{"id":69,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=69"},"modified":"2023-03-13T20:43:26","modified_gmt":"2023-03-13T23:43:26","slug":"acao-direta-e-a-formacao-politica-um-estudo-com-base-nas-premissas-de-hume","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=69","title":{"rendered":"A\u00e7\u00e3o Direta e a Forma\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica, um estudo com base nas premissas de Hume"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/greve.jpg\" title=\"Greve de 1917 mobilizou 25 mil trabalhadores no Brasil. Se numa experi\u00eancia pol\u00edtica coletiva o indiv\u00edduo militante n\u00e3o passar por uma forte influ\u00eancia, ent\u00e3o n\u00e3o houve experi\u00eancia alguma. Seja esta experi\u00eancia ir a uma passeata, criar uma associa\u00e7\u00e3o, ocupar terras devolutas ou trabalhar num ve\u00edculo popular de comunica\u00e7\u00e3o. - Foto:Caf\u00e9 Hist\u00f3ria\" alt=\"Greve de 1917 mobilizou 25 mil trabalhadores no Brasil. Se numa experi\u00eancia pol\u00edtica coletiva o indiv\u00edduo militante n\u00e3o passar por uma forte influ\u00eancia, ent\u00e3o n\u00e3o houve experi\u00eancia alguma. Seja esta experi\u00eancia ir a uma passeata, criar uma associa\u00e7\u00e3o, ocupar terras devolutas ou trabalhar num ve\u00edculo popular de comunica\u00e7\u00e3o. - Foto:Caf\u00e9 Hist\u00f3ria\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Greve de 1917 mobilizou 25 mil trabalhadores no Brasil. Se numa experi\u00eancia pol\u00edtica coletiva o indiv\u00edduo militante n\u00e3o passar por uma forte influ\u00eancia, ent\u00e3o n\u00e3o houve experi\u00eancia alguma. Seja esta experi\u00eancia ir a uma passeata, criar uma associa\u00e7\u00e3o, ocupar terras devolutas ou trabalhar num ve\u00edculo popular de comunica\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Caf\u00e9 Hist\u00f3ria<\/small><\/figure>\n<p>Rio de Janeiro, novembro de 2000<\/p>\n<p>Este trabalho &eacute; apenas um artigo opinativo. Trata-se de um exerc&iacute;cio de opini&atilde;o para um &quot;ve&iacute;culo&quot; (suposto) para onde este artigo deveria ser voltado. Estipulo que este seria um jornal de esquerda, um seman&aacute;rio co-financiado pelas entidades do movimento popular de uma determinada regi&atilde;o metropolitana brasileira (ao qual n&atilde;o especifico). O &quot;ve&iacute;culo&quot; trabalharia no conceito de &quot;frente jornal&iacute;stica&quot;, forma parcialmente adotada na dita imprensa nanica da d&eacute;cada de 70. Tal jornal impresso seria regulamentado por um conselho das entidades financiadoras onde se determina a defini&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica da linha editorial assim como os graus de autonomia t&aacute;tica que a equipe de reda&ccedil;&atilde;o e colaboradores podem adotar.<\/p>\n<p>Caracterizo o &quot;artigo do trabalho&quot; como o de um colaborador, militante de base de uma comunidade perif&eacute;rica e coordenador do movimento de associa&ccedil;&atilde;o de moradores local.<\/p>\n<p>O eixo do artigo ser&aacute; a import&acirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o direta para forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica dos militantes, como forma de aumentar o grau de iniciativa dos militantes, e conseq&uuml;entemente aumentando a capacidade dos movimentos sociais.<\/p>\n<p>Buscando alguma fundamenta&ccedil;&atilde;o filos&oacute;fica, fui nas premissas b&aacute;sicas de Hume e encontrei resposta. Procuro fazer a analogia das impress&otilde;es fortes, geradoras de maior afec&ccedil;&atilde;o nos indiv&iacute;duos convivendo numa natureza (afec&ccedil;&atilde;o), onde a condi&ccedil;&atilde;o &eacute; necessariamente de parcialidade (Hume). Espero me fazer compreender.