{"id":2452,"date":"2020-06-14T20:27:02","date_gmt":"2020-06-14T23:27:02","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanaliseblog.com\/?p=2452"},"modified":"2020-06-14T20:27:02","modified_gmt":"2020-06-14T23:27:02","slug":"a-verdadeira-face-da-amerikkka-uma-critica-aos-olhares-colonizados-vindos-do-brasil-artigo-de-analise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=2452","title":{"rendered":"Hegemonismo disfar\u00e7ado de &#8220;unidade&#8221; e a unidade que se forja com luta e organiza\u00e7\u00e3o  &#8211; artigo de an\u00e1lise"},"content":{"rendered":"<p>14 de junho de 2020, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/blimarocha\"><u>Bruno Lima Rocha <\/u><\/a><\/p>\n<p>Ao longo das \u00faltimas duas semanas venho promovendo na coluna que produzo para algumas emissoras livres e comunit\u00e1rias um debate direto e tranquilo. Trata-se de aderir ou n\u00e3o (fisicamente) aos atos antifascistas e antirracistas. Tamb\u00e9m abordo o tema da unidade poss\u00edvel e do leque de alian\u00e7as desej\u00e1vel. N\u00e3o me refiro em momento algum a quem est\u00e1 preocupado com a pandemia e como todas e todos n\u00f3s, entendemos que a orienta\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) para o isolamento social est\u00e1 correta. Se a preocupa\u00e7\u00e3o maior for a de evitar a propaga\u00e7\u00e3o do cont\u00e1gio por aglomera\u00e7\u00e3o e contato f\u00edsico, n\u00e3o h\u00e1 sombra de d\u00favida que \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o s\u00f3lida e honesta intelectualmente. Tampouco na cr\u00edtica, jamais me refiro a individualidades e sempre a lideran\u00e7as consolidadas, com cargos eletivos ou postos de dire\u00e7\u00e3o em partidos e movimentos. Tamb\u00e9m fica a cr\u00edtica para as celebridades e subcelebridades, acad\u00eamicas, art\u00edsticas ou esportivas que, sem compromisso pol\u00edtico, aproveitam momentos de organiza\u00e7\u00e3o social para se promover.<\/p>\n<p>O tema \u00e9 de fundo. Cada vez que se proclama unidade e, em especial, da centro-esquerda para a esquerda eleitoral e para com as esquerdas ainda mais \u00e0 esquerda, muitas das vezes a luta \u00e9 por hegemonismo e n\u00e3o por unidade. Porque unidade t\u00e1tica implica em divis\u00e3o de tarefas e em aceitar os limites de cada ato. Por exemplo: se o acordo \u00fanico de tr\u00eas setores \u00e9 ficar no protesto estacion\u00e1rio em uma pra\u00e7a, e o acordo de dois setores \u00e9 uma marcha e, ap\u00f3s o ato, um terceiro grupo quer seguir, se trata de uma unidade t\u00e1tica, faz parte da luta pol\u00edtica. Algo semelhante ocorre na marca\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es, est\u00e9tica dos atos, tipos de fala e discurso e, algo ainda meio fora de moda na centro-esquerda, a necess\u00e1ria consequ\u00eancia para segurar as palavras de ordem no mundo f\u00edsico.<\/p>\n<p>A unidade program\u00e1tica vai sendo constru\u00edda e a melhor forma de estragar tudo, de deixar todas e todos desconfiando de quase tudo \u00e9 a busca por &#8220;faturar em cima de algo&#8221;, de modo particular. Delega\u00e7\u00f5es que nunca existiram, int\u00e9rpretes de internet sem legitima\u00e7\u00e3o daqueles e daquelas a quem se diz interpretar e a sempre perigosa taxonomia p\u00f3s-fato. Explico e exemplifico: a an\u00e1lise do Marx, da Comuna de Paris, onde ele n\u00e3o tinha correligion\u00e1rio algum &#8211; ou quase nenhum &#8211; e jamais incidiu atrav\u00e9s do SPD alem\u00e3o (Partido Social Democrata Alem\u00e3o), que por sinal invadia Paris junto aos soldados do governo traidor de Versailles. N\u00e3o se trata de an\u00e1lise, mas sim de pura propaganda, o mesmo que se fez no Brasil com 2013, \u201cchutometria\u201d ampla geral e irrestrita, teses absurdas de quem ouviu falar de umas ideais estapaf\u00fardias de Manuel Castells (ainda quando ele era entusiasta da internet) e sai reproduzindo colonizadamente em nosso pa\u00eds tropical. \u00c9 a sina dos imitadores. Temas da moda, sem base social e, no campo da pesquisa sociol\u00f3gica, sem pesquisa de campo. Trata-se de interpreta\u00e7\u00e3o de conveni\u00eancia. Logo, vai ao encontro das vers\u00f5es da moda ou hegem\u00f4nicas. Parece que 2013 \u00e9 agora, embora com maior abrang\u00eancia.