{"id":2480,"date":"2020-07-12T14:26:25","date_gmt":"2020-07-12T17:26:25","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanaliseblog.com\/?p=2480"},"modified":"2020-07-12T14:26:25","modified_gmt":"2020-07-12T17:26:25","slug":"no-bananistao-dos-parapoliciais_3a-parte-artigo-de-analise-fabula-macabra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=2480","title":{"rendered":"No Bananist\u00e3o dos Parapoliciais_3\u00aa parte &#8211; artigo de an\u00e1lise, f\u00e1bula macabra"},"content":{"rendered":"<p>12 de julho de 2020, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/blimarocha\">Bruno Lima Rocha<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100005706308090\">Rafael Martins Costa<\/a><\/p>\n<p>* Esta \u00e9 uma obra de fic\u00e7\u00e3o. Qualquer semelhan\u00e7a com nomes ou pessoas ter\u00e1 sido mera coincid\u00eancia.<\/p>\n<p>Na 1\u00aa parte desta s\u00e9rie de fic\u00e7\u00e3o n\u00e3o ficcional, abordamos um panorama geral das mazelas da seguran\u00e7a p\u00fablica sob o regime de democracia liberal capitalista no estado do Arroio de Fevereiro. Na 2\u00aa parte analisamos a periodiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dos modelos de explora\u00e7\u00e3o e controle da economia pol\u00edtica do crime nos territ\u00f3rios segundo o tipo de organiza\u00e7\u00e3o criminosa operando na Regi\u00e3o Metropolitana da antiga capital da Rep\u00fablica do Bananist\u00e3o. Nesta 3\u00aa parte analisamos o modelo de novos neg\u00f3cios, complementando ou competindo contra o formato anterior, quando cl\u00e3s familiares se involucram diretamente no neg\u00f3cio de prote\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a e extors\u00e3o, proje\u00e7\u00e3o eleitoral com base em bairros da Zona Oeste da cidade e grilagem de terras p\u00fablicas, devolutas e de prote\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p><u>A expans\u00e3o territorial e as formas de extra\u00e7\u00e3o de riqueza e controle do poder <\/u><\/p>\n<p>Primeiro \u00e9 preciso reconhecer que as linhas de investiga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica formam um trio de componentes oriundos no per\u00edodo anterior da \u00faltima ditadura militar: grupos de exterm\u00ednio da Baixada Fevereirense se confundiam com a Irmandade de Policiais e com o fim da \u00faltima ditadura terminaram expandindo-se tamb\u00e9m para o estado do Sagrado Espiritual e da Minera\u00e7\u00e3o Generalizada. Mas, tal expans\u00e3o tamb\u00e9m acompanhou a urbaniza\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica na Zona Oeste do Arroio de Fevereiro, em especial a partir do final dos anos \u201980, sendo pioneira a primeira gera\u00e7\u00e3o da valente favela da Porteirinha. Ali, ainda no final da d\u00e9cada de \u201970\u00a0 do s\u00e9culo XX, o brio de trabalhadores nordestinos, muitas vezes dotados de um moralismo de sobreviv\u00eancia, expulsou \u201ca vagabundagem\u201d na ponta\u00a0 da faca e no tiro. Perderam a mesma guerra na gigantesca comunidade do Arraialzinho e pelo visto passou algo semelhante na Urbanidade Divina.