{"id":2660,"date":"2021-01-06T15:51:16","date_gmt":"2021-01-06T18:51:16","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanaliseblog.com\/?p=2660"},"modified":"2021-01-06T15:51:16","modified_gmt":"2021-01-06T18:51:16","slug":"a-subserviencia-do-exercito-de-caxias-e-sua-estupida-retorica-contra-a-venezuela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=2660","title":{"rendered":"A subservi\u00eancia do ex\u00e9rcito de Caxias e sua est\u00fapida ret\u00f3rica contra a Venezuela"},"content":{"rendered":"\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100002472324690\">Pedro Guedes<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/blimarocha\/\">Bruno Lima Rocha<\/a>, ilustra\u00e7\u00e3o exclusiva de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100005706308090\">Rafael Costa \u00a0<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o: servilismo colonizado e anti-bolivariano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio do governo de Jair Bolsonaro, um dos principais desejos de parcela do ambiente pol\u00edtico e militar vem ganhando corpo, a realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es militares contra a Venezuela. Durante os governos Lula e Dilma (2003-2016), por mais que oficialmente o governo brasileiro tivesse boas rela\u00e7\u00f5es com o pa\u00eds vizinho, pol\u00edticos de carreira, personalidades ligadas a entidades pol\u00edticas de direita e extrema direita, militares e at\u00e9 membros da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defenderam o rompimento diplom\u00e1tico e se poss\u00edvel, um confronto militar com a Venezuela. Assim que houve uma virada de mesa, quando o golpe com apelido de impeachment derruba o governo de centro da ex-ministra chefe da Casa Civil de Luiz In\u00e1cio, imediatamente os senadores tucanos Aloyisio Nunes Ferreira e Jos\u00e9 Serra avan\u00e7aram de bom grado querendo ceder tudo para o Departamento de Estado do Imp\u00e9rio e petrol\u00edferas amigas dos gringos. Na chamada guerra das redes, com a busca incessante por argumentos espantalhos, o pa\u00eds de Sim\u00f3n Bol\u00edvar e Ezequiel Zamora substituiu Cuba no imagin\u00e1rio da parcela brasileira do andar de cima e mais alinhada com o Comando Sul e o estilo \u201cmiamero\u201d de estar no mundo. A quest\u00e3o se se segue \u00e9 \u201cpor qu\u00ea?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O pa\u00eds sul americano, que ao longo do S\u00e9culo XXI se tornou um parceiro econ\u00f4mico de consider\u00e1vel import\u00e2ncia para o Brasil, possui uma caracter\u00edstica que ou assusta ou ofende muitas pessoas no nosso pa\u00eds: um projeto pol\u00edtico que seria baseado na interpreta\u00e7\u00e3o chavista do Pensamento Bolivariano. A estupidez da direita brasileira insiste em elogiar o per\u00edodo anterior, o do Pacto de Punto Fijo, sendo este um acordo olig\u00e1rquico entre os tr\u00eas maiores partidos pol\u00edticos, definido em outubro de 1958 ap\u00f3s o levante popular que derruba P\u00e9rez Jim\u00e9nez. Quando o ex-presidente Hugo Rafael Ch\u00e1vez Fr\u00edas foi eleito em dezembro de 1998, vindo a tomar posse em janeiro de 1999, seu compromisso pol\u00edtico n\u00e3o passava em romper com o pacto olig\u00e1rquico, combater corrup\u00e7\u00e3o e erradicar a pobreza. Uma vez que as finan\u00e7as e recursos da gigante estatal petrol\u00edfera teriam de ser colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para o programa de distribui\u00e7\u00e3o de renda, seguida esta medida da convocat\u00f3ria e promulga\u00e7\u00e3o de uma nova Constitui\u00e7\u00e3o, a