triste lembrança, Artur Bernardes, o presidente que governou sob Estado de Sítio e foi o responsável pela Clevelândia, gulag brasileiro, empresta o nome mão município que abriga a cárcere do RDD. Nada mais justo, o nome de um ex-presidente autoritário e amigo da Ford Motors Co. batizando a nova fábrica de violência social não transformadora.
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De triste lembrança, Artur Bernardes, o presidente que governou sob Estado de Sítio e foi o responsável pela Clevelândia, gulag brasileiro, empresta o nome mão município que abriga a cárcere do RDD. Nada mais justo, o nome de um ex-presidente autoritário e amigo da Ford Motors Co. batizando a nova fábrica de violência social não transformadora.
– Foto:” class=”image”> De triste lembrança, Artur Bernardes, o presidente que governou sob Estado de Sítio e foi o responsável pela Clevelândia, gulag brasileiro, empresta o nome mão município que abriga a cárcere do RDD. Nada mais justo, o nome de um ex-presidente autoritário e amigo da Ford Motors Co. batizando a nova fábrica de violência social não transformadora.
Pedindo licença aqui no mundo virtual e citando a fonte, reproduzo um trecho do artigo publicado no Noblat em 16/05/2006 por Luís Roberto Barroso, 48, é professor de direito constitucional e advogado:
“ Para si, a classe dominante brasileira reservou a apropriação privada do Estado e a imunidade trazida por uma cultura de absoluta impunidade para os crimes que pudesse
Bem, sinto-me satisfeito com esta definição. Suei dois anos em uma dissertação de mestrado no tema e não consegui
Enquanto isso, dentro do aparelho policial, é zorra total. Após a “trégua” de Marcola e os outros 7 cobras na pizzaria do DEIC, o IML se cala e as “forças da ordem” soltaram seus dedos ligeiros. Crime de classe, o Estado contra os suspeitos da classe excluída. É a barbárie, pura e simples, como disse o Noblat. É a guerra de classes sem uma “guerra fria” no meio e Carlos Marighella sendo caçado pelas ruas de São Paulo. Agora a guerra e geral, do Estado contra todos os “suspeitos”. As polícias agindo em defesa própria. Defendendo suas vidas, interesses diretos e o privilégio dos seus comandantes civis e militares.
E, no meio de tudo isto, incluindo as crises de franqueza e sinceridade do Dr. Lembo, a histeria do Datena na TV Bandeirantes e o pânico da mídia que não investiga, vários “especialistas” tentam
Agora, não adianta mais
Bem, porque a equidade da repressão prevê isonomia punitiva. Traduzindo: pau que der em Chico terá de
Segundo a classe do criminoso, o autor da obra é transferido. Se engravatado e com movimentação financeira líquida e de risco (leia-se: jogatina digital), vai para Brasília com emenda, contrato de licitação vitorioso, CC ou mandato. Se desdentado, vai para um dos estabelecimentos penais dos governos dos estados.
Do jeito que a coisa vai, vamos
