{"id":708,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=708"},"modified":"2023-03-13T21:22:50","modified_gmt":"2023-03-14T00:22:50","slug":"governo-ou-desgoverno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=708","title":{"rendered":"Governo ou desgoverno ?"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/saopedro.jpg\" title=\"Pobre padroeiro de um Rio Grande cada vez mais pobre. Aqui, o governo estadual e as prefeituras culpam a ele, S\u00e3o Pedro, pelas mazelas e calamidades p\u00fablicas.  - Foto:\" alt=\"Pobre padroeiro de um Rio Grande cada vez mais pobre. Aqui, o governo estadual e as prefeituras culpam a ele, S\u00e3o Pedro, pelas mazelas e calamidades p\u00fablicas.  - Foto:\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Pobre padroeiro de um Rio Grande cada vez mais pobre. Aqui, o governo estadual e as prefeituras culpam a ele, S\u00e3o Pedro, pelas mazelas e calamidades p\u00fablicas. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p >Viam\u00e3o, 11 de <?xml:namespace prefix = st1 ns = \"schemas-houaiss\/mini\" \/>novembro de 2005<\/p>\n<p >Bras\u00edlia arde e o pa\u00eds afunda. Literalmente. Esta constata\u00e7\u00e3o al\u00e9m de \u00f3bvia, \u00e9 tr\u00e1gica. No Congresso, CPIs concorrem entre si e contra a Presid\u00eancia. Em busca de fatos pol\u00edticos <?xml:namespace prefix = st2 ns = \"schemas-houaiss\/acao\" \/>para <st2:hm>ver<\/st2:hm> quem chama mais aten\u00e7\u00e3o no palanque eletr\u00f4nico, parlamentares imbu\u00eddos de poderes investigativos apostam corrida nos corredores e nas sombras. O mais simples n\u00e3o \u00e9 o desejado, portanto nunca \u00e9 feito. Se tivessem criado uma \u00fanica CPI, ancorada em for\u00e7a-tarefa conjunta com a PF e a Receita, com pessoal selecionado a dedo, avi\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o e a carta branca do ministro da Justi\u00e7a, esse baile j\u00e1 teria terminado h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p ><?xml:namespace prefix = st1 ns = \"schemas-houaiss\/mini\" \/>Como s\u00e3o tr\u00eas CPIs simult\u00e2neas, o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a ajuda no bloqueio das informa\u00e7\u00f5es e dados sigilosos; o STF de Jobim e Eros Grau fazem tabela com Dirceu no tapet\u00e3o do Judici\u00e1rio; a OAB segue cautelosa e n\u00e3o toma a ofensiva e assim toda semana \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o da crise sem fim. O governo \u00e9 um paciente terminal, afundando na pr\u00f3pria lama de suas op\u00e7\u00f5es \u201cpragm\u00e1ticas\u201d. Jogaram na vala comum da \u201cpol\u00edtica tradicional\u201d toda a <?xml:namespace prefix = st3 ns = \"schemas-houaiss\/acao\" \/><st3:dm>expectativa<\/st3:dm> dos movimentos populares surgidos no final da d\u00e9cada de \u201870. Lula vai se contentando em <st3:hm>governar<\/st3:hm> com o aval do Congresso desde que sejam liberadas verbas contingenciadas e emendas parlamentares. Sabemos todos que a gastan\u00e7a pesada ainda nem come\u00e7ou, embora Luiz In\u00e1cio j\u00e1 esteja em campanha.