<\/p>\n<p>Ocorre, no Brasil de 2020, tudo de novo: gente que n\u00e3o conhece o que est\u00e1 sendo organizado no pa\u00eds, desconsidera o esfor\u00e7o gigantesco de pessoas da esquerda dentro das torcidas organizadas, de modo a transformar uma ala inteira em antifascista. Da\u00ed, diante do poder de alguma trajet\u00f3ria cumprida e do poder imbu\u00eddo pelo sof\u00e1 da sala, \u201cintelectuais de butique\u201d declamam: &#8220;eu n\u00e3o conhe\u00e7o, logo, morro de medo&#8221;. Briosos &#8220;social-democratas&#8221; vomitando regra da janela e desfazendo de tudo o que corre \u00e0 margem de sua capacidade de interpreta\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que inser\u00e7\u00e3o social essa gente j\u00e1\u00a0 quase n\u00e3o tem mesmo.<\/p>\n<p>Enfim, com oportunismo n\u00e3o sai unidade alguma, assim como presepada e molecagem em mat\u00e9rias sensacionalistas. D\u00e1 problema igual, j\u00e1 que a cultura pol\u00edtica est\u00e1 tristemente marcada por individualismos e n\u00e3o por gente com alguma capacidade de produ\u00e7\u00e3o intelectual se colocando a servi\u00e7o de causas coletivas. Trata-se de servir \u00e0 luta do povo e n\u00e3o delas ir se servindo para auto-promo\u00e7\u00e3o. Nestes quinze anos de produ\u00e7\u00e3o semanal ou di\u00e1ria na internet brasileira, venho tendo a sorte e tamb\u00e9m o cuidado de saber que a imensa maioria de quem me atura aqui est\u00e1 no primeiro bloco, dedicando suas vidas e voltando parcelas importantes de seu cotidiano a pensar e projetar a realiza\u00e7\u00e3o coletiva e a justi\u00e7a social.<\/p>\n<p>\u00c9 assim mesmo, com alteridade, pisando na humildade, que a gente pode estar ao lado e a servi\u00e7o das causas coletivas e n\u00e3o ao contr\u00e1rio. O mesmo se d\u00e1 no processo pol\u00edtico. Felizmente venho de uma tradi\u00e7\u00e3o que quem prop\u00f5e encaminha, onde as responsabilidades se distribuem (tarefa de todos, sem atribui\u00e7\u00e3o \u00e9 tarefa de ningu\u00e9m e n\u00e3o se cumpre) e as delega\u00e7\u00f5es acontecem e s\u00e3o cobradas. De onde venho, acordo se cumpre, \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o em que ningu\u00e9m se auto-elege, mas sim briga, no bom sentido, para estar \u00e0 frente e se doar. N\u00e3o tem outra forma.<\/p>\n<p>Espantar os oportunistas \u00e9 tarefa coletiva e tra\u00e7ar a unidade \u00e9 atrav\u00e9s do conv\u00edvio em luta e do bom debate, fraterno e sem ironia ou pilh\u00e9ria. O inverso tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro. Sinto que \u00e9 uma pena ter de debater isso em pleno junho da pandemia, em 2020. Mas, se isso nos cabe, n\u00e3o resta outra posi\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser assumir o bom combate.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Paradoxos dos intelectuais do s\u00e9culo XXI<\/strong><\/p>\n<p>Intelectual org\u00e2nico \u00e9 org\u00e2nico de alguma entidade, partido, movimento, institui\u00e7\u00e3o coletiva, enfim, est\u00e1 vinculado a alguma for\u00e7a pol\u00edtica e social, compartilhando espa\u00e7os e inst\u00e2ncias. Do contr\u00e1rio \u00e9 um paradoxo. A pessoa quer ser org\u00e2nica, mas n\u00e3o se organiza e quer dar linha sem se submeter \u00e0 decis\u00e3o coletiva. Perdoem-me a escatologia, mas isso \u00e9 querer defecar regra ao falar ou digitar.