que no cargo ficou pelos quatro anos. Nesta charge da Fenapef, o D-G de Tuma está disfarçado de agente de investigação das grandes corporations de telecomunicações.
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O Diretor-Geral que no cargo ficou pelos quatro anos. Nesta charge da Fenapef, o D-G de Tuma está disfarçado de agente de investigação das grandes corporations de telecomunicações.
– Foto:” class=”image”> O Diretor-Geral que no cargo ficou pelos quatro anos. Nesta charge da Fenapef, o D-G de Tuma está disfarçado de agente de investigação das grandes corporations de telecomunicações.
Logo no início da página Estratégia & Análise, havíamos feito uma Nota a respeito da Kroll e suas operações no Brasil, além do contrato desta como “prestadora de serviços especializados” para o banqueiro Daniel Dantas. Dentro da pauleira interna da Brasil Telecom, por sinal co-controlada pelo governo central com a fartura do dinheiro do BNDES, as alegações de Dantas, da Kroll e de Carla Cicco foram algo digno de Alice. Sim, Alice e o mundo mágico de Oz.
Como quase sempre as análises independentes são passíveis de serem confundidas com “ensaio”, expomos agora um trecho de matéria da Folha que, por lapso, esquecemos a data. Após o trecho do texto de Kennedy Alencar, volto com a análise do óbvio
“ KENNEDY ALENCAR – Folha de São Paulo
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A Folha ouviu ontem de um
De acordo com o relato de Holder, o encarregado da CIA contou que o governo não tinha nenhuma questão em curso contra a Kroll ou a Brasil Telecom. No entanto, esse agente teria dito que “pesquisa independente” mostrava que havia, no governo petista, defensores da Telecom Italia, à época rival do grupo Opportunity dentro da Brasil Telecom.
O relatório de Holder -ele próprio ex-agente da CIA- diz que ele também teve conversas com o então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, John Danilovich, e o conselheiro comercial, John Harris.
Além de Lula, o relatório diz que houve conversas diretas e privadas com três importantes membros do governo: o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, e o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
A Kroll foi contratada pelo Opportunity por conta do conflito societário com fundos de pensão brasileiros, o Citibank e a Telecom Italia a respeito do controle da Brasil Telecom.
No relatório de Holder, o senador Romeu Tuma (PFL-SP) e diretor-geral da PF, Paulo Lacerda, são apontados como defensores dos interesses da Telecom Italia contra Dantas.”
É inevitável a observação do envolvimento de altos funcionários da polícia e da inteligência brasileiras com o lobby das telecomunicações. Detalhe, quando lembramos a recorrência da Dow Chemical do Brasil S.A. e o cargo de confiança ofertado a Golbery, não é mera coincidência. É a teoria da porta giratória, ou do jogo duplo dos CEOs. Tuma, o ileso e seu homem de confiança no governo Lula, Paulo Lacerda, o super-tira que nunca atirou em nada nem em ninguém, estão com vínculos mais que orgânicos com uma empresa que é quase mafiosa. Dantas, da mesma estirpe e capacidade de “
No meio de tudo isso, cenário complexo de múltiplos interesses e sem objetivos estratégicos mandatórios da atividade-fim, tudo são névoas e ninguém pega ninguém. Que a Kroll opera como fonte
Quando a Abin infiltra nos Correios para
Conforme dissemos, o escândalo é uma festa da hipocrisia. Qualquer bolsista de política ou relações internacionais com um mínimo de leitura sabe e entende como é o ambiente operacional da chamada “inteligência corporativa”. Se a PF não sabe, como pode não
A propósito: Onde foram