<\/p>\n<p ><st3:dm>Para<\/st3:dm> sermos justos, Lula s\u00f3 repete um modo de <st3:hm>fazer<\/st3:hm> pol\u00edtica t\u00e3o antigo quanto o parlamento <st3:dm>brasileiro<\/st3:dm>. Refor\u00e7ando esta \u201c<st3:dm>forma<\/st3:dm> tradicional\u201d, o governo de fato continua. O Brasil cresce quase que por in\u00e9rcia, o <st3:dm>modelo<\/st3:dm> agro-exportador entra em crise em fun\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as end\u00eamicas mas tudo vai <st3:dm>bem<\/st3:dm> <st3:dm>para<\/st3:dm> quem manda. Sim, a banca vai <st3:dm>bem<\/st3:dm> obrigado. Como se sabe, quando se governa <st3:dm>para<\/st3:dm> os bancos, s\u00e3o os banqueiros, investidores e financistas quem governam. Neste <st3:dm>aspecto<\/st3:dm>, a direita n\u00e3o tem do que <st3:hm>reclamar<\/st3:hm>, o modus operandi \u00e9 o mesmo. O tucano Henrique Meirelles toma <st3:dm>conta<\/st3:dm> dos cofres da na\u00e7\u00e3o, dando continuidade ao \u201cgoverno\u201d de Malan e <?xml:namespace prefix = st2 ns = \"schemas-houaiss\/dicionario\" \/><st2:sinonimos>Fraga<\/st2:sinonimos>. Palocci, <st3:dm>novo<\/st3:dm> no clube, j\u00e1 \u00e9 um <st3:dm>s\u00f3cio<\/st3:dm> bemquisto. Batendo recorde atr\u00e1s de recorde, os bancos operando no Brasil agradecem, o FMI aplaude e tudo continua como sempre.<\/p>\n<p >Com certeza, n\u00e3o \u00e9 no governo central que o Estado \u00e9 mais percept\u00edvel. A popula\u00e7\u00e3o comum, a maioria cada vez menos silenciosa e complacente, cobra de seus munic\u00edpios e estados melhoras imediatas <st3:dm>para<\/st3:dm> suas vidas. Tecnicamente, s\u00e3o chamados de governos sub-nacionais. Isto, num pa\u00eds onde o <st3:dm>pacto<\/st3:dm> federativo \u00e9 uma piada. Tomemos o <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande do <st3:dm>Sul<\/st3:dm> como exemplo.<\/p>\n<p >Na ter\u00e7a-feira, dia 8 de novembro, o deputado estadual <st3:dm>pelo<\/st3:dm> PPS <st3:dm>ga\u00facho<\/st3:dm> Berfran Rosado, em <st3:dm>entrevista<\/st3:dm> ao vivo em r\u00e1dio AM da capital ga\u00facha, carregou na cr\u00edtica ao governador Germano Rigotto. Afirmou que este n\u00e3o tem capacidade <st3:dm>operacional<\/st3:dm>, n\u00e3o planifica nem aponta metas de governo. Afirmou o <st3:hdm>parlamentar<\/st3:hdm>, por sinal ex-peemedebista, que Rigotto aspira o <st3:dm>Planalto<\/st3:dm> sem <st3:hm>dar<\/st3:hm> <st3:dm>conta<\/st3:dm> do <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande. Rosado atirou no ex-correligion\u00e1rio, visando ao Piratini, tendo como objetivo que sua legenda encabece a chapa em 2006 <st3:dm>para<\/st3:dm> o governo do estado. Al\u00e9m da <st3:dm>cadeira<\/st3:dm> no <st3:dm>pal\u00e1cio<\/st3:dm> do governador, tamb\u00e9m visa <st3:hdm>legitimar<\/st3:hdm> as PPPs, meta estrat\u00e9gica de seu partido na prefeitura de <st3:dm>Porto<\/st3:dm> <st3:dm>Alegre<\/st3:dm>.