<\/p>\n<p>A modalidade de luta e forma&ccedil;&atilde;o popular<br \/>\n&quot;Vivemos um momento pol&iacute;tico onde nunca a classe oprimida se viu t&atilde;o bombardeada por uma carga de valores e necessidades constru&iacute;das pelo inimigo. Nossa renda e padr&otilde;es de vida s&atilde;o achatados dia-dia, paralelo a isso, o tecido social dos bairros se fragmenta, levando a &quot;guerra entre os pobres&quot;. Justificando assim a militariza&ccedil;&atilde;o da cidade e a presen&ccedil;a ostensiva do bra&ccedil;o armado do sistema em nossas comunidades.<\/p>\n<p>Quando a crise se aprofunda e o desespero cresce, &eacute; nesta hora quando mais se necessita de uma esquerda corajosa e independente. Nas situa&ccedil;&otilde;es limites, ou os indiv&iacute;duos s&atilde;o alicerces da luta coletiva, ou se tornam os melhores porta-vozes que a direita poderia um dia sonhar. A forma&ccedil;&atilde;o coletiva &eacute; em grande parte, reflexo daquilo que cada militante apresenta como experi&ecirc;ncia e trajet&oacute;ria militante. Seja na pr&aacute;tica te&oacute;rica, seja no barro e na rua. Se a forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da milit&acirc;ncia resumir-se a uma repeti&ccedil;&atilde;o de chav&otilde;es com espasmos de derrotismo ideol&oacute;gico, tal como trocar a luta de classes pela &quot;cidadania para todos&quot; ent&atilde;o a pr&aacute;tica pol&iacute;tica dos movimentos sociais ser&aacute; apenas um conjunto de reflexos p&aacute;lidos. T&iacute;midas convocat&oacute;rias que supostas lideran&ccedil;as, isoladas e encasteladas em burocracias legalistas, nos fizerem acreditar como verdade.<\/p>\n<p>Se faz urgente e necess&aacute;rio uma profunda discuss&atilde;o coletiva a respeito da forma&ccedil;&atilde;o dos ativistas. Precisamos recriar o trabalho de pr&aacute;tica te&oacute;rica a partir da utiliza&ccedil;&atilde;o de conceitos concretos. Conceitos que sejam verdadeiras ferramentas para analisar e intervir na realidade. Nenhuma ferramenta &eacute; criada por acaso, &eacute; necess&aacute;rio que o corpo de princ&iacute;pios e id&eacute;ias-guia seja redefinido. A partir da&iacute;, forjarmos nossas pr&oacute;prias ferramentas de trabalho. Este pode ser de cunho pol&iacute;tico, organizativo, formador ou de agita&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Ao entrarmos na discuss&atilde;o de princ&iacute;pios e id&eacute;ias-guia (bases doutrin&aacute;rias onde alicer&ccedil;amos a pr&aacute;tica e o acionar militante), pisamos num terreno bastante incerto. &Eacute; da natureza dos princ&iacute;pios de atua&ccedil;&atilde;o serem estes particulares a determinado grupo. Se hoje o reformismo &eacute; hegem&ocirc;nico na maioria das entidades, sem d&uacute;vida que um dos sintomas desta hegemonia &eacute; o fato da maioria dos militantes de base serem levados a confundirem os princ&iacute;pios de uma esquerda pelega e conciliadora, como sendo &quot;princ&iacute;pios naturais e at&eacute; mesmo hist&oacute;ricos&quot; do conjunto da esquerda brasileira. Nada poderia ser mais errado.<\/p>\n<p>Nas duas primeiras d&eacute;cadas do s&eacute;culo XX, a hegemonia anarquista na luta oper&aacute;ria, constru&iacute;da com suor, inser&ccedil;&atilde;o e barricadas, gerou uma profus&atilde;o de princ&iacute;pios e id&eacute;ias generalizadoras para o conjunto dos movimentos sociais urbanos. Neste momento hist&oacute;rico, conceitos como luta de classes, aboli&ccedil;&atilde;o da propriedade privada, resist&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, controle coletivo dos meios de produ&ccedil;&atilde;o, apoio m&uacute;tuo, solidariedade de classe, auto-defesa popular, pedagogia e educa&ccedil;&atilde;o libert&aacute;ria e outros mais, eram &quot;naturais&quot; para os sindicatos combativos. T&atilde;o &quot;naturais&quot; como hoje &eacute; &quot;natural&quot; para a maioria petista crer que o discurso de &quot;cidadania e a luta eleitoral&quot; podem gerar conquistas de fundo, como por exemplo a reforma agr&aacute;ria (?!). <\/p>\n<p>Se n&oacute;s que militamos nos setores mais combativos do movimento popular n&atilde;o cr&ecirc;em em tais pressupostos, &eacute; justo porque partimos de outros princ&iacute;pios