direita come\u00e7ou a se retirar do processo pol\u00edtico. Em abril de 2002 houve uma tentativa de golpe de Estado seguido de rebeli\u00e3o popular e contra golpe. Desde ent\u00e3o nunca mais os partidos da oligarquia e da nova direita concorreram unificados, com exce\u00e7\u00e3o de abril de 2013, quando Capriles perde para Maduro por pequena margem. Ch\u00e1vez falecera em mar\u00e7o daquele mesmo ano, tendo sido reeleito em outubro de 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>A pol\u00edtica venezuelana j\u00e1 era muito conturbada com Ch\u00e1vez vivo, fica ainda mais dura, tanto no plano dom\u00e9stico como no cen\u00e1rio internacional. Entre 2013 e 2016, Obama amplia os processos de bloqueio e sabotagem, e, a partir de janeiro de 2017 a posse de Donald Trump como presidente dos EUA radicaliza tudo, incluindo sequestro de bens, dep\u00f3sitos, garantias e ativos do Estado venezuelano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Voltando ao tema do \u201cargumento espantalho\u201d no Brasil, porque direita e extrema direita brasileira detestam tanto o chavismo sem Ch\u00e1vez, assim como odiavam com o ex-tenente coronel vivo? Seria por uma reprodu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica da lista de inimigos dos EUA? Est\u00e1 relacionada com o emprego dos recursos da PDVSA na promo\u00e7\u00e3o social? Seria uma cr\u00edtica honesta contra o culto \u00e0 personalidade e a militariza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds? N\u00e3o alimentamos ilus\u00f5es de grandeza intelectual da laia \u201cnacional\u201d. Em tese, no discurso difundido, o \u201cbolivarianismo\u201d seria uma forma particularmente nefasta de \u201csocialismo\u201d, seja l\u00e1 o que isso signifique na met\u00e1stase intelectual que acomete coxinhas e galinhas verdes! Se h\u00e1 um ponto de encontro no \u00f3dio \u00e0 Venezuela, esse decorre do preconceito que existe no Brasil contra qualquer pensamento pol\u00edtico-filos\u00f3fico que seja diferente da l\u00f3gica servil e neocolonial que domina o pensamento de boa parte das elites e classes m\u00e9dias por aqui. L\u00f3gico, que tamanho servilismo \u00e9 aos Estados Unidos da Am\u00e9rica, confundindo os interesses da Superpot\u00eancia com o dessas fra\u00e7\u00f5es de classe colonizadas, subalternas, racistas, exploradoras e parasit\u00e1rias em grande medida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A hostilidade contra a Venezuela chega aos quarteis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa hostilidade \u00e0 Venezuela, como j\u00e1 dita antes, mesmo sendo presente em todo s\u00e9culo XXI, chegou a um patamar in\u00e9dito at\u00e9 aqui, com a realiza\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios militares pelo Ex\u00e9rcito Brasileiro (tamb\u00e9m chamado de Ex\u00e9rcito \u201cde Caxias) na Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, em setembro de 2020. Esse exerc\u00edcio, chamado de Amaz\u00f4nia 2020, envolveu 3300 homens (equivalentes a um Regimento com efetivo completo), vindos de unidades de todos os cinco Comandos Militares existentes no Brasil [1].<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse exerc\u00edcio foi simulado o seguinte cen\u00e1rio: um pa\u00eds vizinho, denominado de \u201cPa\u00eds Vermelho\u201d invade o territ\u00f3rio do \u201cPa\u00eds Azul\u201d, que tem como objetivo, retomar os territ\u00f3rios perdidos, a partir de uma contraofensiva [2]. Ainda que a escolha das cores utilizadas possa suscitar poss\u00edvel direcionamento ideol\u00f3gico, com a cor vermelha sendo atribu\u00edda a Venezuela, cabe destacar que o padr\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o amigo\/inimigo utilizada no planejamento das opera\u00e7\u00f5es \u00e9 baseado no padr\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o utilizado pela OTAN, o padr\u00e3o BLUEFOR\/REDFOR [3].