A partir do segundo turno das eleições de 2014, observa-se a presença da chamada “nova direita”, aproveitando-se de uma dupla janela de oportunidades. Por um lado, há o modelo de mobilização massificada através das redes sociais e plataformas digitais, demonstrado como eficiente na rebelião popular de 2013. Outra janela foi a do que se pode chamar de “remar a favor”, tanto das denúncias da Operação Lava Jato como do agendamento e da difusão pelos conglomerados de comunicação.

Confira o artigo publicado na Revista Eletrônica Internacional de Economia Política da Informação da Comunicação e da Cultura – Eptic | Vol. 20, nº 2, mai.-ago. 2018
ISSN 1518-2487

 

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