{"id":884,"date":"2008-03-13T19:42:10","date_gmt":"2008-03-13T22:42:10","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=884"},"modified":"2023-03-13T21:16:07","modified_gmt":"2023-03-14T00:16:07","slug":"a-banca-chantageia-a-soberania-popular-e-manda-seu-governo-torrar-as-divisas-liquidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=884","title":{"rendered":"A Banca chantageia a soberania popular e manda seu governo torrar as divisas l\u00edquidas"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/amadoaguira_Lazaro.jpg\" title=\"\n\n<p >L\u00e1zaro de Mello Brand\u00e3o e Amador Aguiar, a criatura e seu criador, o atual presidente do ex-Banco Brasileiro de Descontos e o banqueiro que fundou o imp\u00e9rio que hoje ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o como institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria das Am\u00e9ricas. Um governo de banqueiros jamais obrigar\u00e1 seus pares a simplesmente cumprir a sua fun\u00e7\u00e3o no capitalismo. <\/p>\n<p> &#8211; Foto:&#8221; alt=&#8221;<\/p>\n<p >L\u00e1zaro de Mello Brand\u00e3o e Amador Aguiar, a criatura e seu criador, o atual presidente do ex-Banco Brasileiro de Descontos e o banqueiro que fundou o imp\u00e9rio que hoje ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o como institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria das Am\u00e9ricas. Um governo de banqueiros jamais obrigar\u00e1 seus pares a simplesmente cumprir a sua fun\u00e7\u00e3o no capitalismo. <\/p>\n<p> &#8211; Foto:&#8221; class=&#8221;image&#8221;><figcaption class=\"fig-caption\">\n<p >L\u00e1zaro de Mello Brand\u00e3o e Amador Aguiar, a criatura e seu criador, o atual presidente do ex-Banco Brasileiro de Descontos e o banqueiro que fundou o imp\u00e9rio que hoje ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o como institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria das Am\u00e9ricas. Um governo de banqueiros jamais obrigar\u00e1 seus pares a simplesmente cumprir a sua fun\u00e7\u00e3o no capitalismo. <\/p>\n<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p><st1:personname productid=\"Bruno Lima Rocha\" w:st=\"on\">Bruno Lima Rocha<\/st1:personname><\/p>\n<p>3&ordf;, 18 de novembro de 2008; Vila Setembrina; Continente de Sep&eacute; e Languiru; Liga Federal de los Decididos de C&oacute;rdoba La Primera<\/p>\n<p>A bomba est&aacute; armada e preparada para ser detonada. O cen&aacute;rio grotesco n&atilde;o &eacute; o de um ataque integrista transmitido pela rede de televis&atilde;o de Ted Turner (CNN) ou de Rupert Murdoch (News Corp, com a Fox News &agrave; frente). N&atilde;o estamos vendo a uma sandice televisiva onde os opin&oacute;logos do sistema justificam o roubo sistem&aacute;tico na base da jogatina como os &ldquo;humores do mercado&rdquo;. O atentado &eacute; outro, trata-se de crime contra a economia popular, um ataque direto &agrave; soberania dos cidad&atilde;os sobre os destinos dos recursos da 11&ordf; economia do mundo. &Eacute; o saque das reservas do Brasil, o pa&iacute;s que poderia ser l&iacute;der da Am&eacute;rica Latina, isto caso n&atilde;o se comportasse como Sub-Imp&eacute;rio e semi-capacho do Tio Sam e suas traquinagens.<\/p>\n<p>Estou falando da bomba banc&aacute;ria e das reservas l&iacute;quidas, em d&oacute;lares, acumuladas no Brasil durante os &uacute;ltimos governos da Banca, levados na ponta da planilha por funcion&aacute;rios de confian&ccedil;a do sistema financeiro mundial. Tanto na &eacute;poca do governo do ex-funcion&aacute;rio do Banco Mundial, o professor da PUC-RJ, Pedro Malan; como nos &uacute;ltimos quase seis anos do mandato do membro da Escola de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica de Harvard, Henrique Meirelles, tamb&eacute;m ex-presidente mundial do BankBoston, que este pa&iacute;s &eacute; domado na ponta do relho por um reduzido n&uacute;mero de financistas.