{"id":961,"date":"2009-04-07T08:20:00","date_gmt":"2009-04-07T08:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=961"},"modified":"2009-04-07T08:20:00","modified_gmt":"2009-04-07T08:20:00","slug":"alegrete-historia-e-memoria-sobre-imigracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=961","title":{"rendered":"Alegrete: Hist\u00f3ria e Mem\u00f3ria sobre Imigra\u00e7\u00e3o."},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/italiana.JPG\" title=\"Sede da Sociedade Italiana de Alegrete publicada em 1908. - Foto:\" alt=\"Sede da Sociedade Italiana de Alegrete publicada em 1908. - Foto:\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Sede da Sociedade Italiana de Alegrete publicada em 1908.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:<\/small><\/figure>\n<p>N&atilde;o existem pesquisas que abordem de forma sistem&aacute;tica e com rigor metodol&oacute;gico a imigra&ccedil;&atilde;o na Campanha Sudoeste do Rio Grande do Sul. Este trabalho tem a modesta inten&ccedil;&atilde;o de contribuir no sentido de discutir a presen&ccedil;a de imigrantes nesta regi&atilde;o do Pampa Riograndense. Uma primeira vers&atilde;o do texto foi publicado pela primeira vez em 2007 na Revista do Imigrante em Alegrete.<\/p>\n<p>Por Anderson Rom&aacute;rio Pereira Corr&ecirc;a. <br \/>\nAlegrete, 31 de mar&ccedil;o de 2009.<\/p>\n<p>Os estudos sobre imigra&ccedil;&atilde;o tornaram-se uma &ldquo;especialidade&rdquo;, v&aacute;rias institui&ccedil;&otilde;es no Brasil e no exterior desenvolvem Linhas de Pesquisa que tratam do fen&ocirc;meno migrat&oacute;rio. Este trabalho procura abordar a o tema &ldquo;imigrantes&rdquo; em Alegrete (1889-1930), a partir de dois fragmentos de textos, caracterizados como &ldquo;mem&oacute;rias&rdquo;. A mem&oacute;ria tem sido explorada pelos historiadores, n&atilde;o como testemunho, mas sim, como indicio; ou ent&atilde;o, no campo das mentalidades e representa&ccedil;&otilde;es sobre o passado. &Eacute; uma forma de constru&ccedil;&atilde;o da identidade, que utiliza a mem&oacute;ria enquanto subjetividade, e n&atilde;o como &ldquo;ci&ecirc;ncia&rdquo; Hist&oacute;rica. N&atilde;o se busca aqui, ver o que o autor quis dizer, mas sim, o que &eacute; poss&iacute;vel entender a partir do que ele disse. Um dos textos &eacute; de Laci Os&oacute;rio e o outro de S&eacute;rgio Faraco. No primeiro, explora-se a historicidade do fato narrado e no segundo, elabora-se uma &ldquo;an&aacute;lise de conte&uacute;do&rdquo; &#8211; uma cr&iacute;tica hist&oacute;rica aplicada &agrave; mem&oacute;ria. <br \/>\nO primeiro texto, do poeta alegretense Laci Os&oacute;rio (1979:16), que escreveu: &ldquo;(&#8230;) Vov&ocirc; Germano Scherwenski, aqui aportou, jovem emigrante da Alemanha. De origem eslava, ucraniana, dizem que possu&iacute;a m&atilde;os de ferro, que revolviam a terra. E eram suaves, acarinhando sua descend&ecirc;ncia de frutos e crian&ccedil;as.