Bruno Lima Rocha

O Brasil está vivendo seus dias prévios ao primeiro turno das eleições gerais de 2026 e explicitamente, um dos dois países mais poderosos do planeta (Estados Unidos), intenta influenciar diretamente tanto o resultado do pleito como os marcos do processo decisório do governo que venha a assumir em 1o de janeiro de 2027.

Um dos candidatos favoritos, o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) teria convidado o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (chanceler do governo Trump 2), a criar uma equipe de transição conjunta binacional. Na prática, é admitir uma subordinação direta, sem travas, sem eufemismos e nem pudor algum.

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