penico do artista e sua obra é bem distinto do “pinico” citado na música de Pedro Ortaça
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O penico do artista e sua obra é bem distinto do “pinico” citado na música de Pedro Ortaça
– Foto:” class=”image”> O penico do artista e sua obra é bem distinto do “pinico” citado na música de Pedro Ortaça
Esta Nota é a primeira parte de uma fábula contemporânea, um episódio curioso acontecido com um certo analista político atuante no Rio Grande. O problema se deu entre uma das vivandeiras da reação patronal nos pampas, determinada entidade representativa das classes pouco produtivas a qual esta vivandeira defende e está a soldo, e o voluntarioso analista, sempre disposto a uma boa briga, e muitas vezes inconseqüente com sua própria trajetória profissional.
Em um destes debates, chamado a razão da peleia, ate o Sepé foi convocado a
Qual não foi o espanto desse tal analista ao
Tramóia preparada, o Penico da Monocultura entra em ação, através de concentração midiática, de terras, de conversão de capitais e tudo no final das contas, termina no caixa do BNDES, mamando nas tetas do FAT ou agarrando gordos financiamentos do Banrisul. Ah, a publicação de balanços e balancetes oficiais também ajudam a
Como nem tudo está perdido neste estado e cidade, o mesmo bairro que perdera suas praias, mantêm ainda o mitológico Estádio dos Eucaliptos, terreno fértil para outro tipo de carapuça, a dos Sacis Colorados. Caso determinadas vivandeiras achegadas a David Nasser – este, o “repórter” da antiga O Cruzeiro, amigo do detetive Le Cocq e criador da célebre frase 10 por 1 – vestirem de vez a carapuça da Nota, poderão
E que viva no “pinico” o jabá eletrônico da mídia oficiosa!!!
