eacute; das Medalhas no comando da CBF, os clubes conseguiram atingir os maiores t&iacute;tulos em disputa. Destaque para os quatro grandes paulistas, que ap&oacute;s 14 anos terminaram uma temporada com, ao menos, um t&iacute;tulo cada.<\/p>\n<p><strong>Internacionais<\/strong><\/p>\n<p>Ap&oacute;s muitas piadas, o Corinthians finalmente carimbou o passaporte em 2012. No primeiro semestre, depois de passar por um dif&iacute;cil confronto com o Vasco pelas quartas de final e pelo ent&atilde;o campe&atilde;o Santos nas semifinais, o time fez a alegria do &ldquo;bando de loucos&rdquo; ao vencer o Boca Juniors no Pacaembu e se sagrar, finalmente, campe&atilde;o da Copa Santander Libertadores &ndash; que no ano que vem ser&aacute; Copa Bridgestone Libertadores (&ocirc; praga de  nome de empresa, brand mark com a paix&atilde;o mundial!).<br \/>\nConhecido por alguns como &ldquo;torneio de ver&atilde;o&rdquo;, o primeiro Mundial de Clubes da FIFA (ou Torneio Eurico Miranda, com a primeira &ldquo;reforma&rdquo; meia-boca do Maracan&atilde;) realizado em 2000 tamb&eacute;m recebeu companhia no final do ano. Ap&oacute;s atua&ccedil;&otilde;es precisas, o Corinthians venceu o (nem t&atilde;o poderoso) Chelsea &#8211; insistimos, vale ler na &iacute;ntegra o dossi&ecirc; de Roman Abramovich, dono do &ldquo;clube&rdquo; ingl&ecirc;s e publicado no portal rumafia &#8211; na final do Mundial realizado em Yokohama, com direito a &ldquo;invas&atilde;o&rdquo; corintiana. 2012 representou o &aacute;pice do trabalho iniciado pelo (sempre sincero) Andr&eacute;s S&aacute;nchez (o cartola corintiano &eacute; a vers&atilde;o de Nelson Rodrigues, a bola  como ela &eacute;, com direito a afirmar que sentia falta de freq&uuml;entar as termas e tomar os gor&oacute;s de Ballantine&rsquo;s como antes fazia&#8230;) no final de 2007, quando o time foi rebaixado para a S&eacute;rie B do Brasileiro.<\/p>\n<p>Ainda na capital paulista, o rival S&atilde;o Paulo come&ccedil;ou o ano sob suspeita de todos, com momentos conturbados vividos pelo tricolor paulista sob um comando demorado de Juvenal Juv&ecirc;ncio. A queda do ex-t&eacute;cnico Emerson Le&atilde;o (o goleira&ccedil;o &eacute; um tecnicozinho, muito regular, sempre estragando times e sendo demitido mediante pol&ecirc;micas com setoristas) e a chegada de Nei Franco acabou sendo o chamado divisor de &aacute;guas. No ano em que tudo parecia dar errado, com direito a uma parada de Rog&eacute;rio Ceni por alguns meses por conta de uma les&atilde;o em treino, o clube cresceu no segundo semestre.<\/p>\n<p>No Brasileiro, se n&atilde;o veio a vaga direta &agrave; Libertadores, o clube mais europeu do Brasil terminou no quarto lugar, retornando ao torneio continental atrav&eacute;s de sua fase preliminar, onde enfrentar&aacute; o Bol&iacute;var. Para fechar a fase de Lucas no clube &ndash; a maior venda da hist&oacute;ria do futebol brasileiro est&aacute; a caminho do mais recente &ldquo;novo rico&rdquo;, o Paris Saint-Germain. Este &ldquo;clube&rdquo; pertence hoje ao Qatari Nassar Al-Khela&iuml;fi, cujo diretor-esportivo &eacute; o ex-lateral e meia da sele&ccedil;&atilde;o brasileira, Leonardo de Ara&uacute;jo, que tamb&eacute;m j&aacute; trabalhou para Silvio Berlusconi no Milan. Na despedida do atacante, o tricolor do Morumbi o acabou conquistando a sempre menosprezada pelos brasileiros, Copa BRIGESTONE (agora a marca &eacute; de pneu) Sul-Americana em apenas tr&ecirc;s tempos, pois houve uma confus&atilde;o entre os jogadores do argentino Tigre e a seguran&ccedil;a do tricolor paulista no intervalo da partida final. Infelizmente, los hermanos apelaram para uma catimba exagerada e se recusaram a voltar ao campo. Tamb&eacute;m temos de reconhecer que em seu est&aacute;dio o SPFC n&atilde;o gosta de perder nem par ou &iacute;mpar. <\/p>\n<p>Ainda que num ano muito ruim, muito gra&ccedil;as &agrave;s consecutivas convoca&ccedil;&otilde;es de