O debate pretendido nesta página se encontra do outro lado da tela e da rua por onde passa e transita operadores e empresário de comunicação tais como Gabriel Cisneros

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Esta Nota realmente é breve e traz nada mais que algumas reflexões. Por favor, peço que os leitores da página abstraiam dos Cisneros, Civita, Marinho e cia. Vamos à crítica sob a ótica mais à esquerda, apenas isto. Desde já declaro minha preferência por uma TV com algum tipo de vinculo com a rede de comunicação comunitária, como é a Telesur, do que emissoras vinculadas diretamente à repressão à mídia feita pelo povo em si. Explicitada esta posição, proponho a seguinte reflexão:

– a mídia pública pode ser estatal?

– o financiamento da rede de mídia pública não deveria vir dos recursos obtidos pelo sistema impositivo?

– a função de Estado contemporâneo deve ser instrumento de autonomização dos operadores políticos e gestores estatais?

– quais alternativas as redes de comunicação popular podem construir com seus próprios recursos? Ou melhor, pode ser construída uma rede latino-americana com recursos próprios? Ou então, temos de buscar os recursos sugados pelo Estado e aplicá-los em rede na mídia comunitária?

– pode a Telesur ir além da visão instrumentalista da comunicação? É possível fazer isso a partir de um controle estatal?

– por mais que muitos gostemos do conteúdo transmitido, do esforço em gerar identidade Continental, e a gestão interna da emissora, como fica?

São dúvidas levantadas para um debate franco e direto como pretende ser o conteúdo produzido e que por si só é o produto desta página. Detalhe que não custa lembrar, estas são criticas vindas do lado de cá dos fios e microfones de transmissores nem sempre homologados de 25 Watts.

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