<\/p>\n<p>Desde o in&iacute;cio &ldquo;da crise capitalista&rdquo;, que o (des)governo brasileiro delega para as autoridades financeiras a miss&atilde;o de &ldquo;garantir a liquidez dos mercados&rdquo;. Ou seja, a solu&ccedil;&atilde;o dada pelo Estado para os contra efeitos diretos do acionar da Gangue de Wall Street, com 9 anos de roubo sistem&aacute;tico, fraude de balan&ccedil;os, jogatina expl&iacute;cita com o dinheiro alheio e desregula&ccedil;&atilde;o quase total do sistema de compensa&ccedil;&atilde;o de valores, &eacute; retirar dinheiro das reservas nacionais e torrar na garantia de consumo. Quem deveria garantir este fluxo de cr&eacute;dito barato &eacute; justamente o setor banc&aacute;rio. Esta &eacute; a fatia da (anti) economia que v&ecirc;m quebrando todos os recordes de lucro l&iacute;quido desde o dia 1&ordm; de janeiro de 1995, quando assume Fernando Henrique passando por todo o governo do Lech Walesa dos tr&oacute;picos, o Sr. Luiz In&aacute;cio da Silva.<\/p>\n<p>Todos os meses, os bancos operando no Brasil t&ecirc;m de fazer um dep&oacute;sito compuls&oacute;rio no Banco Central (BACEN). Com esse recurso, em tese, o Bacen pode e deve garantir as compensa&ccedil;&otilde;es e &ldquo;irrigar&rdquo; o sistema financeiro e banc&aacute;rio. Para aumentar a liquidez de forma direta &ndash; ou seja, garantir o fluxo de cr&eacute;dito, que sai do agiota com CNPJ (os bancos) para o consumidor ou as empresas &ndash; o BACEN vem diminuindo o dep&oacute;sito compuls&oacute;rio da Banca operando no Brasil. Ainda assim, o limite de cr&eacute;dito seca e os bancos cada vez mais emprestam menos. Para que emprestar (?!), diria um financista, se j&aacute; temos a popula&ccedil;&atilde;o super-endividada e com a corda no pesco&ccedil;o do outro lado do balc&atilde;o, a Banca fatura ainda mais.<\/p>\n<p>Segundo o di&aacute;rio &ldquo;oficial&rdquo; de economia do pago de S&atilde;o Pedro (<st1:personname productid=\"Jornal do Com&eacute;rcio\" w:st=\"on\">Jornal do Com&eacute;rcio<\/st1:personname>, 3&ordf;, 18\/11\/2008, pp. 8-11) o pa&iacute;s j&aacute; torrou R$ 150 bi para &ldquo;aumentar a liquidez&rdquo;. Enquanto isso a Banca quebra recordes e se posiciona como l&iacute;der regional. Das 20 maiores institui&ccedil;&otilde;es financeiras de capital aberto da Am&eacute;rica Latina e dos EUA, cinco bancos &ldquo;nacionais&rdquo; figuram. Bradesco, Banco do Brasil, Ita&uacute;, Unibanco e Santander &ndash; em ordem decrescente de faturamento, isto relativo ao terceiro trimestre de <st1:metricconverter productid=\"2008. A\" w:st=\"on\">2008. A<\/st1:metricconverter> conta &eacute; simples, se a Banca fatura e a Uni&atilde;o torra nosso dinheiro para cumprir uma fun&ccedil;&atilde;o que, em tese, &eacute; o nicho de neg&oacute;cios da pr&oacute;pria Banca, &eacute; porque estamos repassando divisas aos banqueiros. Vejam o desempenho dos tr&ecirc;s primeiros bancos brasileiro, correspondente a julho-agosto-setembro, <st1:personname productid=\"em d&oacute;lares: Bradesco\" w:st=\"on\">em d&oacute;lares: Bradesco<\/st1:personname> (US$ 997,9 milh&otilde;es; 3&ordm; do continente e 1&ordm; do Brasil); Banco do Brasil (US$ <st1:metricconverter productid=\"975,3 mi\" w:st=\"on\">975,3 mi<\/st1:metricconverter>); Ita&uacute; (US$ <st1:metricconverter productid=\"965,2 mi\" w:st=\"on\">965,2 mi<\/st1:metricconverter>).<\/p>\n<p>Enquanto isso, o Estado brasileiro torra US$ 46,5 bi apenas para segurar o pre&ccedil;o do d&oacute;lar baixo! Em reais essa brincadeira j&aacute; deu R$106 bi, destinados ao al&eacute;m s&oacute; &ldquo;no problema de c&acirc;mbio&rdquo;. Todos sabem quem opera o c&acirc;mbio no Brasil, qualquer t&eacute;cnico da Fazenda e do BACEN pode levantar uma planilha de Excel e dizer nome, endere&ccedil;os, CNPJ, CPF, telefone e movimenta&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria dos piratas do c&acirc;mbio, como o &ldquo;investidor&rdquo; Naji Nahas. J&aacute; foram pegos e presos neste pa&iacute;s executivos do Cr&eacute;dit Suisse, operando como &ldquo;private banking&rdquo;, tragando divisas e evadindo riquezas, e para isso precisam de um circuito de c&acirc;mbio ilegal para funcionar. Mesmo depois de ir em cana, a nobre institui&ccedil;&atilde;o su&iacute;&ccedil;a continuou com suas opera&ccedil;&otilde;es aqui na terra de ningu&eacute;m. Portanto, aqui se sabe de tudo. O lapso n&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, mas de conceito.