Neymar para a sele&ccedil;&atilde;o brasileira, o Santos conquistou o tricampeonato paulista e a Recopa Sul-Americana. O craque santista seguiu sendo destaque, com mais gols, alguns p&ecirc;naltis perdidos e duas obras-primas no gramado da Vila Belmiro. Uma foi contra o Internacional, pela Libertadores, e contra o Atl&eacute;tico-MG, pelo Brasileir&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>Carioca campe&atilde;o e mineiro a surpresa<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO t&iacute;tulo mundial corintiano acabou tirando o foco no campe&atilde;o brasileiro. Al&eacute;m disso, tivemos um dos torneios menos disputados da hist&oacute;ria dos pontos corridos, com Fluminense e Atl&eacute;tico-MG disparando j&aacute; no final do primeiro turno e recebendo apenas a companhia do Gr&ecirc;mio no segundo, com o Flu ganhando o campeonato com tr&ecirc;s rodadas de anteced&ecirc;ncia. <\/p>\n<p>Os comandados de Abel Braga fizeram um campeonato praticamente perfeito e o Fluminense, quase rebaixado em 2009, ganhou dois t&iacute;tulos nacionais nos tr&ecirc;s anos seguintes &ndash; al&eacute;m do Carioca no primeiro semestre.<\/p>\n<p>Alegria dos torcedores p&oacute; de arroz e da parceira Unimed, cujos t&iacute;tulos fizeram esquecer que os jogadores da base recebem bem menos que as estrelas do clube porque n&atilde;o s&atilde;o bancados pela empresa de sa&uacute;de (este conceito &eacute; uma contradi&ccedil;&atilde;o em si!). Mais recursos para o time significa a manuten&ccedil;&atilde;o do excelente elenco, uma vantagem essencial no Brasileir&atilde;o. Quem n&atilde;o tem parceiro-quase dono, arranja-se com o que consegue&#8230;quando consegue. <\/p>\n<p>A grande surpresa positiva ficou com o Atl&eacute;tico Mineiro. Ningu&eacute;m esperava a bela campanha do Galo no Campeonato Brasileiro. O vice-campeonato acabou selando o bom desempenho apresentado por Ronaldinho Ga&uacute;cho &ndash; o que saiu do Flamengo por falta de sal&aacute;rio e retomou um futebol razo&aacute;vel para o seu n&iacute;vel &ndash;, J&ocirc; e cia.  <\/p>\n<p><strong>A gangorra palmeirense<br \/>\n<\/strong><br \/>\n&ldquo;Crise&rdquo;, eis a palavra que resumiria muito bem o maior campe&atilde;o do s&eacute;culo XX no s&eacute;culo XXI. 2012 n&atilde;o foi diferente. Apesar da sa&iacute;da de Kleber, diretoria, comiss&atilde;o t&eacute;cnica e jogadores seguiram falando &ldquo;l&iacute;nguas diferentes&rdquo; durante a temporada. Sem o p&aacute;ra-raios do goleiro Marcos, agora aposentado, o ambiente ficou ainda mais confuso, pois nem o presidente do clube tinha coragem de falar.<\/p>\n<p>A elimina&ccedil;&atilde;o precoce no Paulista serviu para que os torcedores, e at&eacute; mesmo a diretoria, descobrissem que o time contratara um craque para o ataque o clube. Barcos fez gols de tudo que &eacute; jeito e conseguiu, inclusive, ser lembrado para a sele&ccedil;&atilde;o principal da Argentina, numa posi&ccedil;&atilde;o cuja disputa &eacute; fort&iacute;ssima.<br \/>\nTudo dava errado no clube, com direito a seq&uuml;estro-rel&acirc;mpago da fam&iacute;lia de Jorge Valdivia e cirurgia de apendicite no dia do primeiro jogo da final. Mas Luiz Felipe Scolari parecia ter redescoberto o caminho das pedras. Com um time modesto e geralmente muito desfalcado, o Palmeiras conquistou de maneira invicta a Copa &ldquo;Kia&rdquo; do Brasil (agora a CBF de Ricardo Teixeira e Marin das Medalhas vendeu a marca para uma firma de autom&oacute;veis!).<\/p>\n<p>O que deveria ser motivo de alegria e tranquilidade para o resto do ano, algo pouco visto neste s&eacute;culo, transformou-se em desespero a cada rodada que passava do Brasileiro. Dois meses ap&oacute;s o t&iacute;tulo, Felip&atilde;o foi demitido do clube e Gilson Kleina j&aacute; n&atilde;o tinha mais o que fazer ao assumir o clube. O segundo rebaixamento veio dez anos depois do primeiro. O Palestra n&atilde;o aprendeu a li&ccedil;&atilde;o anterior. Colecionou bobagens, com direito a elei&ccedil;&atilde;o depois que come&ccedil;ar a temporada, o que est&aacute; prejudicando a contrata&ccedil;&atilde;o de jogadores num ano fundamental, em que voltar&aacute; a ter uma casa para jogar.