&rdquo; Laci Os&oacute;rio, poeta social e comprometido, escreve este texto em uma obra de poesia e mem&oacute;rias. Cr&iacute;tico social manifesta em sua poesia a defesa do regionalismo, dos trabalhadores do campo e da cidade. A obra publicada no per&iacute;odo discricion&aacute;rio, da &ldquo;ditadura militar&rdquo;, se analisada na integra, &eacute; uma mem&oacute;ria de luta. Embora o autor n&atilde;o necessite de apresenta&ccedil;&otilde;es, fez-se este breve coment&aacute;rio, para ver o qu&ecirc; estas linhas de suas mem&oacute;rias podem dizer. <br \/>\nDos imigrantes que vieram para Alegrete no s&eacute;culo XIX e in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, os alem&atilde;es foram os primeiros a marcar sua presen&ccedil;a. Uma das caracter&iacute;sticas que podemos notar, observando as fontes, &eacute; a forte liga&ccedil;&atilde;o dos mesmos, com o movimento oper&aacute;rio local e organizados como Socialistas (A Fronteira:1898), compondo um &ldquo;Partido Socialista&rdquo; em Alegrete. Em 1897, no Estatuto da Sociedade Oper&aacute;ria, Mutua Prote&ccedil;&atilde;o Oper&aacute;ria, temos os nomes de Eduardo Mallmann, Pedro de Souza Bisch, Pedro Antero Krug, Felipe Krug, Jos&eacute; Zimermann. Como profissionais s&atilde;o artes&otilde;es (sapateiros, marceneiros, alfaiates, etc.) (APERGS). Estes alem&atilde;es ou descendentes, figuram entre uma centena ou mais destes que estabeleceram-se em Alegrete a partir das Guerras de fronteira com os pa&iacute;ses do Prata. Alguns, possivelmente exilados pol&iacute;ticos de revolu&ccedil;&otilde;es socialistas na Europa do s&eacute;culo XIX. Os Mallmann faziam parte dos colonos de 1824. J&aacute; os Krug (LEMOS, 1993:447), por exemplo, faziam parte do ex&eacute;rcito imperial como mercen&aacute;rios na luta Cisplatina (d&eacute;cada de 20, do s&eacute;culo XIX). Laci Os&oacute;rio ao escrever: &ldquo;dizem que possu&iacute;a m&atilde;os de ferro que revolviam a terra,&rdquo; faz refer&ecirc;ncia ao trabalho na agricultura, ao trabalho rural. Luiz Ara&uacute;jo Filho publicou em 1908, o recenseamento do munic&iacute;pio feito em 1890, logo no inicio do per&iacute;odo republicano. Os dados publicados por Luiz Ara&uacute;jo Filho foram: <br \/>\n&#8211; Cidade e sub&uacute;rbios: 305 estrangeiros, 4.221 brasileiros, somando um total de 4.526 pessoas; <br \/>\n&#8211; No Primeiro Distrito fora da cidade: 291 estrangeiros, 4.924 brasileiros, somando um total de 5.215 pessoas; <br \/>\n&#8211; Segundo Distrito: 185 estrangeiros, 2.869 brasileiros, total de 3.054 pessoas; <br \/>\n&#8211; Terceiro distrito: 215 estrangeiros, 3.325 brasileiros, total de 3.542 pessoas. <br \/>\nAo todo s&atilde;o 998 estrangeiros, 15.339 brasileiros, somando 16.337 habitantes no munic&iacute;pio. <br \/>\nNota-se nos n&uacute;meros expostos acima, que o n&uacute;mero de estrangeiros na cidade e sub&uacute;rbios, &eacute; praticamente igual e equilibrado aos n&uacute;meros do 1&ordm; distrito fora da cidade. Estes estrangeiros fora da cidade, no primeiro distrito, seriam agricultores? Sendo assim, pode-se deduzir que havia um equil&iacute;brio entre imigrantes art&iacute;fices urbanos e imigrantes agricultores ou trabalhadores rurais? Por mais que os imigrantes possu&iacute;ssem tamb&eacute;m suas oficinas na &aacute;rea rural, o n&uacute;mero &eacute; demais expressivo. Tem-se como exemplo, alguns nomes italianos como trabalhadores rurais registrados no livro dos S&oacute;cios da Sociedade Italiana: Giovani Bado &#8211; agricultor, Caetano Pelusio &#8211; agricultor, Nicola Bianchi &#8211; leiteiro; al&eacute;m de outros tantos nomes conhecidos, na Coxilha, nas Pedreiras, no Capivari, Cavera e nos Pinheiros. O exposto acima aponta para a exist&ecirc;ncia de imigrantes (alem&atilde;es e