<\/p>\n<p>O problema &eacute; de fundo estrutural e admiti-lo &eacute; admitir a moral vigente e de funcionamento do capitalismo em sua vers&atilde;o corporativa e financeira. N&atilde;o me refiro ao capitalismo concorrencial, o que quase inexiste, mas sim a concerta&ccedil;&atilde;o de classe que ocupa postos-chave no controle do fluxo de riquezas do sistema. A moral da mente criminosa n&atilde;o tem nenhuma rela&ccedil;&atilde;o com o pobre diabo do empres&aacute;rio de si mesmo, como a legi&atilde;o de t&eacute;cnicos de inform&aacute;tica que vendem servi&ccedil;o de aut&ocirc;nomo e s&atilde;o obrigados a funcionar como micro empresa unipessoal para ser contratados (terceirizados) e n&atilde;o ter direito a nada. A condi&ccedil;&atilde;o &eacute; a seguinte: &#8211; mataram a moral protestante, e j&aacute; faz muito, e a inclina&ccedil;&atilde;o pelo lucro n&atilde;o &eacute; pelo benef&iacute;cio do trabalho (mesmo que roubando as horas e for&ccedil;as de trabalho com mais-valia), mas sim pela engenharia institucional que permite a acumula&ccedil;&atilde;o indevida e a riqueza na base da jogatina. Ao inv&eacute;s de bancas de jogo do bicho, s&atilde;o bancos mesmo, e com liga&ccedil;&otilde;es org&acirc;nicas dentro e fora do Estado e dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa e segmentados.<\/p>\n<p>Afinal, porque acumulamos divisas e reservas &ldquo;estrat&eacute;gicas&rdquo; e jogamos tudo na salva&ccedil;&atilde;o da liquidez banc&aacute;ria? Isso ocorre porque o Estado n&atilde;o regula o ambiente da economia, o Estado &eacute; o operador do capital financeiro, tanto nas suas pol&iacute;ticas como na ocupa&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es-chave para esta garantia de privil&eacute;gios absurdos. Os bancos est&atilde;o regidos, em tese, por um c&oacute;digo de normas legais, sendo SUBORDINADOS &agrave;s normativas do Banco Central e do Minist&eacute;rio da Fazenda. Mas, como n&atilde;o h&aacute; governo que regule os banqueiros, porque quando se governa com os bancos, s&atilde;o os BANCOS QUE GOVERNAM. Assim, essa vergonha nacional n&atilde;o obriga os financistas a emprestarem, o Governo eleito (pelo voto popular) delega para uma equipe de &ldquo;especialistas&rdquo; do Conselho de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) a taxa&ccedil;&atilde;o dos juros reais, indexados na maldita Selic. Nada e nem ningu&eacute;m obriga aos bancos a cumprirem &ldquo;sua fun&ccedil;&atilde;o&rdquo; no sistema capitalista, que &eacute; de emprestar dinheiro. Ao contr&aacute;rio, liberam o dep&oacute;sito compuls&oacute;rio da Banca e o que eles fazem? Seguram ainda mais o cr&eacute;dito, cortando o acesso ao capital de giro a juros baixos, isto porque v&atilde;o partir para uma nova etapa de acumula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O que ir&aacute; acontecer no Brasil dos Banqueiros? Antecipo e arrisco a pelo menos tr&ecirc;s movimentos:<\/p>\n<p>1) At&eacute; 14 de novembro de 2008, o governo ainda mantinha uma reserva, feita a partir dos dep&oacute;sitos compuls&oacute;rios, de R$ 215,9 bi no BACEN. As reservas internacionais s&atilde;o da ordem de US$ 200 bi. Assim, com a &ldquo;folga&rdquo; constru&iacute;da na base de uma pol&iacute;tica de exporta&ccedil;&otilde;es demencial (vendemos soja e compramos tecnologia!) <strong>a Banca seguir&aacute; chantageando o Estado que lhe serve e dela &eacute; parte constitutiva<\/strong> e esgotando as &ldquo;sobras l&iacute;quidas&rdquo; edificadas sobre os &ldquo;fundamentos da Economia&rdquo; de Mr. Meirelles, o interventor do Brasil.