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1980 a antiga zona rural do Arroio de Fevereiro foi ganhando um fluxo de popula\u00e7\u00e3o. O mesmo que ocorrera durante as d\u00e9cadas anteriores nas favelas da cidade. Pessoas de origem humilde, \u00eaxodo rural, fam\u00edlias nordestinas e da ro\u00e7a foram ampliando novas comunidades de urbanismo prec\u00e1rio e ainda sem regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria. Esses novos bairros dentro de enormes bairros, no come\u00e7o ao menos, n\u00e3o tinha tr\u00e1fico assim como nesta d\u00e9cada se dizia que \u201cna Baixada n\u00e3o tem Comando, a Bicheirada e os grupos de exterm\u00ednio e de pol\u00edcia tropeira\u201d n\u00e3o permitem. Mais \u00e0 frente, o avan\u00e7o das Fac\u00e7\u00e7\u00f5es, em especial com a presen\u00e7a e a imita\u00e7\u00e3o do modus operandi da Fac\u00e7\u00e3o Tomate, ap\u00f3s a guerra no Martina Adonada (1987), ficou decretado que \u201cverme n\u00e3o pode morar em favela nem em conjunto dominado\u201d. Da\u00ed para a autodefesa de elementos da seguran\u00e7a p\u00fablica, da baixa soldadesca que \u00e9 levada pelo modelo de policiamento a buscar na informalidade o complemento de seu sal\u00e1rio, foi um salto.<\/p>\n<p>Em tese as \u00e1reas de gente trabalhadora, honesta e moralmente conservadora n\u00e3o queria conviver em comunidades onde o crime anda armado e o cidad\u00e3o fica ref\u00e9m de negocia\u00e7\u00f5es entre associa\u00e7\u00f5es de moradores e as redes de varejo do tr\u00e1fico. Na virada dos \u201980 para os \u201990, o avatar real e concreto desse que escreve fazia recortes de jornais (ainda impressos) com um n\u00famero absurdo de assassinatos de lideran\u00e7as locais e de comunidades de favela. A fase heroica da Federa\u00e7\u00e3o de Associa\u00e7\u00f5es de Favelas do Arroio de Fevereiro (FAFERF) j\u00e1 havia passado, com um gigantesco estrago de coopta\u00e7\u00e3o exercido nos dois governos estaduais do Velho Caudilho. Ainda assim, com a mudan\u00e7a permanente de donos, gerentes e frentes \u2013 a rapaziada se matando, com o tempo de vida m\u00e9dio do \u201cpassageiro da vida errada\u201d n\u00e3o passando de cinco anos \u2013 as tens\u00f5es entre a \u201cturma da farm\u00e1cia\u201d e as associa\u00e7\u00f5es s\u00f3 fazia crescer. Logo, dominar os territ\u00f3rios sem tr\u00e1fico, sem gente portando armas ostensivamente, parecia uma boa ideia.<\/p>\n<p>Concomitante, o j\u00e1 presente nesta s\u00e9rie coronel Cleomir Tangerina e seus Jumentos Velozes estavam barbarizando, tanto nos turnos de trabalho do 109\u00ba BFM como nas horas vagas, na informalidade organizada pelos meganhas j\u00e1 citados. Ou seja, morria-se de um lado (press\u00e3o do tr\u00e1fico sobre as associa\u00e7\u00f5es de moradores) e de outro (press\u00e3o da pol\u00edcia militarizada sobre essas comunidades dominadas pelo tr\u00e1fico que tamb\u00e9m os pressionava). Uma \u201csa\u00edda\u201d seria o controle pela pr\u00f3pria associa\u00e7\u00e3o de moradores, mas como se tratam de terrenos irregulares, a atribui\u00e7\u00e3o de casas, o poder de alocar ou n\u00e3o moradores concentra na associa\u00e7\u00e3o. A cultura da viol\u00eancia estava presente e a transforma\u00e7\u00e3o de l\u00edder comunit\u00e1rio em grileiro \u00e9 sempre poss\u00edvel. O personagem que a Rede Bobo atribuiu a um de seus gal\u00e3s do elenco e fazia as vezes de l\u00edder da Porteirinha exemplifica o modelo anterior, pr\u00e9-forma\u00e7\u00e3o das \u201cmil\u00edcias\u201d.<\/p>\n<p>O desenvolvimento dos parapoliciais, evolu\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia tropeira e de grupos de exterm\u00ednio, expande pela zona oeste da capital tomando por base tr\u00eas fatores: comunidades ainda sendo estabelecidas e sem a presen\u00e7a do tr\u00e1fico; comunidades onde viviam servidores p\u00fablicos da seguran\u00e7a e que tomavam a defesa nas pr\u00f3prias m\u00e3os; o mimetismo de ex-policiais transformados em pol\u00edticos locais, imitando os mecanismos de centros sociais, garantia de prote\u00e7\u00e3o e caixa de neg\u00f3cios locais. Algo de comum entre essas formas iniciais, a capacidade de resolu\u00e7\u00e3o local de conflitos,\u00a0 paralelo a Justi\u00e7a, apontando sa\u00eddas para as controv\u00e9rsias e disputas locais.