{"id":635,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=635"},"modified":"2023-03-13T21:32:41","modified_gmt":"2023-03-14T00:32:41","slug":"geopolitica-da-celulose-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=635","title":{"rendered":"Geopol\u00edtica da Celulose &#8211; 1"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/erling_lorentzen.jpg\" title=\"\n\n<p >O empres\u00e1rio noruegu\u00eas Erling Lorentzen e sua esposa, a princesa Ragnhild Alexandra, que compartilha a estirpe da realeza n\u00f3rdica (sueco-norueguesa). Radicados no Brasil e operando como cabe\u00e7as de ponte das papeleiras escandinavas, s\u00e3o art\u00edfices desta ind\u00fastria especializada em sugar os recursos h\u00eddricos do Cone Sul da Am\u00e9rica. <\/p>\n<p> &#8211; Foto:&#8221; alt=&#8221;<\/p>\n<p >O empres\u00e1rio noruegu\u00eas Erling Lorentzen e sua esposa, a princesa Ragnhild Alexandra, que compartilha a estirpe da realeza n\u00f3rdica (sueco-norueguesa). Radicados no Brasil e operando como cabe\u00e7as de ponte das papeleiras escandinavas, s\u00e3o art\u00edfices desta ind\u00fastria especializada em sugar os recursos h\u00eddricos do Cone Sul da Am\u00e9rica. <\/p>\n<p> &#8211; Foto:&#8221; class=&#8221;image&#8221;><figcaption class=\"fig-caption\">\n<p >O empres\u00e1rio noruegu\u00eas Erling Lorentzen e sua esposa, a princesa Ragnhild Alexandra, que compartilha a estirpe da realeza n\u00f3rdica (sueco-norueguesa). Radicados no Brasil e operando como cabe\u00e7as de ponte das papeleiras escandinavas, s\u00e3o art\u00edfices desta ind\u00fastria especializada em sugar os recursos h\u00eddricos do Cone Sul da Am\u00e9rica. <\/p>\n<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p >Partindo das emerg\u00eancias vividas no Cone Sul, o debate das chamadas papeleiras (pasteras) \u00e9 a urg\u00eancia sonando de uma sirene hist\u00f3rica e nada alarmista. O t\u00edtulo e a numera\u00e7\u00e3o desta Nota j\u00e1 apontam que o texto que segue \u00e9 o primeiro desta nova s\u00e9rie, o in\u00edcio de alguns. As palavras v\u00e3o ao encontro da medida tomada pela Procuradoria Geral da Rep\u00fablica (nuestra Fiscal\u00eda), que na figura do Procurador Geral, Ant\u00f4nio Fernando de Souza, entrara com uma A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal (Suprema Corte), para impedir o avan\u00e7o da ind\u00fastria do eucalipto no sul do Brasil. A medida \u00e9 uma resposta jur\u00eddica a uma medida neoliberal que \u201cagilizara\u201d o licenciamento ambiental, permitindo a expans\u00e3o da silvicultura no Rio Grande do Sul, por parte do \u00f3rg\u00e3o \u201cregulador\u201d estadual, mas sem o devido estudo conclusivo do impacto no meio ambiente que esta nova ocupa\u00e7\u00e3o \u201cprodutiva\u201d j\u00e1 acarreta. <\/p>\n<p >Sempre vale lembrar, tanto para n\u00f3s mesmos como para los vecinos hermanos, que o estado \u00e9 lindero de Corrientes (Argentina, cuja fronteira \u00e9 a costa do Rio Uruguay), cercano a Entre R\u00edos (tamb\u00e9m no Litoral argentino) e com uma fronteira seca enorme com a Rep\u00fablica Oriental del Uruguay (Banda Oriental, territ\u00f3rio matriz da Liga Federal de los Pueblos Libres). Digo isso porque da parte dos agentes econ\u00f4micos, o mapa de investimentos enxerga o territ\u00f3rio como o conjunto de recursos, terra f\u00e9rtil, o segundo maior manancial de \u00e1gua doce do mundo (aq\u00fc\u00edfero guarani), a segunda maior lagoa fluvial das am\u00e9ricas (a Laguna dos Patos, o nosso mar de dentro) e toda a \u00e1rea de banhados dos dois lados da barranca do Rio Uruguay, \u201crio