<\/p>\n<p >Como era esperado, o governo Rigotto pediu direito de resposta na mesma r\u00e1dio, e a obteve. Na quarta-feira, 9 de novembro, a deputada estadual Maria Helena Sartori, 1\u00aa vice-l\u00edder do PMDB na Assembl\u00e9ia, foi ao ar como porta-voz do Piratini. Com postura defensiva, Sartori repetiu o que todos sabem e fingem n\u00e3o <st3:hm>ver<\/st3:hm>. Que o <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande tem comprometidos 18% de sua receita <st3:dm>l\u00edquida<\/st3:dm> com a d\u00edvida do estado. A receita est\u00e1 com mais de 50% de seu montante alocado <st3:dm>para<\/st3:dm> o <st3:dm>pagamento<\/st3:dm> da folha. Da carga impositiva, afirma a deputada que 60% dos impostos arrecadados nos estados vai <st3:dm>para<\/st3:dm> o cofre do governo central. De Bras\u00edlia, sabemos que boa parte desse total \u00e9 <st3:dm>para<\/st3:dm> <st3:hm>cobrir<\/st3:hm> os juros e servi\u00e7os da d\u00edvida externa. Ou seja, o estado do <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande do <st3:dm>Sul<\/st3:dm> perdeu toda a sua capacidade de investimento.<\/p>\n<p ><st3:dm>Para<\/st3:dm> quem pensa que \u00e9 o bastante, n\u00e3o \u00e9. Enquanto Rigotto esperneia em Bras\u00edlia os repasses do estado referentes a Lei Kandir, totalizados em mais de R$ 900 milh\u00f5es, n\u00e3o pensa duas vezes em <st3:hm>fazer<\/st3:hm> <st2:sinonimos>ren\u00fancia<\/st2:sinonimos> fiscal e \u201c<st3:hdm>ajudar<\/st3:hdm>\u201d aos grandes grupos econ\u00f4micos do <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande. Praticamente a mesma quantia reclamada em Bras\u00edlia foi repassada <st3:dm>para<\/st3:dm> a iniciativa <st3:dm>privada<\/st3:dm> atrav\u00e9s do famigerado Fundopem. Enquanto no <st3:dm>Sul<\/st3:dm> o governador transfere <st3:dm>dinheiro<\/st3:dm> p\u00fablico <st3:dm>para<\/st3:dm> quem j\u00e1 tem, em Bras\u00edlia ningu\u00e9m sabe quem manda. Lula prometeu o <st2:sinonimos>repasse<\/st2:sinonimos> da Lei Kandir, o ministro do planejamento Paulo Bernardo liberou (de boca), mas Murilo Portugal disse que a <st3:dm>coisa<\/st3:dm> n\u00e3o era <st3:dm>bem<\/st3:dm> assim. Resultado, at\u00e9 agora o estado n\u00e3o viu a cor do <st3:dm>dinheiro<\/st3:dm> e a \u00fanica certeza da <st3:dm>classe<\/st3:dm> pol\u00edtica ga\u00facha \u00e9 que no <st3:dm>Planalto<\/st3:dm>, tem de <st3:hdm>falar<\/st3:hdm> com quem manda. Ou seja, os donos do cofre, Palocci, Meirelles e Portugal.<\/p>\n<p ><st3:dm>Para<\/st3:dm> quem perdeu o f\u00f4lego, sinto <st3:hm>dizer<\/st3:hm> que tem mais. A <st3:dm>pinda\u00edba<\/st3:dm> \u00e9 t\u00e3o grande, que o 13\u00ba do funcionalismo \u00e9 \u201cpago\u201d na <st3:dm>forma<\/st3:dm> de empr\u00e9stimo do Banrisul, banco estadual. <st3:dm>Para<\/st3:dm> <st3:hm>completar<\/st3:hm> a trag\u00e9dia, na metade <st3:dm>sul<\/st3:dm>, hist\u00f3rica regi\u00e3o de fronteira, pampa e <st3:dm>coxilha<\/st3:dm>, a sa\u00edda \u201cencontrada\u201d <st3:dm>para<\/st3:dm> a estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do latif\u00fandio e da monocultura do arroz \u00e9 o retorno das plantations. Sim, o governo <st3:dm>ga\u00facho<\/st3:dm> vai <st3:hm>incentivar<\/st3:hm> o <st3:dm>aluguel<\/st3:dm> da campanha <st3:dm>para<\/st3:dm> o monocultivo do eucalipto e a instala\u00e7\u00e3o de plantas de celulose. O tamanho da \u00e1rea plantada, em menos de dez anos, ultrapassar\u00e1 150.000 hectares, sendo que neste projeto, apenas uma <st3:dm>empresa<\/st3:dm> vai <st3:hdm>operar<\/st3:hdm> na regi\u00e3o. Se olharmos os efeitos mais ao <st3:dm>sul<\/st3:dm>, nos campos do Uruguai, veremos o <st3:dm>estrago<\/st3:dm> antecipado. A \u00e1gua no subsolo vai se esgotando, a vegeta\u00e7\u00e3o nativa escasseia e o solo fica imprest\u00e1vel. Tudo isso <st3:dm>para<\/st3:dm> <st3:hm>gerar<\/st3:hm> \u201cdesenvolvimento\u201d sem <st3:hm>fazer<\/st3:hm> reforma agr\u00e1ria. Eis o pampa pobre cantado em prosa e verso. Her\u00f3is farrapos como Ant\u00f4nio de Souza Netto e Teixeira Nunes devem <st3:hm>estar<\/st3:hm> dando coices de \u00f3dio.