{"id":859,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=859"},"modified":"2023-03-13T21:15:34","modified_gmt":"2023-03-14T00:15:34","slug":"outra-politica-a-producao-audiovisual-no-municipio-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=859","title":{"rendered":"Outra Pol\u00edtica: a produ\u00e7\u00e3o audiovisual no munic\u00edpio &#8211; 1"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/claquete_brasil.png\" title=\"A identidade e produ\u00e7\u00e3o do audiovisual \u00e9 um patrim\u00f4nio esquecido do povo brasileiro e deve ser alimentado a partir dos munic\u00edpios metropolitanos ou interioranos.\n\n - Foto:\" alt=\"A identidade e produ\u00e7\u00e3o do audiovisual \u00e9 um patrim\u00f4nio esquecido do povo brasileiro e deve ser alimentado a partir dos munic\u00edpios metropolitanos ou interioranos.\n\n - Foto:\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A identidade e produ\u00e7\u00e3o do audiovisual \u00e9 um patrim\u00f4nio esquecido do povo brasileiro e deve ser alimentado a partir dos munic\u00edpios metropolitanos ou interioranos.<\/p>\n<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p>4a 23 de abril de 2008<\/p>\n<\/p>\n<p>Coluna quinzenal para o portal da TV Tribuna (Baixada Santista)<\/p>\n<p><font face=Arial><\/p>\n<p><font face=Arial><\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Na \u00faltima quinzena apresentamos a proposta de trabalho e come\u00e7amos o debate a respeito de uma id\u00e9ia simples e aplic\u00e1vel. Neste artigo, damos seq\u00fc\u00eancia na proposta de cria\u00e7\u00e3o de um circuito audiovisual de baixo custo e amplitude municipal. Tal possibilidade \u00e9 constitutiva de uma perspectiva anal\u00edtica onde quem analisa tamb\u00e9m prescreve e se posiciona. Sou adepto deste tipo de posicionamento e esta Coluna \u00e9 para difundir esta forma de an\u00e1lise pol\u00edtica.<\/p>\n<p><font face=Arial><\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Vale lembrar que as propostas se referem a uma gama de possibilidades de realiza\u00e7\u00f5es, tendo \u00e0 frente o Executivo municipal. Alguns pr\u00e9-requisitos para a execu\u00e7\u00e3o deste tipo de pol\u00edtica seriam: um m\u00ednimo de verba de custeio; a concep\u00e7\u00e3o de que \u201ccultura n\u00e3o \u00e9 frescura\u201d nem tampouco algo secund\u00e1rio; uma vontade pol\u00edtica de refor\u00e7ar o tecido social e a autoconfian\u00e7a dos moradores em cidades com poucos atrativos; uma gest\u00e3o transparente de modo que as iniciativas n\u00e3o sejam todas elas associadas somente ao aumento do capital pol\u00edtico do prefeito e de seus aliados. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Entrando no tema espec\u00edfico do audiovisual, entendo que o incentivo e o envolvimento direto das prefeituras com a produ\u00e7\u00e3o local \u00e9 algo inadi\u00e1vel. Vivemos a era da imagem e da polissemia. Na aus\u00eancia de identidade, os munic\u00edpios perif\u00e9ricos ou mais pobres vivem uma s\u00edndrome de bastardo. N\u00e3o se reconhecendo como refer\u00eancia em quase nenhum setor da economia, pol\u00edtica ou cultura, terminam por perder boa parte de sua m\u00e3o de obra para outros lugares. Reafirmo que gerar produ\u00e7\u00e3o audiovisual nestes lugares \u00e9 urgente e necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Das m\u00eddias ao alcance de todos, a mais barata se encontra nos telefones m\u00f3veis multifuncionais. Ou seja, boa parte dos telefones celulares tem aplicativos para gravar \u00e1udio e v\u00eddeo. Podem ter pouca defini\u00e7\u00e3o e baixa qualidade t\u00e9cnica. Mas nada disso \u00e9 necessariamente \u201cnovidade\u201d. Nunca custa lembrar que o cinema nacional cresceu a partir de curtas metragens rodados primeiro em 8mms e depois em Super 8. Na d\u00e9cada de \u201960, mais especificamente no ano de <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"1965, a\">1965, a<\/st1:metricconverter> empresa Kodak aperfei\u00e7oa o antigo formato de 8mms, j\u00e1 criado em 1932 como uma vers\u00e3o mais barata do que o filme de 16mms. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">O conceito aplicado nas pel\u00edculas de filmagem pode ser reeditado com o v\u00eddeo de celular. Na \u00e9poca, os suportes de m\u00eddia n\u00e3o eram multifuncionais, mas j\u00e1 visavam popularizar o acesso \u00e0s filmagens caseiras, ao experimentalismo e a perspectiva de cineastas amadores. O mesmo pode haver agora, no per\u00edodo da m\u00eddia interativa. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">O mais caro \u2013 as c\u00e2maras e pel\u00edculas \u2013 j\u00e1 se converteu em m\u00eddia m\u00f3vel e barateou seu custo. Hoje est\u00e1 nas m\u00e3os de adultos, adolescentes e jovens \u00e1vidos por interatividade. Estes mesmos portadores de c\u00e2maras m\u00f3veis s\u00e3o carentes de conte\u00fado e com pouca ou nenhuma refer\u00eancia do cinema latino-americano. As narrativas s\u00e3o patrim\u00f4nio de um povo e infelizmente, a grande maioria de nossa popula\u00e7\u00e3o desconhece a produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica brasileira. Com a motiva\u00e7\u00e3o de realizar curtas experimentais, estaria lan\u00e7ada a rede em busca de novos expectadores para os cl\u00e1ssicos do cinema brasileiro.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">E como funcionaria tudo isso? Neste artigo, me detenho no quesito organiza\u00e7\u00e3o de um festival de curtas. Como escrevi na quinzena passada, uma primeira id\u00e9ia est\u00e1 na divis\u00e3o por categoria de idade e formato. Assim, me vem \u00e0 cabe\u00e7a uma divis\u00e3o por faixa et\u00e1ria, reservando espa\u00e7os para crian\u00e7as, adolescentes, jovens, adultos e terceira idade. Concomitante com a divis\u00e3o et\u00e1ria viria outra por formato. Atendo-nos somente ao segundo item, os v\u00eddeos poderiam ser de <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"5\u2019\">5\u2019<\/st1:metricconverter>; <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"10\u2019\">10\u2019<\/st1:metricconverter> e <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"15\u2019\">15\u2019<\/st1:metricconverter> subdivididos nas categorias mais simples: fic\u00e7\u00e3o ou document\u00e1rio. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Supondo que em um munic\u00edpio de uma cidade metropolitana a id\u00e9ia fosse bem acolhida, o que este Festival teria de diferente para os Festivais em m\u00eddias m\u00f3veis, ou os chamados \u201cpocket movies\u201d? Uma distin\u00e7\u00e3o fundamental estaria no suporte da feitura dos roteiros, na difus\u00e3o para os moradores da localidade e a distribui\u00e7\u00e3o. \u00c9 a\u00ed que entra o poder p\u00fablico municipal. Entrarei no tema de roteiro na quinzena seguinte, me atendo agora na difus\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Difundir cinema come\u00e7a pela triste constata\u00e7\u00e3o de que apenas nove a cada cem munic\u00edpios brasileiros tem uma sala de proje\u00e7\u00e3o. Que dir\u00e1 uma cinemateca! Este \u00e9 um problema que toda e qualquer secretaria de cultura ou autarquia respons\u00e1vel deve enfrentar urgentemente. Se a maioria dos brasileiros n\u00e3o tem acesso ao cinema para assistir aos enlatados, imaginemos a dificuldade com os filmes produzidos e pensados por e para brasileiros. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Qualquer prefeitura que se preocupe com a capacidade cognitiva de seus cidad\u00e3os deve confrontar esta realidade. Isto porque se um tema \u00e9 de ordem p\u00fablica o correto \u00e9 que o governo subnacional da cidade envolvida entre como fomentador. Temos o costume de associar o envolvimento do ente estatal na produ\u00e7\u00e3o cultural como uma forma de burlar o fisco. Isto porque as leis de incentivo \u00e0 cultura passam pela evas\u00e3o fiscal. N\u00e3o \u00e9 o foco deste artigo. Por isso vejo que as administra\u00e7\u00f5es municipais devem gerar espa\u00e7os de tipo cinemateca em suas cidades. E, paralelo a estas iniciativas, devem investir em uma m\u00eddia audiovisual de baixo custo.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Assim como n\u00e3o \u00e9 preciso reinventar a roda com os festivais de filmes por celular, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio desvendar o que j\u00e1 existe. Sim, quem pensou nos cineclubes, acertou. O Brasil tem uma experi\u00eancia acumulada de oitenta anos de cineclubismo sendo que estes produtores e ativistas culturais s\u00e3o respons\u00e1veis pela hist\u00f3ria e preserva\u00e7\u00e3o do cinema brasileiro. Mesmo se tratando de m\u00eddias digitais, qualquer organiza\u00e7\u00e3o de festival com o intuito de criar um circuito de acesso popular deve passar pelas entidades ligadas ao <a href=\"http:\/\/cineclubes.org.br\/\">Conselho Nacional de Cineclubes<\/a> . <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">J\u00e1 tendo o suporte de m\u00eddia (os celulares que gravam v\u00eddeos); a experi\u00eancia acumulada (os cineclubes), a orienta\u00e7\u00e3o de pol\u00edtica p\u00fablica de criar uma cinemateca por cidade; o que falta neste nosso hipot\u00e9tico munic\u00edpio para dar in\u00edcio ao festival e a difus\u00e3o dos filmes digitais produzidos pelos moradores? Faltam salas de exibi\u00e7\u00e3o em abund\u00e2ncia e a custo baixo. Os \u00fanicos aparelhos p\u00fablicos que podem receber muita gente ao mesmo tempo s\u00e3o as escolas. Como j\u00e1 existe o costume de realizar atividades extra-classe nos finais de semana, \u00e9 nos centros de estudo onde devem ser localizadas as salas de exibi\u00e7\u00e3o. Resta saber como?