{"id":723,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=723"},"modified":"2023-03-13T21:23:10","modified_gmt":"2023-03-14T00:23:10","slug":"rigotto-e-a-sociedade-real","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=723","title":{"rendered":"Rigotto e a sociedade real"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/mapa do Rio Grande.gif\" title=\"Se os resultados desta sociedade real contassem para o ambiente pol\u00edtico, nenhuma via midiatica sem lastro concreto seria levada em conta.  - Foto:\" alt=\"Se os resultados desta sociedade real contassem para o ambiente pol\u00edtico, nenhuma via midiatica sem lastro concreto seria levada em conta.  - Foto:\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Se os resultados desta sociedade real contassem para o ambiente pol\u00edtico, nenhuma via midiatica sem lastro concreto seria levada em conta. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p >Viam\u00e3o\/RS, 14\/02\/2006<\/p>\n<p ><?xml:namespace prefix = st2 ns = \"schemas-houaiss\/mini\" \/><st2:verbetes>Tudo<\/st2:verbetes> indica <st2:verbetes>que<\/st2:verbetes> dessa <st2:verbetes>vez<\/st2:verbetes> o PMDB vai <?xml:namespace prefix = st1 ns = \"schemas-houaiss\/acao\" \/><st1:hm>lan\u00e7ar<\/st1:hm> <st2:verbetes>candidato<\/st2:verbetes> <st1:dm>pr\u00f3prio<\/st1:dm>. E parece <st2:verbetes>que<\/st2:verbetes> ser\u00e1 <st2:verbetes>diferente<\/st2:verbetes> de <st2:verbetes>outros<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>anos<\/st2:verbetes>, <st2:verbetes>como<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>quando<\/st2:verbetes> do <st2:verbetes>abandono<\/st2:verbetes> da <st2:verbetes>candidatura<\/st2:verbetes> do Dr. Ulysses Guimar\u00e3es <st2:verbetes>em<\/st2:verbetes> 1989. <st1:dm>Atitude<\/st1:dm> <st2:verbetes>partid\u00e1ria<\/st2:verbetes> repetida, no <st2:verbetes>golpe<\/st2:verbetes> de <st2:verbetes>for\u00e7a<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>interno<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>que<\/st2:verbetes> isolara Orestes Qu\u00e9rcia na <st2:verbetes>disputa<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>pela<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>presid\u00eancia<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>em<\/st2:verbetes> 1994. O <st2:verbetes>partido<\/st2:verbetes>, <st2:verbetes>antes<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>mais<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>que<\/st2:verbetes> fracionado, alinha a <st2:verbetes>maioria<\/st2:verbetes> de <st2:verbetes>seus<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>caciques<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>com<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>algum<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>peso<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>hist\u00f3rico<\/st2:verbetes>, <st2:verbetes>em<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>torno<\/st2:verbetes> de <st2:verbetes>um<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>pol\u00edtico<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>com<\/st2:verbetes> <st2:verbetes>trajet\u00f3ria<\/st2:verbetes> na <st2:verbetes>legenda<\/st2:verbetes>. Trata-se do <st2:verbetes>governador<\/st2:verbetes> do <st1:dm>Rio<\/st1:dm> <st2:verbetes>Grande<\/st2:verbetes>, <st2:verbetes>Germano<\/st2:verbetes> Rigotto, auto-intitulado o <st2:verbetes>homem<\/st2:verbetes> da \u201c<st2:verbetes>terceira<\/st2:verbetes> <st1:dm>via<\/st1:dm>\u201d.