dos p\u00e1ssaros\u201d no idioma original. Todo o complexo da Bacia do Rio Paran\u00e1 em sua metade meridional est\u00e1 amea\u00e7ado por esta invas\u00e3o colonial. Ao inv\u00e9s de caravelas e tropas de mamelucos de S\u00e3o Paulo, a gringada vem com engenheiros florestais e mudas transg\u00eanicas. Isto sem falar dos governos d\u00f3ceis e\/ou corruptos, em n\u00edvel central e subnacional, e os financiamentos atrav\u00e9s de recursos p\u00fablicos para fins privados e com controle majorit\u00e1rio transnacional. <\/p>\n<p >Nossa perspectiva deve iniciar mirando ao outro lado, n\u00e3o do rio, mas dos agentes desta luta. Considero importante narrar o perfil dos \u201cplayers\u201d da ind\u00fastria da celulose e papel atuando no sul do mundo. Segue abaixo um brev\u00edssimo trabalho de pesquisa, em fontes abertas e usando apenas a internet como ferramenta. Todos os dados t\u00eam a origem em p\u00e1ginas e portais corporativos oficiais destes conglomerados. Ou seja, a m\u00eddia corporativa n\u00e3o investiga ou denuncia, ou apenas narra todas as coisas como s\u00e3o, porque n\u00e3o quer. A boa e velha verdade factual chocante ou estarrecedora deve ficar a lo largo das mentiras do corporate business. O tempo que a reda\u00e7\u00e3o tomou-me n\u00e3o passara de 45 minutos entre leitura, escrever, revisar, buscar os enlaces e hiperlinks e enviar para o local de postagem. <\/p>\n<p >Detalhe, quem escreve \u00e9 periodista de of\u00edcio, mas docente universit\u00e1rio de profiss\u00e3o. Se fosse um craque do jornalismo de investiga\u00e7\u00e3o, fazia chover nestas duas laudas. Como analista, me contento com o racioc\u00ednio l\u00f3gico e as evid\u00eancias irrefut\u00e1veis. Justo o oposto da prensa como ela \u00e9, incluindo as vivandeiras midi\u00e1ticas da Prov\u00edncia ga\u00facha, os mesmos coleguinhas que viajaram para a Su\u00e9cia Finl\u00e2ndia, com as despesas pagas pela Stora Enso, indo conhecer as maravilhas tecnol\u00f3gicas que v\u00e3o exaurir da terra charrua e tape o recurso mais importante do s\u00e9culo XXI, a \u00e1gua! Pe\u00e7o um pouco de paci\u00eancia para uma leitura acurada das obviedades que narro abaixo. Vamos aos \u201cplayers\u201d. <\/p>\n<p >A come\u00e7ar pela maravilha bancada pela Intend\u00eancia de Fray Bentos e que se escora <st1:PersonName ProductID=\"em Tabar\u00e9 V\u00e1zquez\" w:st=\"on\">em Tabar\u00e9 V\u00e1zquez<\/st1:PersonName> para gerar nada mais que 180 postos de trabalho para uruguaios e somente 33 vagas para naturais do Departamento de Rio Negro, cuja sede \u00e9 a cidade hermana de Gualeguaychu, ou seja, Fray Bentos. L\u00e1 est\u00e1 a planta pastera de Botnia, uma empresa finlandesa, cujo capital tem como grande acionista as \u201ccooperativas\u201d de explora\u00e7\u00e3o de florestas daquele pa\u00eds, j\u00e1 teve Nokia como pesada investidora e no momento divide seu capital com a UPM-Kymenne. Esta empresa, na origem tamb\u00e9m finladesa, \u00e9 a United Paper Mills, surgida em <st1:metricconverter ProductID=\"1870. A\" w:st=\"on\">1870. A<\/st1:metricconverter> mesma se funde com a Kymenne Corp and Repola Ltd e se torna a segunda controladora da pr\u00f3pria Botnia. <\/p>\n<p >Duvido que em s\u00e3 consci\u00eancia, algum especialista de fora da Escandin\u00e1via possa identificar com precis\u00e3o os controladores de fato deste conglomerado Finland\u00eas. O mesmo se passa com a Aracruz. A nobre empresa produtora de mat\u00e9ria prima para o papel higi\u00eanico, tem seu capital oriundo do cruzamento da fam\u00edlia de empres\u00e1rios noruegueses, os