<\/p>\n<p >Se levarmos em <st3:dm>conta<\/st3:dm> que o <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande do <st3:dm>Sul<\/st3:dm> ainda tem o maior \u00edndice de IDH do Brasil, podemos <st3:hm>imaginar<\/st3:hm> a situa\u00e7\u00e3o real de governo em outros estados da <st3:dm>Uni\u00e3o<\/st3:dm>. Governo que abdica das condi\u00e7\u00f5es de mando outorgada pelos eleitores nas urnas, acaba perdendo o direito de <st3:hm>mandar<\/st3:hm>. A paci\u00eancia do povo se esgota com ou sem lei de responsabilidade fiscal e os compromissos da d\u00edvida. Quando o Estado perde a capacidade de investimento, sobretaxa a seu <st3:dm>pr\u00f3prio<\/st3:dm> povo e se contenta em <st3:hm>ser<\/st3:hm> o gerente de investimentos dos banqueiros, o que nos resta?<\/p>\n<p >Voltando ao Brasil que fica um pouco mais ao <st3:dm>Sul<\/st3:dm>, a \u00faltima <st3:dm>moda<\/st3:dm> \u00e9 <st3:hm>culpar<\/st3:hm> aos c\u00e9us. Sim, a <st3:dm>estiagem<\/st3:dm> \u00e9 responsabilidade do padroeiro do <st3:dm>Rio<\/st3:dm> Grande, S\u00e3o Pedro. Quando o litoral <st3:dm>sul<\/st3:dm> e a fronteira oeste sofrem pelas chuvas de granizo, culpam ao pobre do santo de <st3:dm>novo<\/st3:dm>. O dil\u00favio que se abateu na Regi\u00e3o Metropolitana no <st3:dm>\u00faltimo<\/st3:dm> fim de semana, foi atribu\u00eddo ao acaso, ao El Ni\u00f1o e ao portador das chaves eternas. Como se fosse ele o respons\u00e1vel por <st3:hdm>organizar<\/st3:hdm> planos de conting\u00eancia, <st3:hm>fazer<\/st3:hm> <st3:dm>limpeza<\/st3:dm> de c\u00f3rregos e <st3:hm>p\u00f4r<\/st3:hm> de prontid\u00e3o as estruturas de governo estadual e dos munic\u00edpios atingidos!<\/p>\n<p >A <st3:dm>solu\u00e7\u00e3o<\/st3:dm> pode <st3:hm>estar<\/st3:hm> mesmo nos c\u00e9us. O caminho pode <st3:hm>come\u00e7ar<\/st3:hm> caso o povo <st3:dm>ga\u00facho<\/st3:dm> troque seus votos, cambiando S\u00e3o Pedro por S\u00e3o Sep\u00e9 Tiaraj\u00fa, m\u00e1rtir da Rep\u00fablica Missioneira. Com certeza ir\u00edamos <st3:hm>reencontrar<\/st3:hm> aquilo que os \u201cespecialistas\u201d e a <st3:dm>classe<\/st3:dm> pol\u00edtica teimam em n\u00e3o <st3:hm>conseguir<\/st3:hm>. Ou seja, a sa\u00edda <st3:dm>para<\/st3:dm> o <st2:sinonimos>desgoverno<\/st2:sinonimos>.<\/p>\n<p >Artigo originalmente publicado no Blog de Ricardo Noblat <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pobre padroeiro de um Rio Grande cada vez mais pobre. Aqui, o governo estadual e as prefeituras culpam a ele, S\u00e3o Pedro, pelas mazelas e calamidades p\u00fablicas. Foto: Viam\u00e3o, 11 de novembro de 2005 Bras\u00edlia arde e o pa\u00eds afunda. Literalmente. Esta constata\u00e7\u00e3o al\u00e9m de \u00f3bvia, \u00e9 tr\u00e1gica. 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