Dando sequência nesta série das “lições” do Irã para o continente latino-americano, neste curto artigo observamos as relações exteriores da República Islâmica.
Acredito que esta seja a “lição” mais dura e duradoura. Após a vitória da revolução nacional que culmina na proclamação da república como hoje se conhece, a orientação mais premente seria a de busca pela normalização das relações internacionais no espaço da Ásia Ocidental. Seria o “caminho mais prático”, normalizar a partir do trânsito compartilhado com as rotas de óleo e gás pelo Estreito de Ormuz e seguir em busca de novos mercados para o petróleo cru iraniano. Apesar do Golfo Pérsico ter permanecido com suas rotas abertas para a exploração imperialista até março de 2026, todas as demais partes de “normalização” não ocorreram.
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