<\/p>\n\n\n\n<p>O que levanta suspeita quanto \u00e0 execu\u00e7\u00e3o do \u201cAmaz\u00f4nia 2020\u201d (que \u00e9 realizado anualmente desde 2002) \u00e9 a ret\u00f3rica cada vez mais hostil do Governo Federal, que em 2019 cogitou em participar de uma poss\u00edvel invas\u00e3o \u00e0 Venezuela, em conjunto com Col\u00f4mbia e Estados Unidos [4].&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa poss\u00edvel opera\u00e7\u00e3o militar n\u00e3o atende a nenhuma necessidade formal e soberana do Brasil, pois os recursos naturais que a Venezuela possui o Estado brasileiro j\u00e1 \u00e9 possuidor. Politicamente, uma hipot\u00e9tica vit\u00f3ria contra um pa\u00eds cercado, sob um bloqueio criminoso e escasso de bens fundamentais n\u00e3o nos traria prest\u00edgio algum na Am\u00e9rica do Sul. Muito pelo contr\u00e1rio. Uma prov\u00e1vel derrota militar a partir da estrat\u00e9gia de resist\u00eancia venezuelana, coincidentemente tamb\u00e9m defendida pelo Ex\u00e9rcito Brasileiro, mancharia ainda mais a reputa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds internacionalmente. J\u00e1 a combalida economia brasileira, entregue aos des\u00edgnios neoliberais desde 2015, passaria maus bocados pelas restri\u00e7\u00f5es que o conflito poderia trazer. Mas ent\u00e3o, o que move esse desejo do governo brasileiro hoje?<\/p>\n\n\n\n<p>A ideologia servil e nada mais. N\u00e3o \u00e9 novidade o alinhamento ideol\u00f3gico do Brasil com os Estados Unidos, que vem desde os anos de 1940, no m\u00ednimo [5]. Contudo, desde 2015, vimos tanto a elite pol\u00edtica brasileira como militares de alto escal\u00e3o, explicitamente alinhados aos discursos e teses dos EUA. Ap\u00f3s o golpe disfar\u00e7ado de impeachment, o Governo Temer acelerou a subservi\u00eancia do Estado brasileiro ao seu poderoso do Norte. Isso ocorreu a partir de duas maneiras e foi intensificado no governo Bolsonaro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As duas formas de subservi\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A primeira forma de subservi\u00eancia expl\u00edcita foi assinatura de tratados militares com os EUA, onde temos a cess\u00e3o do uso da Base A\u00e9rea de Alc\u00e2ntara, no Maranh\u00e3o, sob as cl\u00e1usulas no m\u00ednimo estranhas. Entre seus termos, est\u00e1 a proibi\u00e7\u00e3o de pessoal brasileiro transitar em algumas \u00e1reas do complexo. O resultado mais vis\u00edvel desse acordo \u00e9 a impossibilidade do desenvolvimento do programa espacial brasileiro, que ficaria ref\u00e9m das gra\u00e7as \u2013 ou garras do programa espacial estadunidense. Se fosse o caso de imitar o Imp\u00e9rio, ter\u00edamos de acelerar o programa espacial brasileiro ao inv\u00e9s de subordin\u00e1-lo a um pa\u00eds que lidera o setor Isso, no longo prazo, impacta no desenvolvimento de tecnologias [6].