<\/p>\n<p>O modelo de for\u00e7as parapoliciais, ou paramilitares, ganha padr\u00f5es atrav\u00e9s do desenvolvimento inicial. Um fator fundamental \u2013 na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI ao menos \u2013 era o combate aos narcotraficantes com \u201csoldados\u201d portando armas ostensivamente. Tamb\u00e9m a presen\u00e7a p\u00fablica de bocas de fumo estaria proibida. A seguran\u00e7a f\u00edsica de moradores e comerciantes garantida, mas com a tributa\u00e7\u00e3o de todos os neg\u00f3cios da regi\u00e3o dominada. Para as resid\u00eancias,\u00a0 a taxa\u00e7\u00e3o pode se dar pela TV a cabo ilegal (gatonet), a distribui\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de cozinha e alguma tributa\u00e7\u00e3o extra, como nas instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas. O territ\u00f3rio \u00e9 tributado atrav\u00e9s do controle de rotas, como nas j\u00e1 citadas opera\u00e7\u00f5es de Vans e Kombis de \u201ctransporte alternativo\u201d.<\/p>\n<p>A representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica pode ter duas vertentes. Uma, a auto representa\u00e7\u00e3o, com elementos do cl\u00e3 familiar sendo representantes diretos de territ\u00f3rios dominados. Isso ocorreu em Big Field com as fam\u00edlias que lideraram \u2013 parece que ainda lideram \u2013 a Religa da Injusti\u00e7a, tamb\u00e9m conhecida como A Empresa. Os famosos Vesperino, Herodinho e Branquinha ajudaram a eleger o Playboy e \u201cfecharam a zona oeste\u201d na alian\u00e7a absurda entre o candidato fevereirense ao governo do estado e a chegada da Economista Vanuza em 2010. Quem a indicou, o Ex-Sindicalista, tamb\u00e9m contou com esse apoio no amplo col\u00e9gio eleitoral do oeste fevereirense e mais uma vez o PP (Playboy Parasita) garantiu o \u201cfechamento\u201d. Em 2014, quando o ex-vice Dedo Gigante foi eleito, j\u00e1\u00a0 n\u00e3o houve esse fechamento, porque o ex-governador e o indicado mudaram de alian\u00e7a federal.<\/p>\n<p>Outro modelo, o do \u201cfechamento\u201d externo e n\u00e3o o da auto representa\u00e7\u00e3o, ocorre quando um candidato acerta o apoio e a alian\u00e7a. A comunidade \u00e9 \u201cvendida\u201d como de porteira fechada, com candidatos a vereador, deputado estadual e mesmo federal, acertam os votos locais e esses passam pelo escrut\u00ednio posterior. Ou seja, se os moradores n\u00e3o votam do candidato indicado, \u00e9 poss\u00edvel que as fam\u00edlias mais \u201csuspeitas\u201d recebam algum tipo de puni\u00e7\u00e3o. Em tese, o acerto da Reparti\u00e7\u00e3o da Delinqu\u00eancia com as FA e particularmente o apoio incondicional do legislador estadual \u201cGelatina\u201d ao Matador Mariano da Obra e seu fiel, o fiel de todo mundo, papai, garoto e capit\u00e3o, o hoje pop star Faz-tudo de Oroz. Garantido o territ\u00f3rio de confian\u00e7a, somado ao legado pol\u00edtico do progenitor, coube ao Chocolate do Tremelique complexificar o modelo,\u00a0 conforme veremos na sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O modelo complexo aplicado atrav\u00e9s do gabinete do \u201cGelatina\u201d <\/strong><\/p>\n<p>Como tudo o que diz respeito ao cl\u00e3 dos Fascistas Arrivistas (FA), e no caso, do hoje representante majorit\u00e1rio da unidade subnacional e ent\u00e3o legislador estadual, CT vulgo \u201cGelatina\u201d, \u00e9 alvo tanto de especula\u00e7\u00e3o como de intenso trabalho investigativo, a modeliza\u00e7\u00e3o que segue \u00e9 mais ila\u00e7\u00e3o\u00a0 do que defini\u00e7\u00e3o. Sempre recordando o princ\u00edpio de Galileu, pois n\u00e3o gire embora gire, e a Terra \u00e9 redonda. Dito isso, vamos \u00e0 engrenagem \u201csupostamente\u201d existente.