Para Javier Milei, cada momento é a oportunidade para “mostrar serviço” a Trump e ao secretário de Estado de orientação “gusana”.
A Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil (individual), e é o quarto maior se contarmos com a União Europeia. Já o Brasil é o maior comprador de produtos manufaturados e industrias do vizinho Hermano. São os dois pilares do Mercosul e deveriam ter relações de Estado, buscando o desenvolvimento mútuo além da soberania e estabilidade política em toda a América Latina e Caribe, com ênfase na América do Sul e do chamado Cone Sul.
Ao que parece, o titular da Casa Rosada, o economista com sérios problemas de equilíbrio emocional e operador de luxo de empresários como Eduardo Elsztain e fundos como Blackrock, se dedica a estabelecer as condições opostas. Para Javier Milei, que além de “peculiar” é um indivíduo perigoso e com a mesma estatura moral de Donald J. Trump, Marco Rubio e outros elementos de duvidosa conduta da extrema-direita, cada momento é a oportunidade para “mostrar serviço” ao titular da Casa Branca e o secretário de Estado de orientação “gusana”.
Milei como cabo eleitoral do neofascismo brasileiro foi um desastre e segue sendo. No sábado 25 de julho, em São Paulo, o presidente da Argentina ofendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com, entre outros termos, “presidiário”. Além disso, chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator da trama golpista, de “lixo careca”.