<\/p>\n\n\n\n<p>Como se n\u00e3o fosse pouco, ainda h\u00e1 o pacto RDT&amp;E (Sigla para Pesquisa, Desenvolvimento, Testes e Avalia\u00e7\u00e3o), que segundo seus entusiastas, seria o primeiro passo para inserir as empresas brasileiras no setor de defesa estadunidense. Entretanto, esse mesmo acordo abre o mercado brasileiro de defesa para as empresas dos EUA [7]. Enquanto a maioria das firmas do setor em nosso pa\u00eds s\u00e3o empresas pequenas, do outro lado temos a m\u00e1quina do Complexo Industrial-Militar, composta por empresas gigantes, como a divis\u00e3o militar da Boeing, ou a Lockheed Martin, que com facilidade, podem dominar e ampliar a desindustrializa\u00e7\u00e3o do Brasil. Podem fazer isso atrav\u00e9s da &nbsp;aquisi\u00e7\u00e3o de empresas menores ou a simples concorr\u00eancia, com seus ganhos de escala e expertise.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ponto, ainda h\u00e1 o reconhecimento do Brasil como aliado priorit\u00e1rio extra-OTAN, que al\u00e9m de nos afastar da cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es locais para os desafios dessa \u00e1rea, coloca o Brasil numa posi\u00e7\u00e3o de amplificador local dos m\u00e9todos e teses estadunidenses para&nbsp; a Am\u00e9rica Latina. Com isso importamos e espalhamos na Am\u00e9rica Latina \u201csolu\u00e7\u00f5es\u201d que s\u00e3o incompat\u00edveis com os problemas das na\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o [8].<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda forma do estreitamento desse alinhamento irrestrito com os Estados Unidos ocorre pelo envio de oficiais para servir no \u00e2mbito do SOUTHCOM (Comando Militar do Sul Global dos EUA) [9]. Iniciado ainda no Governo Temer, essa a\u00e7\u00e3o declaradamente subserviente coloca em xeque a lealdade dos oficiais que para l\u00e1 s\u00e3o enviados. Ao inv\u00e9s de defender o Brasil, mesmo em sua vis\u00e3o idealizada pela burocracia formal, estes militares prestam defer\u00eancia \u00e0 autoridade estrangeira, o que em hip\u00f3tese de conflito, pode ser muito problem\u00e1tico. Al\u00e9m disso, o sal\u00e1rio deste militar enviado para os EUA \u00e9 pago pelo contribuinte brasileiro. N\u00f3s pagamos aqueles que em caso de amea\u00e7a militar, provavelmente n\u00e3o nos proteger\u00e3o. Situa\u00e7\u00e3o vexat\u00f3ria, absurda e injustific\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>O brigadeiro da For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira David Almeida Alcoforado, est\u00e1 no&nbsp; Comando Sul desde janeiro de 2020 e em outubro do mesmo ano foi alocado na como subdiretor na Diretoria de Estrat\u00e9gia, Diretriz Pol\u00edtica e Planos (conhecida como J5), est\u00e1 encarregado de auxiliar no planejamento de opera\u00e7\u00f5es do SOUTHCOM na \u00e1rea do narcotr\u00e1fico [10]. Vale lembrar que tema esse que foi a desculpa para interven\u00e7\u00f5es na Am\u00e9rica Latina nos anos 90. Al\u00e9m de trabalhar diretamente para uma pot\u00eancia estrangeira, expansionista e n\u00e3o interessada no desenvolvimento do Brasil, tem que passar por situa\u00e7\u00f5es bizarras.<\/p>\n\n\n\n<p>Em julho de 2020, o ent\u00e3o comandante em chefe do Comando Sul das For\u00e7as Armadas dos EUA, Almirante Feller, em conversa com o ainda presidente Donald Trump, disse jocosamente que \u201co Brasil paga para ele (o brigadeiro brasileiro) trabalhar para mim\u201d. O mesmo foi dito para um oficial colombiano, tamb\u00e9m enviado para o Southcom [11].