O espírito do Repórter Popular vai ao encontro dos históricos semanários de oposição dos anos ’70 e ’80. Fica aqui nossa singela homenagem ao Coojornal, pequeno mas valente, como tantos outros.
Foto:Abaixo está postada a Coluna de Estratégia & Análise no brioso Repórter Popular, Ano 2, No. 05, página 2, que acaba de sair do forno. A imprensa dita nanica, ou alternativa, ou o jornalismo popular, insiste em remar contra a maré, mas não se rende. Na tarde e noite desta 5ª dia 3 de abril, a equipe de redação do Repórter Popular estará “lançando” o jornal
Pampa, eucalipto e mulheres de fibra
Malandragem de papel
A lei brasileira proíbe empresas estrangeiras de possuir terra nos
Laranjas do eucalipto
O resultado da malandragem acima foi a maior concentração nominal de terras da história do Rio Grande. Hoje, os dois laranjas da Stora Enso, João Fernando Borges e Otávio Pontes, são os maiores latifundiários do estado. Na verdade, ambos são funcionários dedicados, que emprestaram seus CPFs para que uma das maiores empresas florestais do mundo avance sobre o território gaúcho, sugando nossos recursos naturais. É pena tanta dedicação para ajudar a vender o país.
Censura, pauleira e virada no Pampa
Na madrugada de 4 de março, 900 mulheres e crianças da Via Campesina ocuparam uma das fazendas da Stora Enso. A Brigada desceu a lenha e até a imprensa foi proibida de registrar a carnificina. A resposta veio na quarta 5 de março, quando mais de 8 estradas foram bloqueadas por sem-terras. Na capital, um ato da Resistência Popular, Catadores e Oi Nóiz atingiram o fígado do governo,
