Por estes trilhos escorrem riquezas de nosso subsolo. Voltamos a crescer como colônia, onde e quando era proibido o beneficiamento e a manufatura. Foto:
A partir do último artigo publicado no Noblat, troquei emails com um publicitário gaúcho que assina como Dirck. Com sua autorização, transofrmei em Nota alguns de seus comentários.
“…e ninguém comenta o mensalão – anualão de dez bilhão – que a Vale do Rio Doce arranca do solo brasileiro, doado pela privatização do Sr. FHC.
…Evo Morales neles.
… Vc sabia que em cada tonelada de minério de ferro que sai de Carajás pelo porto de Itaqui (São Luiz-MA) os japoneses, ao beneficiar o minério em suas siderúrgicas, retiram algo em torno de um quilo de ouro e outros minerais nobres?!
…É preciso proibir a exportação de minério de ferro,manganês, bauxita, etcsem nenhum processo de beneficiamento em território nacional.
…A propósito, o minério mineiro que sai pelo porto de Tubarão, em Vitória-ES (onde também morei) ainda trago na garganta. É que ao ser despejado a granel em navios, a brisa marinha espalha uma poeira metálica sobrea bela capitalcapixaba. Uma poluição que ainda vai dar o que falar quando se associar casos de câncer ao minério aspirado pela população de Vitória e Vila Velha.”