Lorentzen, com \u201csangue nobre e n\u00f3rdico\u201d. Erling Lorentzen, noruegu\u00eas, filho do empres\u00e1rio de navega\u00e7\u00e3o Oivind Lorentzen, se formou em Harvard e veio a casar-se com a princesa Ragnhild Alexandra da Noruega. Sua esposa \u00e9 filha do Rei Olavo V (Noruega), com a rainha Martha (da Su\u00e9cia). Assim, o cunhado do chefe do cl\u00e3 que controla 28% da Aracruz (at\u00e9 a pr\u00f3xima mudan\u00e7a de controle de capital, fato que est\u00e1 por vir) \u00e9 o rei Harald V (monarca da Noruega). <\/p>\n<p >Erling come\u00e7ou a trabalhar no Brasil no ano de 1953 e \u00e9 muito popular entre a elite de 400 anos, com traumas de aristocracia dos tr\u00f3picos, em fun\u00e7\u00e3o de sua capacidade como navegador. Os feitos n\u00e1uticos e empresariais de Erling, somando ao fato dele optar por viver entre n\u00f3s, brasileiros e latino-americanos, o fez um \u201cexemplo de amor ao Brasil\u201d. Isto segundo executivos dos mais altos escal\u00f5es, dentre eles o \u201cengenheiro\u201d Eliezer Batista, presidente da Vale do Rio Doce (estatal privatizada atrav\u00e9s de avalia\u00e7\u00e3o da \u201cilibada\u201d corretora Merril Lynch). Este prest\u00edgio tamb\u00e9m passa pelo controle da NorSul (navega\u00e7\u00e3o) al\u00e9m de ter sido controlador acion\u00e1rio da antiga subsidi\u00e1ria de g\u00e1s da Esso (Exxon Mobile). Os Lorentzen j\u00e1 eram especialistas no neg\u00f3cio de transporte do G\u00e1s de Petr\u00f3leo Liquefeito (GPL), no Golfo do M\u00e9xico, e por d\u00e9cadas operaram com a estrutura comprada da ilibada empresa que apoiara o regime do Apertheid Sul Africano. <\/p>\n<p >Uma s\u00f3cia menor da Botnia e da Aracruz, a Boise Cascade Corporation, tem origem nos EUA e em fevereiro \u00faltimo vendeu toda a parte de beneficiamento de papel. Assim, de uma papeleira, sa\u00edram duas empresas, sendo que a Boise Inc. n\u00e3o opera na Am\u00e9rica Latina. As instala\u00e7\u00f5es desta papeleira estadunidense s\u00e3o no munic\u00edpio de Gua\u00edba, justo por ironia, na cidade onde sa\u00edram as conspira\u00e7\u00f5es para a tomada de Porto Alegre e o in\u00edcio da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha (1835-1845). A mesma Rep\u00fablica tra\u00edda <st1:PersonName ProductID=\"em Ponche Verde\" w:st=\"on\">em Ponche Verde<\/st1:PersonName> (tratado de paz com o Imp\u00e9rio do Rio de Janeiro), a mesma Liberdade vendida em Porongos (entrega das sentinelas e massacre dos lanceiros negros farrapos para as tropas imperiais) v\u00ea sua hist\u00f3ria tr\u00e1gica ser reescrita com os slogans, spots e pe\u00e7as publicit\u00e1rias compostos por ag\u00eancias de marketing e neg\u00f3cios que contrataram toques de gaitas de artistas \u201ctradicionalistas\u201d; da estirpe daqueles que \u201ctradicionalmente\u201d venderam a terra e como tal, leiloaram a alma. <\/p>\n<p >Voltando a narrativa das empresas, Operando na Zona Sul-Litoral Sul, est\u00e1 uma empresa brasileira, mas que se articula como transnacional. Trata-se da Votorantim Celulose e Papel (VCP), do Grupo Votorantim, controlado pela fam\u00edlia Erm\u00edrio de Moraes, l\u00edder do cartel do cimento e do alum\u00ednio no Brasil. Mesmo com a pecha de \u201cnacional\u201d, a subsidi\u00e1ria de Ant\u00f4nio Erm\u00edrio de Moraes tem 48% de sua composi\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria captando investidores no sistema Free Float, jogando em bolsas mundo afora e \u201cprospectando\u201d \u201cplayers\u201d cujo perfil \u00e9 de 66% de investidores estrangeiros. Ou seja, um fundo de pens\u00e3o de velhinhas da Costa Leste dos EUA ou de um pr\u00edncipe dos Emirados, operado por gente do quilate de Arm\u00ednio Fraga (ex-presidente do Banco Central e ex-membro do staff de George Soros), pode executar uma compra em massa, pulverizada atrav\u00e9s de centenas de home brokers e adquirir a mais de 30% das a\u00e7\u00f5es da VCP. Quem paga para ver que isso n\u00e3o est\u00e1 por ocorrer ou j\u00e1 ocorreu?