italianos) com atividades profissionais em zonas rurais. <br \/>\nPor falar em italianos, o segundo texto do escritor S&eacute;rgio Faraco publicado no livro &ldquo;N&oacute;s, os italo-ga&uacute;chos&rdquo;, cai como uma luva neste caso. A obra faz parte das comemora&ccedil;&otilde;es dos 120 anos da coloniza&ccedil;&atilde;o italiana. &Eacute; interessante destacar a presen&ccedil;a deste escritor alegretense entre tantos escritores descendentes de imigrantes do Rio Grande do Sul. Embora Mario Maestri escreva na abertura do livro, que os autores escolhidos s&atilde;o descendentes de imigrantes colonos de zonas rurais. Faraco n&atilde;o &eacute; descendente de &ldquo; imigrante, colono de zona rural&rdquo;, na verdade o que verifica-se a seguir, &eacute; que Faraco descende de &ldquo;imigrante, artes&atilde;o para zona urbana&rdquo;. Sergio Faraco &eacute; considerado um dos melhores escritores alegretenses, talvez de todas suas experi&ecirc;ncias, uma rela&ccedil;&atilde;o que pode ser feita entre Laci Os&oacute;rio e ele, &eacute; que em algum momento de suas vidas e cada qual de sua maneira, possu&iacute;ram algo em comum: o Comunismo. &ldquo;S&eacute;rgio teve longa experi&ecirc;ncia de Universidade em Moscou, na Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica (&#8230;)&rdquo; (Clemente:1991), antes de 1965, onde teve algumas desilus&otilde;es. <br \/>\nNo in&iacute;cio do texto Faraco (1991:133) &ldquo;A lua com sede&rdquo;, ele escreve: &ldquo;Na troca do s&eacute;culo, meu futuro av&ocirc; trocou a It&aacute;lia pelo Brasil. Deixou Lauria, pequena cidade ao sul de N&aacute;poles, entre a Basilicata e a Cal&aacute;bria, e veio dar no Alegrete com sua jovem mulher e a esperan&ccedil;a de prosperidade e paz no Novo Mundo.&rdquo; Desvendando generalidades e particularidades a partir deste trecho: Em 1890, dos 998 estrangeiros que n&atilde;o aceitaram a nacionaliza&ccedil;&atilde;o, aproximadamente 200 eram italianos (LRN: Intendencia Municipal); de acordo com Mauricio Goldemberg (1993:21), em 1905 aproximava-se dos 300 imigrantes italianos. Do livro de registro de s&oacute;cios da sociedade italiana &ldquo;Guilherme Marconi&rdquo;, pode-se fazer algumas reflex&otilde;es: s&atilde;o 61 registros de imigrantes, onde a maioria passou pela diretoria da Societa di Mutuo Socorso Unione Italiana. Dos 61 nomes, 10 n&atilde;o apontam o local de nascimento, e seis s&atilde;o nascidos na Am&eacute;rica. Do total de 48 restantes nascidos na It&aacute;lia, 18 s&atilde;o da Basilicata e destes 11 da Lauria. Se acrescentarmos o registro do imigrante da Sic&iacute;lia e o de Salermo, podemos dizer que da nossa &ldquo;amostra&rdquo;, a maioria de italianos &eacute; composta de meridionais. O ano de nascimento destes imigrantes, de acordo com a fonte, 22 deles nasceram antes de 1870; 15 entre 1870 e 1880; 05 entre 1880 e 1890 e, 04 depois de 1900. Metade deles, viveu no per&iacute;odo da luta pela unifica&ccedil;&atilde;o italiana. Observa-se tamb&eacute;m, que muitos deles vieram a partir da d&eacute;cada de 1880, ent&atilde;o, n&atilde;o faziam parte dos projetos de coloniza&ccedil;&atilde;o para as col&ocirc;nias agr&iacute;colas, eram imigrantes com recursos pr&oacute;prios e n&atilde;o subvencionados pelos governos. <br \/>\nDe aproximadamente 20 atividades profissionais observadas entre esses