<\/p>\n<p>2) <strong>O processo de fus&otilde;es, ou seja, de concentra&ccedil;&atilde;o de controle de capital financeiro j&aacute; come&ccedil;ou<\/strong>. A compra do Unibanco pelo Ita&uacute;, contou com anu&ecirc;ncia do governo, que se recusa a governar, e n&atilde;o disp&otilde;e dos mecanismos legais (mas surreais) de exerc&iacute;cio da delega&ccedil;&atilde;o de poder conseguida n&atilde;o numa transa&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria, mas atrav&eacute;s do voto popular. Os seguintes &oacute;rg&atilde;os e outros mais que n&atilde;o citei, simplesmente n&atilde;o funcionam e quando s&atilde;o funcionais, n&atilde;o chegam a punir:<\/p>\n<p>&#8211; Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (CADE, do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a); &#8211; Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF, do Minist&eacute;rio da Fazenda); &#8211; a Secretaria de Direito Econ&ocirc;mico \/ Departamento de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa Econ&ocirc;mica \/ Coordena&ccedil;&atilde;o-Geral de Controle de Mercado (tamb&eacute;m do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a); dentre outros, tudo isso &eacute; acaba sendo para ingl&ecirc;s ver. Na compra executada por Roberto Egydio Set&uacute;bal (Ita&uacute;) com a anu&ecirc;ncia de Pedro Moreira Salles (Unibanco) e Pedro Malan (sim, ele mesmo), o presidente foi informado de algo que ele e seus subordinados deveriam REGULAR! A farra come&ccedil;ou e o Estado vai entrar pesado, para segurar a quebradeira de bancos menores e para acabar de matar o federalismo de faz-de-conta tupiniquim. Isto porque quando n&atilde;o restarem bancos estaduais e tudo se resumir, na &aacute;rea estatal, ao Banco do Brasil, <strong>a Uni&atilde;o consolidar&aacute; o projeto de poder de pa&iacute;s unit&aacute;rio<\/strong>.<\/p>\n<p>3) <strong>Banca &ldquo;vai partir pr&aacute; dentro&rdquo;.<\/strong> Com todos pendurados no super-endividamento e com o cr&eacute;dito dif&iacute;cil, a inadimpl&ecirc;ncia de pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas tende a aumentar. <strong>Resultado, a incorpora&ccedil;&atilde;o de patrim&ocirc;nio pela Banca, executando d&iacute;vidas <\/strong>e tomando na ponta da caneta o fruto do trabalho e esfor&ccedil;o de milh&otilde;es de brasileiros.<\/p>\n<p>Tudo isso ocorre porque o governo eleito pelo voto popular, governa no exerc&iacute;cio da usurpa&ccedil;&atilde;o do direito da soberania dos eleitores. A popula&ccedil;&atilde;o se v&ecirc; emparedada com a car&ecirc;ncia cognitiva e incapacidade de responder a este tipo de ataque. O que est&aacute; ocorrendo no Brasil al&eacute;m de acumula&ccedil;&atilde;o capitalista, &eacute; roubo mesmo. A Banca est&aacute; roubando a riqueza acumulada na base da exporta&ccedil;&atilde;o de produtos agr&iacute;colas e devasta&ccedil;&atilde;o de nossos bens naturais n&atilde;o renov&aacute;veis. Al&eacute;m da espolia&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos 13 anos seguidos, agora a mesma Banca &ndash; somada aos operadores de c&acirc;mbio (isto quando as quadrilhas n&atilde;o s&atilde;o a mesma coisa) &ndash; chantageia o Estado e o for&ccedil;a a torrar o que segurou. O dinheiro que era para o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e para a Previd&ecirc;ncia Social virou reserva &ldquo;estrat&eacute;gica&rdquo; para jogar o jogo da liquidez. Assim, se &ldquo;governa&rdquo; para os banqueiros e n&atilde;o se EXECUTA as fun&ccedil;&otilde;es de ESTADO, conforme reza a tal da Constitui&ccedil;&atilde;o que ningu&eacute;m cumpre, porque o Direito &eacute; uma coisa, a Lei &eacute; outra e a opera&ccedil;&atilde;o das Leis &eacute; outra tamb&eacute;m.<\/p>\n<p>Se h&aacute; alguma novidade n&atilde;o &eacute; da fal&aacute;cia de crise c&iacute;clica do capitalismo, mas na explicita&ccedil;&atilde;o das posi&ccedil;&otilde;es de ESTADO. O problema &eacute; que a compreens&atilde;o deste mecanismo &eacute; t&atilde;o simples, que ningu&eacute;m acredita. N&atilde;o fosse a coloniza&ccedil;&atilde;o da POL&Iacute;TICA pela linguagem e pelo jarg&atilde;o financista-neoliberal e estar&iacute;amos com todas as condi&ccedil;&otilde;es ideol&oacute;gicas para fazer uma PUEBLADA tentando retomar na ra&ccedil;a o que &eacute; nosso por direito. Se esta &eacute; a dificuldade, portanto este &eacute; o desafio a ser cumprido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-884","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=884"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/884\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10621,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/884\/revisions\/10621"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}