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata, em absoluto, de subordinar a produ\u00e7\u00e3o anal\u00edtica a alguma linha pol\u00edtica a priori. An\u00e1lise \u00e9 coisa s\u00e9ria e n\u00e3o pode ter travas, censura ou qualquer tipo de constrangimento. Mas linha n\u00e3o \u00e9 isso. Linha \u00e9 coletiva, implica no compromisso de muita gente e ficar determinando na internet &#8220;faz isso ou faz aquilo&#8221; quase sempre acaba substituindo ou querendo substituir a decis\u00e3o coletiva, como se fosse poss\u00edvel ter uma a\u00e7\u00e3o do coletivo sem coletividade.<\/p>\n<p>Modestamente, quero fazer um pequeno aporte. A an\u00e1lise do inimigo \u00e9 liberada, assim como de for\u00e7as concorrentes. O que pode mudar \u00e9 o tipo de publicidade que o texto ou a fala podem ter. Da\u00ed a recomendar o que deve ser feito \u00e9 tarefa da inst\u00e2ncia devida, legitimamente eleita e sob o controle coletivo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Personagens da internet e compromisso pol\u00edtico<\/strong><\/p>\n<p>Sinceramente, entendo que esta vers\u00e3o \u00e9 a mais absurda de todas. Porque se for o tema do humor jornal\u00edstico \u2013 como o rep\u00f3rter interpretado por Marcelo Tas, o inesquec\u00edvel Ernesto Varela, pegando no p\u00e9 da ditadura decadente e da cartolagem \u2013 a\u00ed \u00e9 compreens\u00edvel. Se for o humor pol\u00edtico, de grande tradi\u00e7\u00e3o no Brasil, melhor ainda. Mas nenhuma destas duas vers\u00f5es do humor tem o peso de grandes \u201cinfluenciadores\u201d que tiram linha pol\u00edtica da cabe\u00e7a, coordenam comportamento de manada na rede e transformam epis\u00f3dios da vida privada em passagens \u201crelevantes do empoderamento pessoal\u201d. Assim fica dif\u00edcil.<\/p>\n<p>Muitas vezes, a linha est\u00e1 acertada e manifesta coer\u00eancia ao menos com as bases te\u00f3ricas e at\u00e9 epistemol\u00f3gicas anunciadas. Noutras, nem isso. Mas o efeito \u00e9 sempre o mesmo. Quando h\u00e1 individualismo, uma esp\u00e9cie de culto da personalidade cibern\u00e9tica, quem gera o culto \u00e9 o\/a totem falante e sua claque. Nesta esteira outras e outros se somam, operando com as ferramentas dos algoritmos, como tuita\u00e7os, postagens em massa e, se tiver acesso a recursos de fundo partid\u00e1rio, o emprego de rob\u00f4s. Evidente que fa\u00e7o a cr\u00edtica dos personagens que est\u00e3o \u201c\u00e0 esquerda\u201d a partir do centro e, ainda assim, h\u00e1 diferen\u00e7a entre quem opera a servi\u00e7o de uma for\u00e7a pol\u00edtica \u2013 que lhe d\u00e1 voo livre contanto que as besteiras acumulem para seu partido de alguma forma \u2013 e quem se esfor\u00e7a para gerar an\u00e1lise e opini\u00e3o, estando com v\u00ednculos ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o tem nada de hip\u00f3crita nesta fala, j\u00e1 que em tese, este que escreve est\u00e1 na segunda modalidade, embora com v\u00ednculos expl\u00edcitos a uma for\u00e7a pol\u00edtica da ponta esquerda n\u00e3o eleitoral. Se aqueles e aquelas que me leem, ouvem as colunas de \u00e1udio e assistem aos programas e palestras deixarem de acessar porque precisam se dedicar integralmente \u00e0 luta organizada, \u00e0 inser\u00e7\u00e3o social e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de base e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o org\u00e2nica,\u00a0 logo,\u00a0 esse que fala e escreve sem parar ter\u00e1 atingido seu objetivo. Trata-se de trabalho anal\u00edtico no apoio militante e n\u00e3o na substitui\u00e7\u00e3o da milit\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O mesmo se d\u00e1 na exig\u00eancia de ser coerente com programa e hist\u00f3ria. N\u00e3o tem o menor cabimento for\u00e7as pol\u00edticas que se dizem \u201cdisciplinadas e centralizadas\u201d liberarem seus papagaios falantes a dizer qualquer coisa s\u00f3 para ganhar audi\u00eancia. \u00c9 \u00f3bvio que essa \u00e9 uma manobra hip\u00f3crita &#8211; mais uma que vamos aturando e enfrentando desde a 1\u00aa Internacional \u2013 na cabe\u00e7a de que vale quase tudo para manter a disputa fratricida dentro da esquerda. \u00c9 economia de pregui\u00e7oso.