<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o: um conjunto de infelicidades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente tudo o que foi descrito neste texto forma a mais pura verdade, absolutamente irrefut\u00e1vel. Mais infeliz ainda \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o vexat\u00f3ria em que se encontra nosso pa\u00eds, incluindo uma razo\u00e1vel parcela de sua camada dominante, burocracia militar de carreira mais que inclu\u00edda. A ret\u00f3rica est\u00fapida que sempre mescla pol\u00edtica dom\u00e9stica com \u201cperten\u00e7a civilizacional ou universo de ideias absolutamente abstratas\u201d tende a criar ainda mais cegueira na massa de repetidores cibern\u00e9ticos, e amplia a capacidade do exerc\u00edcio c\u00ednico da falta de raz\u00e3o para interesse pr\u00f3prio. A infelicidade desta gente se completa ao constatarmos que a ret\u00f3rica est\u00fapida contra a Venezuela \u00e9 um eco das vontades do Comando Sul do Imp\u00e9rio. Por sinal, nesta inst\u00e2ncia imperialista \u00e9 onde oficiais latino-americanos de alta patente trabalham de gra\u00e7a, sendo pagos pelos contribuintes de nossos pa\u00edses para atuar contra os interesses da Am\u00e9rica Latina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Pedro Guedes<\/em> \u00e9 internacionalista e gradando em direito (<a href=\"mailto:pedro_0141@hotmail.com\">pedro_0141@hotmail.com<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p><em>Bruno Lima Rocha<\/em> (Bruno Lima Rocha Beaklini) \u00e9 militante socialista libert\u00e1rio de origem \u00e1rabe-brasileira e editor dos canais do Estrat\u00e9gia &amp; An\u00e1lise, Contato: blimarocha@gmail.com | facebook.com\/blimarocha<\/p>\n\n\n\n<p>Blog: www.estrategiaeanaliseblog.com<\/p>\n\n\n\n<p>facebook.com\/estrategiaeanaliseoficial<\/p>\n\n\n\n<p>Twitter: twitter.com\/estanalise<\/p>\n\n\n\n<p>YouTube: Estrat\u00e9gia e An\u00e1lise Blog<\/p>\n\n\n\n<p>Telegram: t.me\/estrategiaeanalise<\/p>\n\n\n\n<p><em>Rafael Costa<\/em> \u00e9 desenhista e cartunista (E-mail- Rafael.martinsdacosta@yahoo.com.br. Instagram- @chargesecartuns )<\/p>\n\n\n\n<p>Fontes:<\/p>\n\n\n\n<p>[1] https:\/\/tecnodefesa.com.br\/operacao-amazonia-2020-o-exercito-mostra-sua-capacidade-de-atuacao\/<\/p>\n\n\n\n<p>[2] https:\/\/www.forte.jor.br\/2020\/10\/14\/exercito-brasileiro-faz-simulacao-de-guerra-sem-precedentes-na-amazonia\/<\/p>\n\n\n\n<p>[3] https:\/\/www.alternatewars.com\/BBOW\/NATO_Symbols\/APP-6.pdf<\/p>\n\n\n\n<p>[4] https:\/\/www.defesanet.com.br\/ven\/noticia\/38205\/EUA&#8211;tudo-ou-nada-na-Venezuela-%E2%80%93-Brasil-a-tiracolo\/<\/p>\n\n\n\n<p>[5] https:\/\/jornalggn.com.br\/artigos\/acordo-militar-com-os-eua-e-volta-ao-passado-por-gilberto-maringoni\/<\/p>\n\n\n\n<p>[6] https:\/\/outraspalavras.net\/desigualdades-mundo\/alcantara-acordo-indigno\/<\/p>\n\n\n\n<p>[7] https:\/\/noticias.r7.com\/brasil\/brasil-assina-acordo-militar-com-eua-que-da-acesso-a-us-100-bilhoes-08032020<\/p>\n\n\n\n<p>[8] http:\/\/reporterpopular.com.br\/o-ocaso-da-escola-de-defesa-sul-americana-um-fracasso-planejado-da-integracao-regional-em-ambito-securitario\/?fbclid=IwAR3woQEFWEJ52e94ciRTznnbSPqt8Xer1e6I2WjJWIIGrSj3QdLTYhMFh8c<\/p>\n\n\n\n<p>[9] https:\/\/dialogo-americas.com\/pt-br\/articles\/oficial-da-forca-aerea-brasileira-assume-subdiretoria-no-comando-sul-dos-eua\/<\/p>\n\n\n\n<p>[10] https:\/\/www.trbn.com.br\/materia\/I27488\/comandante-americano-brasil-paga-para-brigadeiro-trabalhar-para-mim<\/p>\n\n\n\n<p>[11] https:\/\/www.brasil247.com\/blog\/sugerido-pelo-embaixador-celso-amorim-o-dia-nacional-da-vergonha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedro Guedes e Bruno Lima Rocha, ilustra\u00e7\u00e3o exclusiva de Rafael Costa \u00a0 Introdu\u00e7\u00e3o: servilismo colonizado e anti-bolivariano Desde o in\u00edcio do governo de Jair Bolsonaro, um dos principais desejos de parcela do ambiente pol\u00edtico e militar vem ganhando corpo, a realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es militares contra a Venezuela. 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