orientadores de id&eacute;ias. Estes nos fazem trabalhar pela radicaliza&ccedil;&atilde;o das lutas protagonizadas por uma parcela organizada (minoria ativa) da maioria oprimida. Nossos princ&iacute;pios n&atilde;o s&atilde;o tirados do nada, s&atilde;o aquilo que cremos e interpretamos com os pr&oacute;prios olhos. A observa&ccedil;&atilde;o &eacute; no concreto, vemos o que vivemos, e nossa fun&ccedil;&atilde;o como militantes &eacute; transformar a realidade de nossos bairros e comunidades. Por outro lado temos que compreender que a mesma observa&ccedil;&atilde;o desta realidade, particularizada por pressupostos pelegos, pode gerar outra interpreta&ccedil;&atilde;o. E &eacute; necessariamente isso o que acontece.<\/p>\n<p>As burocracias afirmam estarmos em crise de paradigmas. Em suas mentes, a realidade n&atilde;o corresponde mais aos pressupostos te&oacute;ricos elaborados por suas dire&ccedil;&otilde;es (marxistas e\/ou reformistas). Portanto, ou muda-se a realidade (por decreto de pensamento abstrato), ou alternam os pressupostos, as bases do pensamento de esquerda, independente da corrente ou trajet&oacute;ria pol&iacute;tica. O produto final dessa mistura entre abstra&ccedil;&atilde;o e reformismo &eacute; uma pr&oacute;pria interpreta&ccedil;&atilde;o da realidade, que como toda interpreta&ccedil;&atilde;o social, nada tem de cient&iacute;fica mas muito de particular. Nesta postura, propositadamente se confunde pragmatismo pol&iacute;tico, aplicado na base da negocia&ccedil;&atilde;o de um programa m&iacute;nimo, com an&aacute;lise emp&iacute;rica da realidade. E vem da&iacute; a combina&ccedil;&atilde;o que gera a reprodu&ccedil;&atilde;o da hegemonia formativa nas esquerdas. O controle do aparato pol&iacute;tico-burocr&aacute;tico somado a um campo de alian&ccedil;as altamente &quot;flex&iacute;vel&quot;, gera a hegemonia conceitual de superf&iacute;cie. Quanto menos se participa, menos experi&ecirc;ncia pol&iacute;tica, e portanto, maior n&iacute;vel de reprodu&ccedil;&atilde;o de linhas j&aacute; estabilizadas. <\/p>\n<p>Para alterar este quadro, &eacute; fundamental a pr&aacute;tica da a&ccedil;&atilde;o direta. Podemos dizer, a partir de um ponto de vista revolucion&aacute;rio, que se numa experi&ecirc;ncia pol&iacute;tica coletiva o indiv&iacute;duo militante n&atilde;o passar por uma forte influ&ecirc;ncia, ent&atilde;o n&atilde;o houve experi&ecirc;ncia alguma. Seja esta experi&ecirc;ncia ir a uma passeata, criar uma associa&ccedil;&atilde;o, ocupar terras devolutas ou trabalhar num ve&iacute;culo popular de comunica&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, se a experi&ecirc;ncia gera a no&ccedil;&atilde;o de &quot;estabilidade&quot;, com alto grau de perman&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao sistema, o indiv&iacute;duo reproduz uma linha pol&iacute;tica frouxa, e assim garante a hegemonia dos reformistas. Sobre este ponto temos de refor&ccedil;ar nossa vontade transformadora. Ou alteramos a linha formativa da milit&acirc;ncia atrav&eacute;s da pr&aacute;tica da a&ccedil;&atilde;o direta em todos os n&iacute;veis poss&iacute;veis nesta conjuntura de &quot;normalidade democr&aacute;tica&quot;. Ou ent&atilde;o teremos de aceitar o jogo do pelego, c&uacute;mplice e parceiro do inimigo opressor. Para entrar nesse jogo, temos de abrir m&atilde;o do ativismo de base e partir para as disputas e concilia&ccedil;&otilde;es de gabinete. Como dizem na burocracia, teremos ent&atilde;o de entrar na &quot;luta eleitoral&quot; burguesa e disputar os aparatos falidos e verticalizados dos movimentos populares.<\/p>\n<p>A via transformadora dos paradigmas &eacute; outra. Gerarmos mais e mais experi&ecirc;ncias de a&ccedil;&atilde;o direta, influenciando a capacidade criadora dos militantes e a partir da radicalidade, estabelecermos um outro consenso. Disputas de gabinete fariam exatamente o que o pelego quer. Formar&iacute;amos uma nova burocracia, e o pior, com bom n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia. Para os setores combativos, o m&eacute;todo tem de ser outro.