Bruno Lima Rocha para Opera Mundi
Trump se especializa em rasgar memorandos de entendimento (já são dois que ele mesmo não respeita) e tornar inúteis rodadas de negociações diplomáticas (como as de 2025 e 2026). A partir de 13 de julho se reinicia o intento de cerco naval ao Estreito de Ormuz e o não reconhecimento, por parte dos EUA, da soberania iraniana sobre suas próprias águas.
O presidente do Império organiza sua marinha como força de ameaça e extratora de riquezas. Por isso a vontade de taxar o trânsito pelo “desvio de Ormuz”, alentando o Sultanato de Omã a trair sua aliança com Teerã. Se Mascate não ceder, a autoridade binacional entre Irã e Omã será soberana nas águas binacionais, mas como tal precisa exercê-la através de força naval.
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