<\/p>\n<p>O fluxo de recursos permanentes, o caixinha r\u00e1pido, seria o da rachadinha. O Gelatina n\u00e3o a inventa, apenas copia o modelo, batizando o sal\u00e1rio de assistentes parlamentares na forma de funcion\u00e1rios fantasmas ou pouco frequentes. Essas parcelas que s\u00e3o pagas e imediamente retribu\u00eddas, retornam para operar como prebendas do legislador \u2013 mensalidades de escolas particulares de filhas e filhos ou planos de sa\u00fade suplementar \u2013 mas, tamb\u00e9m entram como a \u201ccaixinha dos amigos\u201d. O Faz-tudo de Oroz, um aut\u00eantico \u201cirm\u00e3ozinho parapolicial\u201d, pegaria as \u201cmerrecas\u201d e as transformaria em importantes \u201cfaz-me rir\u201d nas comunidades dominadas pela Reparti\u00e7\u00e3o da Delinqu\u00eancia. Nestes territ\u00f3rios, o caixinha da merreca virava pagamento em esp\u00e9cie para pequenos servi\u00e7os, girando a roda da renda familiar de apoiadores incondicionais, mas tamb\u00e9m poderia entrar \u2013 igualmente em esp\u00e9cie \u2013 como capital de giro de empresas de materiais de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tais empresas, como lojas de ferragens, madeireiras ou pequenas empreiteiras, conseguem multiplicar o ingresso destes recursos, fazendo vales \u2013 pegou e paga depois, tudo anotado, e se n\u00e3o paga em dinheiro, paga em servi\u00e7o, ou vai para a vala &#8211; para as pequenas reformas em casas de alvenaria de moradores das comunidades. N\u00e3o apenas para levantar muro, consertar funda\u00e7\u00f5es ou levantar uma, duas ou at\u00e9 uma terceira laje; por vezes duas ou tr\u00eas casas no mesmo terreno. Das lojas de constru\u00e7\u00e3o, materiais e reforma, o pr\u00f3ximo passo \u00e9\u00a0 o emprego de maquin\u00e1rio, a\u00ed para multiplicar o dinheiro arrecadado nas atividades tradicionais extratoras sobre popula\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio dominado. Duas formas cl\u00e1ssicas de fazer esse dinheiro se multiplicar de forma limpa \u00e9 na atividade de terraplanagem \u2013 em especial em \u00e1reas verdes ou devolutas \u2013 e a venda de im\u00f3veis na planta, \u201ccom seguran\u00e7a garantida\u201d.<\/p>\n<p>Contratos de gaveta e alguns cart\u00f3rios de registros de im\u00f3veis que diante uma \u201ctaxa de urg\u00eancia adequada\u201d fazem andar, sumir ou desviar qualquer bem imobili\u00e1rio j\u00e1 ajudam muito. A complexidade seguinte \u00e9 a verticaliza\u00e7\u00e3o, onde a venda de terrenos passa para a de apartamentos, ou sobrados com mais andares, vendendo-os ou alugando. A \u201ctrag\u00e9dia\u201d na \u00e1rea do Cai Tudo (obs: que no mundo f\u00edsico real seria ali na Muzema) exemplifica que para rentabilizar em tudo o quanto \u00e9 poss\u00edvel, o padr\u00e3o Palace II foi retomado, e segue sendo, enquanto essas empresas de fachada dos parapoliciais seguir operando.