<\/p>\n<p >J\u00e1 a campe\u00e3 de compra de terras na zona de fronteira \u00e9 a Stora Enso Brasil, campe\u00e3 tamb\u00e9m da atua\u00e7\u00e3o de forma ilegal. \u00c9 simples, a lei brasileira impede que empresas ou naturais estrangeiros sejam propriet\u00e1rios nos 150 kms. da linha de fronteira para dentro do pa\u00eds). A sa\u00edda, j\u00e1 denunciada por centenas de entidades, \u00e9 se utilizar de laranjas (testa-ferros) assumidos. \u00c9 o caso da Azenglever Agropecu\u00e1ria, uma fic\u00e7\u00e3o empresarial cujo controle acion\u00e1rio pertence a empregados da transnacional. Esta \u00e9 a Stora (and) Enso Oyj, uma fus\u00e3o recente, nascida em 1998. Sua fus\u00e3o deriva de duas empresas. A finlandesa Enso Oyj e a sueca Swedish Stora Kopparbergs Bergslags Aktiebolag (cuja sigla \u00e9 STORA). Neste mesmo ano, a transnacional sueco-finlandesa (escandinava), abriu seus investimentos na China, comprando a Suzhou Papyrus Paper. Os \u201ctrabalhos\u201d no Brasil iniciam em 1997, quando a ent\u00e3o empresa apenas sueca Stora, se associa com a Veracruz Florestal Ltda, ent\u00e3o subsidi\u00e1ria da Odebrecht para o ramo de celulose e papel. Em <st1:metricconverter ProductID=\"1998, a\" w:st=\"on\">1998, a<\/st1:metricconverter> raz\u00e3o social muda para Veracel Celulose S\/A \u2013 enquanto na matriz d\u00e1-se a fus\u00e3o som a Enso Oyj. Em 2000 ocorre a entrada da Aracruz Celulose no empreendimento, consolidando assim \u201cjoint venture\u201d. No meio do neg\u00f3cio, capitais da Noruega, Su\u00e9cia e Finl\u00e2ndia; al\u00e9m da igualmente conduta ilibada dos banqueiros da fam\u00edlia Safra. <\/p>\n<p >Usando-me das asneiras sem\u00e2nticas do neoliberalismo, afirmo que estes s\u00e3o os PLAYERS. VCP, Stora Enso, Aracruz, Boise e Botnia. No fundo do caixa, recursos financeiros do povo brasileiro, atrav\u00e9s de financiamento do BNDES, injetando dinheiro mesmo com a ilegalidade da expans\u00e3o da silvicultura em solo brasileiro. No caso uruguaio, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dram\u00e1tica quanto, chegando ao limite de indispor dois pa\u00edses nas suas rela\u00e7\u00f5es para defender a instala\u00e7\u00e3o de uma transnacional. Por sorte que a defesa da Costa do Uruguai esta acima das coimas, propinas e corrup\u00e7\u00f5es de pol\u00edticos profissionais no campo de nosso territ\u00f3rio. <\/p>\n<p >Outra Batalha do M\u2019boror\u00e9 est\u00e1 por vir, cedo ou tarde. E isto n\u00e3o \u00e9 profecia, \u00e9 an\u00e1lise mesmo.<\/p>\n<p >Esta Nota foi originalmente publicada no portal de Claudemir Pereira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-635","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/635","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=635"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/635\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11561,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/635\/revisions\/11561"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=635"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=635"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=635"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}