senador pelo PFL de São Paulo, apagara suas marcas por dentro do aparelho policial e repressivo do maior estado do país. Quase 30 anos de DOPS e ninguém nem se lembra disso. Fogo nos velhos arquivos da Tutóia e prêmio em cargo comissionado na PF. No Planalto de Piratininga, deixara suas marcas, lembranças, protegidos e até um “filho prodígio”, hoje deputado estadual pelo partido de Quércia, e que aos 40 anos já era delegado de classe especial, topo da carreira. Deu no que deu.
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O senador pelo PFL de São Paulo, apagara suas marcas por dentro do aparelho policial e repressivo do maior estado do país. Quase 30 anos de DOPS e ninguém nem se lembra disso. Fogo nos velhos arquivos da Tutóia e prêmio em cargo comissionado na PF. No Planalto de Piratininga, deixara suas marcas, lembranças, protegidos e até um “filho prodígio”, hoje deputado estadual pelo partido de Quércia, e que aos 40 anos já era delegado de classe especial, topo da carreira. Deu no que deu.
– Foto:” class=”image”> O senador pelo PFL de São Paulo, apagara suas marcas por dentro do aparelho policial e repressivo do maior estado do país. Quase 30 anos de DOPS e ninguém nem se lembra disso. Fogo nos velhos arquivos da Tutóia e prêmio em cargo comissionado na PF. No Planalto de Piratininga, deixara suas marcas, lembranças, protegidos e até um “filho prodígio”, hoje deputado estadual pelo partido de Quércia, e que aos 40 anos já era delegado de classe especial, topo da carreira. Deu no que deu.
Neste momento de crise da segurança pública e crescimento nacional de um outro agente político, é costume a pauleira coletiva. Todos aproveitam, tiram uma casquinha e dão uma pedrada no teto de zinco já cheio de furos, do governo do estado de São Paulo, gestão PSDB-PFL. Reagindo a tudo isso, fazendo um mea culpa tardio, o ex-reitor da Mackenzie, contemporâneo do PCC, abre seu coração para a mídia e desanca a raiva interna daqueles que se sentem abandonados por seus iguais.
Assumindo-se síndico de uma sociedade em crise, Dr. Lembo se vê diante daquilo que ajudara a
Espetáculos midiáticos, à parte, a coisa está feia. Muito feia eu diria. Quando o Dr. Godofredo Bittencourt Filho, diretor do DEIC outrora já dirigido por Sérgio Paranhos Fleury, senta à mesa com a cúpula do outro Partido do Crime, reconhece o agente e a concorrência. Este princípio de
É a mesma temeridade que constrói presídios e casas de custódia, mas não separa os apenados por grau de periculosidade. Que, se vê obrigado a
O bloqueio de celulares, obra a
“- É para isto que pagamos 4º% de taxa impositiva por cada R$1 real circulando na economia brasileira?!”
A Babel sistêmica dos aparelhos policiais brasileiros, agora somados com as Guardas Municipais e o disparate de formação e integridade entre as polícias estaduais e a PF – embora não 100% limpa, vide a “gloriosa” SR do Rio de Janeiro, onde tudo some e ninguém sabe e ninguém viu – faz das “força da ordem” um fator a mais e decisivo de desordem. Não há sentido em termos duas polícias simultâneas e concorrentes. É absurdo o esquema de plantão de 24 por 48 hs. praticamente ancorado no subemprego e na informalidade dos bicos de segurança, nas “empresas” geridas por esposas de coronéis e delegados. É tudo uma balburdia, onde a polícia investigativa e judiciária anda caracterizada e com viaturas pintadas. Enquanto isso, a P2, investiga a tudo e a todos. Os Civis querem
Quantos empresários corruptos o DEIC prendeu durante os anos de governo Tucano em São Paulo?! Quantos assassinos profissionais a Rota matou em suas rondas de paz?! Marcola é um homem
Será o fantasma de Fleury que ronda o aparelho policial de São Paulo?! Ou a faxina passaria por uma releitura pública, passível de execração e limpeza sanitária, a
