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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

Um governo isolado de si mesmo

A posição do governo está cada vez mais difícil. Lula se isola de seu próprio Partido, ancora seu mandato em ministros que, afora Palocci, pouco ou nada tem a ver com a trajetória histórica do PT nos últimos 25 anos. Não foram eles que chegaram ao poder, mas sua participação é cota a ser paga aos setores de sempre, ao menos aqueles que não estão na oposição. Enquanto isso, Herr Bornhausen e o senador Faixa-Preta Arthur Virgílio deliram com tanta burrada.

Lula e o PT já não são a mesma coisa. Nem Lula e seu setor interno o Unidade na Luta, conhecido para a massa como Campo Majoritário. É a briga entre o capa-preta e o líder carismático. O capa é Dirceu, o homem carismático, Lula. Luiz Inácio sem Dirceu e o PT é apenas um político com talento para a comunicação, mas muito vacilante, sem vontade nem clareza política para a briga. Não se acerca nem dos antigos aliados, parceiros de todas as horas, como os sindicalistas Vicentinho e Meneguelli. Triste mesmo é saber que a estrutura dos sindicatos cutistas, a participação dos fundos do FAT e os projetos oficiais e semi-oficiais foram o embrião da corrupção endêmica que se alastrou PT adentro.

Agora, que a casa caiu, Lula de isola e bane a Dirceu, que está irritadíssimo e aumenta a sangria de um governo que já foi seu. Para piorar, toda semana a Veja convoca um novo escândalo. Mais um pouco vai “Marchar com Deus pela Democracia”. E pensar que toda a extrema-esquerda chiava da palermice de Jango, que não governava nem evitava o Golpe. Realmente, o povo brasileiro é muito azarado. Jango pouco ou nada fez para evitar o Golpe assim como Lula pouco ou nada faz para governar com o povo e para o povo.

A semana inicia com os dólares de Cuba ameaçando a probidade de um governo já notoriamente corrupto. Antes a acusação foi de dinheiro das FARC e por aí vai. Quem conhece o PT por dentro sabe que eles querem é distância da FARC e mesmo de Fidel. Preferiram o dinheiro da Odebrecht, que começou a jorrar a partir de 1993.

Bem que César Benjamim avisou e gritou. Agora, não adianta a choradeira.

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