<\/p>\n<p>J\u00e1 o esquema pr\u00f3prio do Gelatina implicaria em abrir caras franquias de lojas de doces (as mais sofisticadas do segmento), posicionadas em shopping centers (com aluguel tamb\u00e9m muito dispendiosos) e fazer uma parte do giro do arrecadado como suposto s\u00f3cio externo da Reparti\u00e7\u00e3o da Delinqu\u00eancia. Para \u201cbotar na reta\u201d, ele pr\u00f3prio quando tinha gabinete na famigerada ALEAF, empregou a senhora progenitora do Matador da Obra, a \u201cconja\u201d do ex-capit\u00e3o de For\u00e7as T\u00e1ticas; j\u00e1 para o Faz-tudo, colocou a \u201cconja\u201d (copiando aqui o padr\u00e3o Marreco da Republiqueta da Farsa Jato de l\u00edngua portuguesa) e duas rebentas (uma delas circulando na alta como requisitada treinadora particular de prepara\u00e7\u00e3o atl\u00e9tica). Am\u00e1quina azeitada ia al\u00e9m.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de \u201cdot\u00f4res adEvogados\u201d de confian\u00e7a, o investimento em im\u00f3veis formais, com valor sub apreciados na compra e com eleva\u00e7\u00e3o acima da m\u00e9dia na venda, daria a movimenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para lavar os valores. N\u00e3o se sabe se tais valores seriam para ele, Gelatina, para seu cl\u00e3 dos FA ou um neg\u00f3cio associado, entre o gabinete, a famil\u00edcia e a Reparti\u00e7\u00e3o. O certo \u00e9 que no mandato do CT, havia muita mobilidade e apoio para suspeitos de pertencer a fac\u00e7\u00f5es paramilitares e parapoliciais, chegando a dar pr\u00eamio para o Matador quando esse estava em cana no Batalh\u00e3o Especial Prisional da For\u00e7a Militarizada. Ao n\u00e3o ter um territ\u00f3rio \u00fanico de \u201cfechamento\u201d, partindo do eleitorado difuso no discurso da extrema direita policial e adjac\u00eancias, foi mais f\u00e1cil evadir do foco, at\u00e9 porque no per\u00edodo do Playboy Parasita\u00a0 governador estadual, a Religa da Injusti\u00e7a era a mais \u201cfamosa\u201d das bandas podres de parapoliciais apelidados de \u201cmilicianos\u201d.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo epis\u00f3dio, quarto e \u00faltimo, vamos nos debru\u00e7ar na amplia\u00e7\u00e3o\u00a0 do modelo\u00a0 complexo, incluindo controle a terminais portu\u00e1rios, entroncamentos rodovi\u00e1rios e a expans\u00e3o dos neg\u00f3cios\u00a0 de terrenos e im\u00f3veis.<\/p>\n<p><em>Bruno Lima Rocha<\/em> \u00e9 editor dos canais do Estrat\u00e9gia &amp; An\u00e1lise, a an\u00e1lise pol\u00edtica para a esquerda mais \u00e0 esquerda. Rafael Costa \u00e9 desenhista e cartunista (E-mail- Rafael.martinsdacosta@yahoo.com.br. Instagram- @chargesecartuns )<\/p>\n<p>Contato: blimarocha@gmail.com | facebook.com\/blimarocha<\/p>\n<p>Blog: www.estrategiaeanaliseblog.com<\/p>\n<p>facebook.com\/estrategiaeanaliseoficial<\/p>\n<p>Twitter: twitter.com\/estanalise<\/p>\n<p>YouTube: Estrat\u00e9gia e An\u00e1lise Blog<\/p>\n<p>Telegram: t.me\/estrategiaeanalise<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>12 de julho de 2020, Bruno Lima Rocha e Rafael Martins Costa * Esta \u00e9 uma obra de fic\u00e7\u00e3o. Qualquer semelhan\u00e7a com nomes ou pessoas ter\u00e1 sido mera coincid\u00eancia. Na 1\u00aa parte desta s\u00e9rie de fic\u00e7\u00e3o n\u00e3o ficcional, abordamos um panorama geral das mazelas da seguran\u00e7a p\u00fablica sob o regime de democracia liberal capitalista no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2482,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[293,155,294,87,295],"class_list":["post-2480","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica-brasileira","tag-economia-politica-do-crime","tag-extrema-direita","tag-familicia","tag-milicia-de-parapoliciais","tag-nexo-politico-policial-criminal"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2480\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2482"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}