{"id":250,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=250"},"modified":"2023-03-13T20:47:48","modified_gmt":"2023-03-13T23:47:48","slug":"reflexoes-quanto-ao-nordeste-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=250","title":{"rendered":"Reflex\u00f5es quanto ao Nordeste &#8211; 2"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/coqueiral e mar ao fundo.jpg\" title=\"O poder tamb\u00e9m nasce da capacidade de gerar novas riquezas sob controle popular. O poder do povo nordestino est\u00e1 em um coqueiral e n\u00e3o em caminh\u00f5es-pipa. - Foto:\" alt=\"O poder tamb\u00e9m nasce da capacidade de gerar novas riquezas sob controle popular. O poder do povo nordestino est\u00e1 em um coqueiral e n\u00e3o em caminh\u00f5es-pipa. - Foto:\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">O poder tamb\u00e9m nasce da capacidade de gerar novas riquezas sob controle popular. O poder do povo nordestino est\u00e1 em um coqueiral e n\u00e3o em caminh\u00f5es-pipa.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p>Com esta Nota, encerramos o breve ciclo de reflex\u00f5es e homenagens a partir do presenciado em terras do Cear\u00e1, Rio Grande do Norte e Para\u00edba. <\/p>\n<p>Indo al\u00e9m do que os olhos treinados observam, a leitura voraz de jornais locais ajudam a compreender de maneira suficiente para uma primeira impress\u00e3o, aquilo que reflete do modo de vida e domina\u00e7\u00e3o em sociedade naqueles 3 estados e destes, para a Regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Interessante observar que a tecnologia dominada neste pa\u00eds, tem know-how absurda e de volume ainda sub-utilizado. A riqueza jorra e vai literalmente pelo esgoto. Somente um programa de coleta seletiva, lavagem e um primeiro beneficiamento do coco poderia gerar renda para milhares de habitantes nas regi\u00f5es metropolitanas das capitais destes estados. Catadores urbanos e semi-urbanos, organziados atrav\u00e9s de movimento popular como o MNCR, poderiam solucionar o problema crucial e cr\u00edtico da coleta nestas capitais.<\/p>\n<p>Voltando a mat\u00e9ria prima, da fibra do coco sai tecido e dezenas de outros produtos derivados. Do caju, outras duas dezenas de derivados. N\u00e3o chegava a ser nem agro-ind\u00fastria, pois nas pr\u00f3prias zonas metropolitanas s\u00e3o ocupadas por vastas \u00e1reas ainda verdes.<\/p>\n<p>O turismo \u00e9 ind\u00fastria branca e nem t\u00e3o limpa; e termina poralterar o costume e o comportamento da popula\u00e7\u00e3o. O turismo controlado, se somado a um ciclo de agro-ind\u00fastria, geraria uma riqueza sem-fim. A tecnologia nacional empregada hoje em escala \u00ednfima poderia ser o laborat\u00f3rio para este desenvolvimento. O fundo para a mesma se encontra de forma residual nas favelas e periferias do Rio, S\u00e3o Paulo e no Distrito Federal.<\/p>\n<p>Entro no tema na pr\u00f3xima e \u00faltima Nota no tema, esta sim totalmente propositiva. O poder popular pode renascer na fibra do coco e da bananeira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poder tamb\u00e9m nasce da capacidade de gerar novas riquezas sob controle popular. O poder do povo nordestino est\u00e1 em um coqueiral e n\u00e3o em caminh\u00f5es-pipa. Foto: Com esta Nota, encerramos o breve ciclo de reflex\u00f5es e homenagens a partir do presenciado em terras do Cear\u00e1, Rio Grande do Norte e Para\u00edba. 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