<\/p>\n<p>Somos aquilo que fazemos e s&oacute; fazemos o que ao menos pensamos saber. Por esta l&oacute;gica, quanto mais soubermos, mais poderemos fazer. A import&acirc;ncia da experi&ecirc;ncia reside justamente a&iacute;. Teremos ac&uacute;mulo de for&ccedil;as para disputarmos as estruturas de coordena&ccedil;&atilde;o dos movimentos, no exato momento que tivermos a mesma capacidade de for&ccedil;as para transformar estas estruturas. Transformaremos as estruturas vigentes na sociedade uma vez que nossas pr&oacute;prias estruturas organizativas possibilitem serem elas mesmas o embri&atilde;o da mudan&ccedil;a. Mudan&ccedil;a em todos os planos, somente poss&iacute;vel com a a&ccedil;&atilde;o direta em todos os n&iacute;veis de incid&ecirc;ncia. Apenas apontando os n&iacute;veis, estes seriam econ&ocirc;mico, social, pol&iacute;tico, t&eacute;cnico e ideol&oacute;gico.<\/p>\n<p>Voltando a este ponto, a a&ccedil;&atilde;o direta tem de ser o elemento b&aacute;sico para a forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do militante. &Eacute; ela que permite o salto de radicalidade na forma&ccedil;&atilde;o. A a&ccedil;&atilde;o transforma a mera reprodu&ccedil;&atilde;o de uma carga t&ecirc;nue de valores, conceitos e linha pol&iacute;tica, para tornar-se num instrumento de pr&aacute;tica te&oacute;rica. Em sua ess&ecirc;ncia aqui proposta, a pr&aacute;tica te&oacute;rica &eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o de conceitos:<\/p>\n<p>Teoria + Experi&ecirc;ncia Acumulada + An&aacute;lise da Realidade + Doutrina B&aacute;sica<\/p>\n<p>E, tudo sempre testado na pr&aacute;tica pol&iacute;tica, ou seja, na aplica&ccedil;&atilde;o de realidades conjunturais.<\/p>\n<p>Eliminando ao m&aacute;ximo as intermedia&ccedil;&otilde;es, mantendo apenas aquelas que s&atilde;o de fato necess&aacute;rias, proporcionaremos maiores n&iacute;veis de responsabilidade para os militantes. Assim, a experi&ecirc;ncia concreta nos planos organizativos, pol&iacute;tico-formativos, econ&ocirc;micos, culturais e agitativos, a milit&acirc;ncia se forjar&aacute; na pr&aacute;tica, compreendendo esta pr&aacute;tica a realiza&ccedil;&atilde;o das mais distintas tarefas. Revezando as intermedia&ccedil;&otilde;es executivas, elegendo-as por delega&ccedil;&atilde;o, quebraremos os mitos de l&iacute;deres cristalizados. L&iacute;deres-burocratas estes que s&atilde;o necessariamente reproduzidos pela burocracia encastelada e hegem&ocirc;nica. <\/p>\n<p>Por fim, cremos nos fundamentos da necessidade de gerar experi&ecirc;ncias pol&iacute;ticas de grande impacto, nos planos das pr&aacute;ticas pol&iacute;ticas e te&oacute;ricas. Entendemos ser fundamental para um projeto revolucion&aacute;rio e de massas, a forja de uma milit&acirc;ncia capacitada a reproduzir experi&ecirc;ncias vivenciadas por ela mesma. Refor&ccedil;ando a passagem do maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de militantes por experi&ecirc;ncias pol&iacute;ticas variadas, vamos alicer&ccedil;ar nosso projeto pol&iacute;tico no concreto. Assim, forjaremos nossos conceitos nos embates das lutas sociais. Vamos ter a possibilidade de romper pela base a hegemonia dos reformistas e criaremos estruturas federativas de movimento popular a partir da pr&oacute;pria luta do povo. Com o protagonismo da classe oprimida, a&iacute; sim, teremos outra vez uma chance de vit&oacute;ria.&quot;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Greve de 1917 mobilizou 25 mil trabalhadores no Brasil. Se numa experi\u00eancia pol\u00edtica coletiva o indiv\u00edduo militante n\u00e3o passar por uma forte influ\u00eancia, ent\u00e3o n\u00e3o houve experi\u00eancia alguma. Seja esta experi\u00eancia ir a uma passeata, criar uma associa\u00e7\u00e3o, ocupar terras devolutas ou trabalhar num ve\u00edculo popular de comunica\u00e7\u00e3o. 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