<\/p>\n<p >Rigotto, <?xml:namespace prefix = st1 ns = \"schemas-houaiss\/mini\" \/>embora veterano na pol\u00edtica, tendo sido um dos articuladores de Fernando Henrique como l\u00edder de seu governo no Congresso, o dentista caxiense soa como novidade no cen\u00e1rio nacional. Com estilo <?xml:namespace prefix = st2 ns = \"schemas-houaiss\/acao\" \/>oposto ao de seu padrinho nesta empreitada, o conterr\u00e2neo senador Pedro Simon (PMDB\/RS), o governador vem de fam\u00edlia tradicional e tem discurso calmo e af\u00e1vel. No palanque, tenta <st2:hdm>acalmar<\/st2:hdm> os \u00e2nimos e <st2:hm>chamar<\/st2:hm> para um debate \u201cconstrutivo\u201d. De fala f\u00e1cil e eloq\u00fcente, sua rela\u00e7\u00e3o com a imprensa \u00e9 muito boa. Resta <st2:hm>saber<\/st2:hm> se um fen\u00f4meno pol\u00edtico estadual pode repetir-se no pa\u00eds inteiro, a <st2:hm>come\u00e7ar<\/st2:hm> pela peleia braba na interna do PMDB nacional. <\/p>\n<p >O ponto de atra\u00e7\u00e3o de Rigotto seria sua capacidade de <st2:hm>alterar<\/st2:hm> o p\u00f3lo da campanha. Projetando cen\u00e1rios, as chances reais do pol\u00edtico ga\u00facho alternam-se segundo o nome do PSDB para o pleito. Duas s\u00e3o as hip\u00f3teses poss\u00edveis. O nome tucano poder\u00e1 <st2:hm>ser<\/st2:hm> o prefeito paulistano Jos\u00e9 Serra ou ent\u00e3o o governador de S\u00e3o Paulo Geraldo Alckmin. Consideramos a primeira hip\u00f3tese como a mais prov\u00e1vel. Portanto, come\u00e7amos uma breve compara\u00e7\u00e3o a <st2:hm>partir<\/st2:hm> da segunda possibilidade. <\/p>\n<p >Caso o m\u00e9dico natural de Pindamonhangaba concorra com Luiz In\u00e1cio, estaria dada uma situa\u00e7\u00e3o complicada para Rigotto. Isto porque ambos governadores tem estilos de comunica\u00e7\u00e3o bem parecidos, mas com uma brutal diferen\u00e7a executiva. O pol\u00edtico ga\u00facho comp\u00f4s um m\u00faltiplo gabinete, caso t\u00edpico de co-governo onde PP, PSDB, PFL, PTB e PL comp\u00f5em as pastas e CCs de 1\u00ba escal\u00e3o. Mas, a distin\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 na composi\u00e7\u00e3o do gabinete, tampouco na rela\u00e7\u00e3o com a Assembl\u00e9ia. O problema \u00e9 de fundo, e est\u00e1 na forma de <st2:hdm>conduzir<\/st2:hdm> seu secretariado. O estilo Rigotto de <st2:hm>governar<\/st2:hm> \u00e9 morno como sua fala. J\u00e1 Alckmin, quando as c\u00e2maras est\u00e3o desligadas, \u00e9 t\u00e3o duro como sua pol\u00edtica de seguran\u00e7a p\u00fablica. Quem conhece minimamente as rela\u00e7\u00f5es reais de <st2:hm>poder<\/st2:hm> sabe que, na Presid\u00eancia, s\u00e3o necess\u00e1rios os salamaleques p\u00fablicos e a m\u00e3o de ferro na mesa. Estas m\u00e3os pesadas, sem d\u00favida, n\u00e3o s\u00e3o as de Germano.