<\/p>\n<p>\u201cMais f\u00e1cil\u201d tirar milit\u00e2ncia j\u00e1 (de) formada do que organizar do zero.\u00a0 \u201cMais f\u00e1cil\u201d refor\u00e7ar o culto da personalidade, do que insistir em comportamento coletivista, mesmo em tempos de tamanho capitalismo, cada vez mais individualista. \u201cMais f\u00e1cil\u201d imaginarem adular o \u201ccamarada Xi Jinping\u201d, assistindo concorridos espet\u00e1culos de falat\u00f3rio, do que admitir que a China opera com um modelo pr\u00f3prio de imposi\u00e7\u00e3o de vontades e canaliza\u00e7\u00e3o de excedentes de poder. \u201cMais f\u00e1cil\u201d delirar com o czar Vladimir Putin, estando \u00e0 frente do aparelho de seguran\u00e7a que tem tradi\u00e7\u00e3o czarista, ainda com a Okhrana, e fingir que n\u00e3o est\u00e3o numa rela\u00e7\u00e3o no m\u00ednimo c\u00famplice com o neofascismo auto-apelidado de NR e outras excresc\u00eancias. Parece que a hipocrisia que deu base para o Pacto Infame Nazi-Sovi\u00e9tico, o Acordo de n\u00e3o agress\u00e3o entre a Alemanha nazista e a URSS com o czar vermelho Joseph St\u00e1lin, conhecido como Ribentropp-Molotov, segue viva e proliferando em met\u00e1stase.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Separar os pap\u00e9is e apoiar a milit\u00e2ncia social concreta<\/strong><\/p>\n<p>Sei que um texto como esse pode soar at\u00e9 sect\u00e1rio em plena luta contra o protofascismo da pandemia. Mas \u00e9 nesses momentos mais cr\u00edticos que as linhas pol\u00edticas t\u00eam mais dificuldade em se revelar,\u00a0 saindo do senso comum e das armadilhas do \u201cn\u00e3o resta muita alternativa\u201d. Citando o bruxo da ditadura, Golbery do Couto e Silva: \u201cse analisa para incidir sobre as realidades\u201d. Golbery \u00e9 nosso inimigo hist\u00f3rico e, por isso, devemos conhec\u00ea-lo, assim como Meira Mattos e demais fac\u00ednoras intelectuais da ditadura. Isso \u00e9 diferente do encantamento que se tem com o jogo pol\u00edtico entre as elites consolidadas e \u00e0 ades\u00e3o quase imediata \u00e0s posi\u00e7\u00f5es de mal menor no curt\u00edssimo prazo.<\/p>\n<p>Na pol\u00edtica, sempre \u00e9 prefer\u00edvel ser equivocado a omisso. Tamb\u00e9m \u00e9 importante n\u00e3o cair em reboquismo do tipo \u201cmanda brasa presidente\u201d, como no pr\u00e9-64 (e o Jango deu no p\u00e9 sem autorizar a resist\u00eancia). O momento \u00e9 de acumular socialmente e desgastar a extrema direita politicamente. Creio que essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 pr\u00f3xima do acordo m\u00ednimo. No mais, muito est\u00e1 por construir e por reconstruir. Como dizem as companheiras e companheiros com trajet\u00f3ria ilibada e d\u00e9cadas a servi\u00e7o da luta do povo atrav\u00e9s das pastorais sociais \u2013 \u201cn\u00e3o ser nem \u00e1gua nem caneca, estar no meio e a servi\u00e7o\u201d. O povo brasileiro, os povos dos Brasis de Palmares e Pindorama t\u00eam uma oportunidade hist\u00f3rica de avan\u00e7ar dentro das maiores dificuldades de nossa hist\u00f3ria recente. Que sirva a m\u00e1xima de Sep\u00e9 Tiaraj\u00fa (1723-1756) e que nada nem ningu\u00e9m se sirva da luta coletiva e sim a ela se dedique, da melhor forma poss\u00edvel. Porque como nos ensina a combativa economia pol\u00edtica cr\u00edtica, o todo \u00e9 sempre maior do que a soma das partes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>14 de junho de 2020, Bruno Lima Rocha Ao longo das \u00faltimas duas semanas venho promovendo na coluna que produzo para algumas emissoras livres e comunit\u00e1rias um debate direto e tranquilo. Trata-se de aderir ou n\u00e3o (fisicamente) aos atos antifascistas e antirracistas. Tamb\u00e9m abordo o tema da unidade poss\u00edvel e do leque de alian\u00e7as desej\u00e1vel. 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