<\/p>\n<p><strong>Al&eacute;m das Quatro linhas<\/strong><\/p>\n<p>Mas em 2012 houve tamb&eacute;m uma pequena vit&oacute;ria do futebol brasileiro fora de campo. Ap&oacute;s 23 anos, Ricardo Terra Teixeira amea&ccedil;ou no Carnaval, para renunciar em seguida ao cargo de presidente da CBF. Depois de muita press&atilde;o popular e a antipatia da presidenta Dilma Rousseff, o &ldquo;ex-ditador&rdquo; resolveu buscar ref&uacute;gio em sua mans&atilde;o em Miami &ndash; com mais de R$ 100 mil mensais garantidos pelos seus asseclas. J&aacute; imaginaram uma Opera&ccedil;&atilde;o Condor &agrave;s avessas para ca&ccedil;ar cartolas acusados de corrup&ccedil;&atilde;o?! O ex-chanceler chileno pagou o pato pelas patas da direita nos anos &rsquo;70. Mas o vento nunca batera ao rev&eacute;s&#8230;.<br \/>\nPouco mudou. O sucessor Jos&eacute; Maria Marin, que meses antes &ldquo;ganhou&rdquo; uma medalha na Copa S&atilde;o Paulo J&uacute;nior, parece ter sido um &ldquo;presente&rdquo; de despedida de Teixeira. Com o bra&ccedil;o direito Marco Polo Del Nero a tira colo (olha a PF a&iacute;!&#8230;malandro espiado demais se complica), Marin opta por fazer o que lhe conv&eacute;m, e n&atilde;o o melhor para o futebol.<\/p>\n<p>Quando todo mundo esperava que Mano Menezes ca&iacute;sse ap&oacute;s a medalha de prata nos Jogos Ol&iacute;mpicos, ele seguiu. Quando todo mundo esperava sua continuidade, ele caiu &ndash; junto a Andr&eacute;s S&aacute;nchez (o campe&atilde;o da sinceridade). Aos trancos e barrancos &eacute; verdade, Mano parecia estar conseguindo montar um time, com Oscar usando a 10, em companhia de Kak&aacute; e Neymar na parte ofensiva.<\/p>\n<p>O &ldquo;novo&rdquo; modelo que o time precisava vir&aacute; (?) da contrata&ccedil;&atilde;o de dois nomes &ldquo;velhos&rdquo;. Carlos Alberto Parreira assumiu a dire&ccedil;&atilde;o do futebol, enquanto que Luiz Felipe Scolari voltar&aacute; como t&eacute;cnico da Sele&ccedil;&atilde;o. Andr&eacute;s cantou a pedra ao se demitir e a CBF &ndash; afirmando que a FIFA teria pressionado &ndash; liberou o nome antes de 2013, ano que tem a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es e muitas incertezas.<\/p>\n<p><strong>Que venha 2013<\/strong><\/p>\n<p>Desejamos a todas e a todos que nos acompanham neste espa&ccedil;o um &oacute;timo 2013, e que o novo ano seja de muitas conquistas al&eacute;m das quatro linhas, j&aacute; que dentro de campo n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel agradar todo mundo. <br \/>\nQue a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es no Brasil, seja a melhor da hist&oacute;ria, n&atilde;o s&oacute; tecnicamente, mas em infra-estrutura, j&aacute; que os investimentos foram com dinheiro p&uacute;blico, que este seja bem usado &ndash; por mais que n&oacute;s duvidemos disso. <\/p>\n<p>Que em campo Felip&atilde;o consiga resgatar o torcedor brasileiro da mesma forma que na sua &uacute;ltima passagem pela sele&ccedil;&atilde;o, com um 2014 ainda melhor.<\/p>\n<p>At&eacute; esperamos que em 2013 chegue ao fim esta coluna, que n&atilde;o tenhamos mais nada a falar al&eacute;m das quatro linhas. Mas para isso ocorrer seria necess&aacute;rio mais que uma mudan&ccedil;a num ano. Os problemas no e em torno do futebol s&atilde;o muitos. At&eacute; 2013!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marco P\u00f3lo Del Nero \u00e9 presidente da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, e vice todo-poderoso da CBF comandada pelo arenista Jos\u00e9 Maria Marin e tem uma trajet\u00f3ria como advogado criminalista. Parece ironia, mas n\u00e3o \u00e9. 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