<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Particularmente resido em um munic\u00edpio metropolitano que tem uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 250 mil habitantes e conta com 70 escolas municipais, entre urbanas e rurais. Supondo que isto seja um padr\u00e3o, vamos calcular esta m\u00e9dia entre habitantes e col\u00e9gios p\u00fablicos da prefeitura. O investimento necess\u00e1rio seria o da compra de um projetor digital por escola. Cada equipamento custa uns R$ <st1:metricconverter w:st=\"on\" ProductID=\"4.000,00 a\">4.000,00 a<\/st1:metricconverter> unidade. Portanto, o montante n\u00e3o poderia ultrapassar os R$ 280.000,00, o que convenhamos, n\u00e3o \u00e9 muito para uma cidade mediana. Fazendo uma compara\u00e7\u00e3o, somente com o IPTU se arrecada, em m\u00e9dia, quase o dobro deste valor mensalmente. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Voltando \u00e0s \u201csalas de exibi\u00e7\u00e3o de filmes digitais\u201d, n\u00e3o havendo condi\u00e7\u00f5es de comprar tel\u00f5es para todas as escolas, passa-se para a solu\u00e7\u00e3o mais barata. Assim, o custo por parede branca pintada n\u00e3o ultrapassaria os R$50,00 \u2013 sem contar a m\u00e3o de obra, j\u00e1 existente dentro do quadro de pessoal das prefeituras. Deste modo, o valor total do investimento bruto em equipamento seria da ordem de R$283.500,00 (o valor dos projetores mais os R$ 3.500,00 gastos com material de pintura). Apenas para oferecer um termo de compara\u00e7\u00e3o, este custo em equipamento \u00e9 muito menor do que se costuma se gastar em Feiras ou Acampamentos festivos em uma cidade m\u00e9dia ga\u00facha. N\u00e3o tenho nada contra estas celebra\u00e7\u00f5es, mas reitero que a obriga\u00e7\u00e3o de uma prefeitura deveria ser para o longo prazo e n\u00e3o contar o tempo somente a cada quatro anos.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">O demonstrado neste artigo \u00e9 fato. \u00c9 vi\u00e1vel criar condi\u00e7\u00f5es para o audiovisual de baixo custo, produzido e co-gerido pelos pr\u00f3prios moradores. Esta iniciativa aumentaria uma enormidade a carga cultural, a refer\u00eancia nacional e a capacidade cognitiva dos cidad\u00e3os de munic\u00edpios mais pobres, sejam interioranos ou perif\u00e9ricos. Talvez este seja o problema de fundo. <\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Existe interesse da parte dos pol\u00edticos profissionais em fortalecer o grau de informa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e cultura de seus eleitores? Eu, como cientista pol\u00edtico, vejo que n\u00e3o existe este interesse. Isto porque o senso comum se fortalece com a ignor\u00e2ncia e o clientelismo. Como nosso dever \u00e9 prescrever sa\u00eddas vi\u00e1veis para tal estado de coisas, aportamos aqui e em outras arenas estas id\u00e9ias plaus\u00edveis. Na pr\u00f3xima quinzena seguimos no tema, abordando o tema do apoio e suporte para os roteiros e distribui\u00e7\u00e3o do audiovisual.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\">Encerro repetindo algo j\u00e1 afirmado. Para os brasileiros n\u00e3o falta criatividade. O problema \u00e9 o controle sobre os recursos p\u00fablicos e a mentalidade pol\u00edtica tacanha e mesquinha que impede o desenvolvimento das for\u00e7as vivas da sociedade. Romper este bloqueio \u00e9 um dever da Coluna Outra Pol\u00edtica.<\/p>\n<p class=MsoPlainText style=\"MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify\"><a href=\"http:\/\/tvtribuna.globo.com\/colunas\/colunas_ver.asp?idColunista=40&amp;idColuna=408\">Este artigo<\/a> foi originalmente publicado no Portal da <a href=\"http:\/\/tvtribuna.globo.com\/\">TV Tribuna<\/a>, Baixada Santista (SP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A identidade e produ\u00e7\u00e3o do audiovisual \u00e9 um patrim\u00f4nio esquecido do povo brasileiro e deve ser alimentado a partir dos munic\u00edpios metropolitanos ou interioranos. 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