imigrantes, existiam 12 comerciantes, 07 Sapateiros, 04 barbeiros, 04 alfaiates, 04 industriais, ou seja, eram pessoas ligadas a atividades urbanas. Da Basilicata havia 1 m&eacute;dico, 03 negociantes, 5 sapateiros, 1 leiteiro, 1 barbeiro e 2 alfaiates. <br \/>\nA hip&oacute;tese &eacute; que, foram apontados somente, nomes de pessoas que tiveram algum tipo de significa&ccedil;&atilde;o para a sociedade, como os membros da diretoria, os presidentes e seus &iacute;cones. No livro dos s&oacute;cios, o que possuiu o maior n&uacute;mero de linhas escritas, pelo que significou e exerceu entre os italianos de Alegrete, foi Braz Faraco. Sob o registro n&uacute;mero 62, Faraco Biagio, Filho de Francesco, alfaiate, nascido a 02 de maio de 1876, em Lauria &ndash; Basilicata. O registro diz que: em 1918 &eacute; o terceiro ano que ocupa o cargo de presidente. Fez o importante trabalho de reforma do Estatuto Social. Resumindo,: foi &ldquo;Delegado da Croce Rossa Italiana em 1911. Conselheiro e secret&aacute;rio de 1918 a 1919. Tesoureiro do ano de 1923 a 1927. Nomeado s&oacute;cio benem&eacute;rito em 20.09.1926. Presidente do ano de 1934 a 1938. Em 02 de janeiro de 1938, ofereceram-lhe uma fotografia da sociedade e col&ocirc;nia, pela coopera&ccedil;&atilde;o de 25 anos.&rdquo; As refer&ecirc;ncias a Faraco continuaram, sem esquecer que ele foi agente consular depois de Emilio Remiggio Ricciardi. <br \/>\nBraz Faraco estava entre os quase 300 imigrantes italianos que havia em Alegrete no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. Do livro dos S&oacute;cios e somente em rela&ccedil;&atilde;o a estes registros, era um dos 29 meridionais. Um entre os 18 de Basilicata. Mais um entre os 11 de Lauria. Era um dos quatro alfaiates e um dos tr&ecirc;s irm&atilde;os Faraco: Braz, &Acirc;ngelo e Ant&ocirc;nio. Em 1912, o ano do primeiro registro na intend&ecirc;ncia municipal da alfaiataria de sociedade de Braz Faraco &amp; Irm&atilde;os na rua General Sampaio (LCI: AHMMJT). Pertenceu a um grupo de imigrantes que saiu da It&aacute;lia depois da d&eacute;cada de 1890, per&iacute;odo de persegui&ccedil;&atilde;o a revolucion&aacute;rios, e de ascens&atilde;o dos Social-democratas ao poder. Procurando prosperidade e paz no Novo Mundo. <br \/>\nAcrescenta-se aqui, um trecho de uma &ldquo;observa&ccedil;&atilde;o de viajante&rdquo;. Em 1907 o m&eacute;dico italiano Jo&atilde;o Polombine (2006:174) , que andou pela fronteira e passou por Alegrete fazendo apontamentos &ldquo;cient&iacute;ficos&rdquo;. Viajou de Uruguaiana &agrave; Barra do Quarai, da Barra at&eacute; S&atilde;o Jo&atilde;o Batista do Quarai, desta &uacute;ltima at&eacute; Alegrete.&rdquo; Em uma dessas viagem, conversou com o estancieiro Carlos Corr&ecirc;a. Espantado com a quantidade de campos, Carlos perguntou-lhe se na It&aacute;lia era assim. Ele respondeu: <br \/>\n-N&atilde;o &eacute; assim, Sr. Carlos, l&aacute; h&aacute; muitos trabalhadores e pouca terra para cada um deles, mas n&atilde;o se perde nada, nem um palmo sem cultivar. Parecem todos, jardins enfileirados e quase cada quadra tem uma casa.