<\/p>\n<p >J\u00e1 o economista p\u00f3s-graduado em Cornell e ex-funcion\u00e1rio da CEPAL Jos\u00e9 Serra, tem o estilo necess\u00e1rio para <st2:hm>coabitar<\/st2:hm> o ambiente eleitoral com Rigotto. O cen\u00e1rio ideal para o governador do Rio Grande seria uma disputa acirrada entre o ex-ministro do Planejamento e da Sa\u00fade de FHC contra Luiz In\u00e1cio. Caso isto venha a <st2:hdm>ocorrer<\/st2:hdm>, em tese est\u00e3o dadas as chances de se <st2:hm>estabelecer<\/st2:hm> uma \u201cterceira via\u201d. <\/p>\n<p >Eis o sonho de Rigotto. Ele pr\u00f3prio exemplifica o case eleitoral de 2002, como algo que pode <st2:hm>ser<\/st2:hm> repetido. O cen\u00e1rio era cl\u00e1ssico da pol\u00edtica ga\u00facha. O ex-rep\u00f3rter da RBS Ant\u00f4nio Britto disputava a elei\u00e7\u00e3o com o advogado Tarso Genro. Este, por sua vez, havia derrotado Ol\u00edvio Dutra em acirradas pr\u00e9vias do PT ga\u00facho. A forma um pouco mais dura do governo de Ol\u00edvio era <?xml:namespace prefix = st3 ns = \"schemas-houaiss\/dicionario\" \/><st3:sinonimos>indefens\u00e1vel<\/st3:sinonimos> pelo moderado Tarso. J\u00e1 Britto sofria com altas taxas de rejei\u00e7\u00e3o pelo fato de <st2:hdm>ter<\/st2:hdm> sido ele o operador pol\u00edtico que privatizara grande parte do patrim\u00f4nio ga\u00facho. Para <st2:hm>piorar<\/st2:hm> o quadro, o atual diretor-presidente do Grupo Azal\u00e9ia concorria por uma pequena legenda, o PPS\/RS, fruto do racha de seu grupo com os caciques Simon e Eliseu Padilha. A <st2:hm>partir<\/st2:hm> da\u00ed j\u00e1 \u00e9 hist\u00f3ria conhecida, Rigotto come\u00e7ara a disputa com 2% e ainda no primeiro turno termina em 1\u00ba lugar. Britto pagara a conta das privatiza\u00e7\u00f5es e Tarso atraiu para si os desafetos do governo Ol\u00edvio. O t\u00e9rmino do pleito indica a vit\u00f3ria do PMDB e seu leque de aliados. <\/p>\n<p >Rigotto representara o in\u00edcio de um Rio Grande \u201cpacificado\u201d, conforme palavras da m\u00eddia estadual. Um governo sem \u00f3dio de classes onde o Piratini seria o epicentro de di\u00e1logos e conversas de todos para todos. Considerando a sentida baixa nas mobiliza\u00e7\u00f5es sociais, fruto da indecis\u00e3o em que se encontram os movimentos populares, n\u00e3o houve muitas oportunidades de conflitos radicalizados em solo ga\u00facho. O problema de seu governo foi e est\u00e1 sendo outro. <\/p>\n<p >Em geral, as contas de governo, s\u00e3o cobradas de tr\u00eas formas. Uma delas s\u00e3o as manobras e opera\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que resultam em CPIs e auditorias. Normalmente, quase nunca d\u00e3o em nada, a n\u00e3o <st2:hm>ser<\/st2:hm> na fritura de alguns poucos bodes expiat\u00f3rios. Outra cobran\u00e7a bastante sentida se d\u00e1 com o peso das ruas, com os setores de classe organizados lutando por direitos adquiridos, conquistas hist\u00f3ricas ou na defesa do patrim\u00f4nio p\u00fablico. E, por fim, a mais conhecida, s\u00e3o as cobran\u00e7as dadas via m\u00eddia, no meio das campanhas eleitorais.