homemcriadoentre o campojurídico e a direitapaulista, se viu emparedado perante a sociedade doente que ajudara a criarnosúltimos 30 anos. Há umexército de mais de 1 milhão de jovens de periferia, 70% negrooupardo (portantonegro) e aguardando uma chance de sermais no “proceder”. Não vai faltarrecrutapara o próximolevante. Melhorprovidenciar as pizzas e xis-picanhas quandonecessário.
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O homemcriadoentre o campojurídico e a direitapaulista, se viu emparedado perante a sociedade doente que ajudara a criarnosúltimos 30 anos. Há umexército de mais de 1 milhão de jovens de periferia, 70% negrooupardo (portantonegro) e aguardando uma chance de sermais no “proceder”. Não vai faltarrecrutapara o próximolevante. Melhorprovidenciar as pizzas e xis-picanhas quandonecessário.
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O homemcriadoentre o campojurídico e a direitapaulista, se viu emparedado perante a sociedade doente que ajudara a criarnosúltimos 30 anos. Há umexército de mais de 1 milhão de jovens de periferia, 70% negrooupardo (portantonegro) e aguardando uma chance de sermais no “proceder”. Não vai faltarrecrutapara o próximolevante. Melhorprovidenciar as pizzas e xis-picanhas quandonecessário.
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Baixamos o manifesto, difundido porcelular e lançado no Yahoo Brasil notícias. A fonte deste mega site é a AgênciaEstado. Expomos abaixo o conteúdooriginal à disposição na Internet e na seqüência vai a análise.
“A população carcerária vem perante os cidadãostentaresclarecer a realidade do sistema carcerário e a conseqüenterevolta ocorrida nosdias 12, 13, 14 e 15 do correntemês. Durantemuitosanos, a Secretaria da AdministraçãoPenitenciária recebeu informações de direções e funcionários das unidades prisionais que tinham atitudes ditadoras sobre sentenciados, muitas vezes geradas poranimosidadespessoaisou, pior, pelaânsia de punir os sentenciados”.
“No dia 11, apesar de há muitoreinar a paz no sistema carcerário, governantes e autoridadesligadas ao sistema realizaram na calada da madrugada a remoção de aproximadamente 800 presos de todas as unidades do Estadopara a unidade de Presidente Venceslau 2. Problemaalgum haveria emrealizar as remoções se não tivessem sido feitassem o conhecimentosequer das direções e de presos, combenefícios montados e queproblemaalgum de disciplina vinham causando nas unidadesemque se encontravam. E pior, na véspera do Dia das Mães. Ressaltamos queimpedir o sentenciado de conquistarumbenefício, sonharcom a liberdade e de receber o amor de seusfamiliares é o mesmoque arrancar-lhes as pernas e braços“.
“A revolta ocorrida se deu por essa atitude egoísta do governo e de autoridadesque visam apenasseusprópriossucessospolíticos e nãopor reivindicações absurdas comotelões e visitas íntimas no RDD como noticiam os periódicos. Esclarecemos que a revolta se deu no sistema carcerário onde os únicos prejudicados somos nós, presos. Quanto ao ocorrido nas ruas, infelizmente houve ações de muitosoportunistasque aproveitando-se da situação acabaram de tirardiferençaspessoaiscontrapoliciaisbemcomo cometeram atos de puro vandalismo. Nada justifica o que aconteceu, muitomenos o pavorque moradores e vizinhos das unidades prisionais e demaiscidadãos sentiram. Porém é importantesalientarquenós sentenciados somos sereshumanoscomanseios, sentimentos e esperanças. Não queremos noseximir de nossas culpas e atos. Porém desejamos quenãonos seja tirado o direito de sonhar, teresperança de uma vidamelhor. E sermos tratadoscomdignidade e respeito“.
Ou seja, o vandalismo, segundo o PCC, de fato seria iniciadoapós a trégua de 2ª ao meio-dia, estipulada a partir da negociação diretacom Marcola, o secretário da SAP, umdelegado da altahierarquia do DEIC e um cel. Da PMESP. Supostamente, a partir daí, os demaisatos de sabotagem e ataques viriam de gentesolta. Talvez “primos”, masnão “irmãos-soldados-lagartos” vinculados à hierarquia do Partido. A trégua foi fruto de negociação, não há dúvida. Mas, se os ataquesnão foram fruto de ordem e determinaçãodireta dos 8 cobras, então a coisa é bempior do que parece.
Istoporque, a insubordinação é uma provacabal da falta de respeitopelosagentes de segurança e polícia do Estado de São Paulo. A ondaviolênciacomo diz a mídia, no momento, passapela perseguição implacável da políciaque opera na noite e madrugadapaulista e região metropolitana, e suacaça e execuçãosumária de “suspeitos”.
Isto tem umnome, chama-se vingança, vendetta, o tal 10 por 1 contra o Cara de Cavaloem 1964. É fatoque os assassinatos caíram durante o 2º governo Alckmin emfunção de uma maiororganização da baixamarginalidade. Se esta cadeia de ordem e comando for rompida, entãounidadescomo a Rota ficarão novamente liberadas paramatar e periga do Partidocomeçar a perder o controle. Isto, se e caso, não puder dar uma respostacabalperantecadaataque da Polícia. É notável a perda de controlepolítico e a retomada da autonomiadecisóriaporparte do aparelhopolicial.
Será que Cláudio Lembo ex-reitor da Mackenzie e ex-secretário de Negócios de Paulo Maluf nãovêisto?! Comcerteza, Lembo sente falta dos bons e velhostempos, com Fleury sujando, Tuma limpando e a moçada do CCC agradando a seuprofessor de direito.
Valeressaltar a posturamaisquesilenciosa do secretário Saulo de Castro Abreu Filho. Nada fez e vêsuacarreiraruir. Ganhará uma frituracomoprêmio, possivelmente nem corre para a Alesp. Não fará falta. A bancadapolicialjá é demasiadogrande, a começarpelo Cel. Ubiratan e o Afanásio.
O desastrepara o Estado iniciou-se na 6ª, quando a cúpula do PCC foi levado a negociarcom o DEIC, de igualparaigual, compizzas, xis, fritas e refrigerantes. Istonão é “mordomia”, mas o reconhecimentocabal da existência do outrocomoOrganização de Força. Estereconhecimentopúblico ratificou o quejá havia no privado, no mundo do sistema prisional e policial. Irracionalidade e babelrepressiva, zorratotalsemmétodo e constantesquebras da cadeia de comando. É isto o que faz o maiorestado da nação, gastando maiscompolícia do quecomsaúde e educação. Tinhaquedar nisso.