&rdquo;(Idem: 178) <br \/>\nEle continua escrevendo: &ldquo;Continu&aacute;vamos atravessando est&acirc;ncias, onde se ouve somente o &ldquo;&oacute;i, &oacute;i,&rdquo; da saparia, que parece estar chamando agente pra nos dizer: <br \/>\n-Olhem esse limo: quanto ouro aqui est&aacute;, sepultado. Peguem na p&aacute;, na enxada e puxem-no para fora. V&ecirc;-lo-&atilde;o escorrer a jato continuo, atrav&eacute;s das plantas que ali nascer&atilde;o e que lhes chegar&aacute; em casa, sob a forma de sacos de cereais e de legumes!&rdquo; (Idem: 179) <br \/>\nPercebe-se que os fragmentos de textos explorados aqui, t&ecirc;m algo em comum: o trabalho. Assim a mem&oacute;ria sobre a imigra&ccedil;&atilde;o, &eacute; tamb&eacute;m uma mem&oacute;ria de trabalho, que pode ser facilmente comprovada pela Hist&oacute;ria. A virada do s&eacute;culo XIX para o s&eacute;culo XX, eram tempos em que o trabalho atra&iacute;a muita gente para Alegrete. <\/p>\n<p>Fontes e Bibliografia: <\/p>\n<p>APERGS. Arquivo P&uacute;blico do Estado Rio Grande do Sul. Processo Crime contra Eduardo Mallmann; Fundo Comarca de Alegrete\/Sede; Sub fundo, 1&ordm; c&iacute;vel e Crime; S&eacute;rie: Processo crime e outros; Data limite: 1899 &ndash; 1899;Numera&ccedil;&atilde;o: 3535 &ndash; 3541; Pr&eacute;dio\/ Estante: 2\/145;N: 3537; M:103; E: 69. <br \/>\nCLEMENTE, Elvo. A literatura de Italianos e descendentes no Rio Grande do Sul. In:Etnias &amp; Carisma: poliant&eacute;ia em homenagem a Rov&iacute;lio Costa\/ Organizado por Ant&ocirc;nio Suliani &ndash; Porto Alegre: EDPUCRS, 2001 <br \/>\nConferencia socialista. A Fronteira:Jornal do Partido Republicano; Quarahy, 29 de dezembro de 1898; n&ordm;311, p.02 <br \/>\nFARACO, S&eacute;rgio. A lua com sede. In:N&oacute;s, os &iacute;talo-ga&uacute;chos. 2&ordf; ed. Porto Alegre: Ed. Universidade\/UFRGS;1991 p.133. <br \/>\nGOLDEMBERG, Maur&iacute;cio; Italianos: 120 anos ajudando a construir um grande Alegrete; Alegrete de Ontem: <br \/>\nEdi&ccedil;&atilde;o Comemorativa da Gazeta de Alegrete 111 Anos; 1993; 2&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o; pg. 21 <br \/>\nLCI: AHMMJT. Arquivo Hist&oacute;rico Municipal Miguel Jacques Trindade: Livro de Cobran&ccedil;a de Impostos de Industria e Profiss&otilde;es; n&ordm;19; ano:1912;p.05. <br \/>\nLRN: Intend&ecirc;ncia Municipal. Secretaria da C&acirc;mara da Intend&ecirc;ncia Municipal de Alegrete. Termos de Recusados Cidad&atilde;os estrangeiros que n&atilde;o aceitaram a naturaliza&ccedil;&atilde;o Brasileira.(24\/02\/1890 &ndash; 31\/12\/1890) <br \/>\nLEMOS, Juv&ecirc;ncio Saldanha. Os Mercen&aacute;rios do imperador: A primeira corrente imigrat&oacute;ria alem&atilde; no Brasil (1824 &ndash; 1830). Porto Alegre. Palmarinca. 1993. <br \/>\nOS&Oacute;RIO, Laci. Quest&atilde;o de Vida: mem&oacute;ria em tempo de poesia.Porto Alegre; Editora movimento;1979. <br \/>\nPALOMBINI, Jo&atilde;o. Um Retrato do Rio Grande do Sul no inicio do S&eacute;culo XX.1&ordm; Edi&ccedil;&atilde;o, Porto Alegre, <br \/>\n2006. <br \/>\nSecretaria da Sociedade Italian de Alegrete. Livro dos S&oacute;cios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sede da Sociedade Italiana de Alegrete publicada em 1908. Foto: N&atilde;o existem pesquisas que abordem de forma sistem&aacute;tica e com rigor metodol&oacute;gico a imigra&ccedil;&atilde;o na Campanha Sudoeste do Rio Grande do Sul. Este trabalho tem a modesta inten&ccedil;&atilde;o de contribuir no sentido de discutir a presen&ccedil;a de imigrantes nesta regi&atilde;o do Pampa Riograndense. 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