<\/p>\n<p >Mesmo com todo o discurso de \u201cbom mo\u00e7o\u201d do governador ga\u00facho, se os n\u00fameros de seu governo e os conseq\u00fcentes efeitos sociais forem postos na mesa, ser\u00e1 muito dif\u00edcil se <st2:hm>defender<\/st2:hm>. O Rio Grande do Sul quebrou o recorde de queda no crescimento industrial no ano de 2005. Al\u00e9m das taxas de desemprego, o s\u00e3o estado sofreu uma queda de 4,8% no seu PIB, segundo a FEE, ag\u00eancia oficial ga\u00facha. A ind\u00fastria perdera 4,8%, os servi\u00e7os 0,50% e a agropecu\u00e1ria 15,2%. Obviamente que o Piratini e os membros do co-governo atribuem o problema \u00e0 seca e a taxa de c\u00e2mbio. Conforme dissemos em artigo anterior, est\u00e3o mandando a conta para S\u00e3o Pedro, com recibo e tudo. <\/p>\n<p >A verdade \u00e9 que o Rio Grande do Sul estagnou e n\u00e3o por culpa dos c\u00e9us. Curioso \u00e9 que o Banrisul, banco p\u00fablico do estado, bate recordes atr\u00e1s de recordes de lucro l\u00edquido. No \u00faltimo balan\u00e7o lan\u00e7ado, o de 2005, o l\u00edquido fora de R$ 351,9 milh\u00f5es. Em fun\u00e7\u00e3o destes n\u00fameros, fica a pergunta: porque a economia ga\u00facha n\u00e3o se alavanca atrav\u00e9s dos cr\u00e9ditos dessa institui\u00e7\u00e3o? Prontamente, os \u201cespecialistas\u201d locais atribuem o problema ao <st3:sinonimos>repasse<\/st3:sinonimos> que o banco faz ao governo, e o posterior desaparecimento destes recursos ao <st2:hm>pagar<\/st2:hm> as contas da m\u00e1quina p\u00fablica e na atualiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida do estado. <\/p>\n<p >Reconhecemos que isto \u00e9 verdade, mas em parte. O que os \u201cespecialistas\u201d n\u00e3o dizem nem lembram, \u00e9 o fato do Banrisul, por exemplo, <st2:hm>financiar<\/st2:hm> reformas em rodovias privatizadas, j\u00e1 entregues para a administra\u00e7\u00e3o de concession\u00e1rias. Tampouco recordam que, tamb\u00e9m em 2005, o Grupo Gerdau, orgulhosamente chamado de \u201cmultinacional ga\u00facha\u201d, recebera quase 1 milh\u00e3o de reais do governo do estado atrav\u00e9s do Programa Fundopem. Detalhe, neste mesmo ano, o grupo fechou seu balan\u00e7o com um lucro l\u00edquido de R$ 3,254 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p >Voltando ao governador Germano Rigotto e sua \u201cterceira via\u201d, para <st2:hm>ser<\/st2:hm> candidato, ter\u00e1 de <st2:hm>passar<\/st2:hm> por Garotinho e as poss\u00edveis \u201cnovas regras\u201d para o c\u00e1lculo das pr\u00e9vias do PMDB. <\/p>\n<p >Caso consiga, n\u00e3o se pode desprez\u00e1-lo como \u201cproduto pol\u00edtico <st3:sinonimos>midi\u00e1tico<\/st3:sinonimos>\u201d. Se as campanhas fossem baseadas em programas de governo, contrapondo resultados comparativos de gest\u00e3o p\u00fablica, seus resultados seriam indefens\u00e1veis. Mas, como sabemos todos, as regras s\u00e3o outras. A sociedade real \u00e9 um \u201cproduto\u201d de segundo escal\u00e3o numa campanha para presidente.<\/p>\n<p >Artigo originalmente publicado no blog de Ricardo Noblat <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se os resultados desta sociedade real contassem para o ambiente pol\u00edtico, nenhuma via midiatica sem lastro concreto seria levada em conta. Foto: Viam\u00e3o\/RS, 14\/02\/2006 Tudo indica que dessa vez o PMDB vai lan\u00e7ar candidato pr\u00f3prio. E parece que ser\u00e1 diferente de outros anos, como quando do abandono da candidatura do Dr. Ulysses Guimar\u00e3es em 1989. 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