{"id":1725,"date":"2013-02-28T12:56:16","date_gmt":"2013-02-28T12:56:16","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1725"},"modified":"2013-02-28T12:56:16","modified_gmt":"2013-02-28T12:56:16","slug":"eduardo-campos-e-a-base-aliada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1725","title":{"rendered":"Eduardo Campos e a base \u201caliada\u201d"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Eduardo Campos e Dilma.jpg\" title=\"O governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a presidenta Dilma Rousseff, ex-pedetista hoje na legenda de Luiz In\u00e1cio. Aliados de longa data podem tornar-se opositores em 2014.  - Foto:jornalista Pedro Carlos \" alt=\"O governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a presidenta Dilma Rousseff, ex-pedetista hoje na legenda de Luiz In\u00e1cio. Aliados de longa data podem tornar-se opositores em 2014.  - Foto:jornalista Pedro Carlos \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">O governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a presidenta Dilma Rousseff, ex-pedetista hoje na legenda de Luiz In\u00e1cio. Aliados de longa data podem tornar-se opositores em 2014. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:jornalista Pedro Carlos <\/small><\/figure>\n<p>28 de fevereiro de 2013, <em>Bruno Lima Rocha<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Circula pelos meios pol&iacute;ticos e na cobertura especializada uma esp&eacute;cie de ante-sala das pr&eacute;vias eleitorais de 2014. Logo ap&oacute;s o t&eacute;rmino do pleito municipal do ano passado, a dire&ccedil;&atilde;o nacional do PSB &ndash; aliado de longa data do PT &ndash; viu-se diante de uma nova circunst&acirc;ncia. As vit&oacute;rias municipais do partido hist&oacute;rico de Miguel Arraes e a aprecia&ccedil;&atilde;o do governador pernambucano Eduardo Campos poderiam criar condi&ccedil;&otilde;es para reproduzir a corrida eleitoral de 2002. Onze anos atr&aacute;s quase que a elei&ccedil;&atilde;o aponta um terceiro candidato como azar&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>&Agrave; &eacute;poca, o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, correu pelo PSB assim como Ciro Gomes, ex-tucano convertido para posi&ccedil;&otilde;es de centro-esquerda, concorreu pelo PPS com o apoio do PDT e da For&ccedil;a Sindical. O cen&aacute;rio s&oacute; n&atilde;o ficou mais bagun&ccedil;ado no rumo do &ldquo;centro&rdquo; da pol&iacute;tica, porque com a presen&ccedil;a de Jos&eacute; Serra, ainda que secundado pela ent&atilde;o deputada federal capixaba Rita Camata (PMDB), toda elei&ccedil;&atilde;o tornou-se tensa e polarizada. Passada uma d&eacute;cada e ap&oacute;s a amplia&ccedil;&atilde;o da base aliada atrav&eacute;s dos custos da tal da governabilidade (por dentro e com rubrica), o governo da ex-guerrilheira encontra-se perto de um in&iacute;cio de ruptura interna. N&atilde;o se trata apenas da naturalizada antecipa&ccedil;&atilde;o de alian&ccedil;as eleitorais e da leg&iacute;tima pretens&atilde;o de lideran&ccedil;a por partidos pol&iacute;ticos. O tema de fundo &eacute; a aus&ecirc;ncia de diferencia&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica e, pior, de pr&aacute;tica pol&iacute;tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qualquer estudante de ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica ou &aacute;reas afins deve conhecer&nbsp; uma das bases do jogo de alian&ccedil;as baseado na intera&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gia: &ldquo;o amigo do meu amigo pode ser meu amigo, o inimigo do meu inimigo pode ser meu amigo e o amigo do meu inimigo pode ser meu inimigo&rdquo;. O problema na atual &ldquo;governabilidade&rdquo; &eacute; que quase todos podem ser quase tudo, havendo pouca ou nenhuma diferencia&ccedil;&atilde;o entre legendas, lideran&ccedil;as e formas de conduta. Neste pa&iacute;s, quem ocupa a alian&ccedil;a de situa&ccedil;&atilde;o posiciona-se de forma transit&oacute;ria, tal e como os postos da oposi&ccedil;&atilde;o. Materializa esta an&aacute;lise as migra&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias e a cria&ccedil;&atilde;o do PSD, racha do DEM por executor das tradi&ccedil;&otilde;es udenistas e agora a legenda de ocasi&atilde;o da ex-ministra Marina Silva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando todos podem ser &ldquo;amigos&rdquo; e quase ningu&eacute;m quer ser &ldquo;inimigo&rdquo;, o cen&aacute;rio pol&iacute;tico &eacute; confuso e esvaziado. &Eacute; nesta fauna de alian&ccedil;as ocasionais e legendas sem coes&atilde;o interna que pode aparecer uma &ldquo;nova&rdquo; figura de proa, de dentro da base do governo, a exemplo de Eduardo Campos, levando de rold&atilde;o uma parte consider&aacute;vel da base &ldquo;aliada&rdquo;, come&ccedil;ando por peemedebistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Artigo originalmente publicado no blog do jornalista Ricardo Noblat<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a presidenta Dilma Rousseff, ex-pedetista hoje na legenda de Luiz In\u00e1cio. 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