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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
Programa Periscópio da Mídia 21 de abril de 2011


Focando em Mídia e Política e nas relações de trabalho do jornalismo brasileiro agora sem o reconhecimento da profissão, o Programa toca nas feridas abertas da democracia plutocrática brasileira, tal como representado na ilustração acima.

HIPERLINK para ouvir e baixar o programa

O programa da Rádio Unisinos FM “Periscópio da Mídia – a indústria da comunicação social de cabeça baixo” desta quinta-feira (21 de abril) discutiu, dentre outros temas, a relação entre a mídia e a política, em especial no que tange aos limites do jornalista em avançar sobre determinados assuntos num processo político-eleitoral, além de mais exemplos de desrespeito à legislação, o que traz à tona mais uma vez a necessidade de regulação da Comunicação Social no Brasil, e sobre a quantidade de demissões de jornalistas no país.

Para dar início às discussões do programa, tem-se a veiculação de um trecho de entrevista realizada por Eduardo Menezes com a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Maria Helena Weber, que fala sobre o limite ético na hora de se atingir um alvo durante a campanha eleitoral.

Os jornalistas Anderson Santos e Eduardo Menezes comentaram a utilização dos meios de comunicação nas últimas eleições como forma de garantir um padrão estético que cada vez mais se parece com o que se vê na mídia comercial. Além do uso das redes sociais pelos candidatos, seguindo o exemplo da campanha do presidente estadunidense Barack Obama.

Comentou-se também a atual situação da Comunicação Social no Brasil, em especial no caso da televisão, em que houve destaque para a importância de assistir a TV Brasil, uma emissora estatal utilizando uma concessão pública. Num contexto da Fase da Multiplicidade de Ofertas, em que se destaca o uso da Internet como um elemento de convergência midiática e de se afastar das mídias ditas tradicionais.

O segundo bloco do Periscópio voltou a tratar de denúncias que ligam personagens políticos à propriedade de meios de comunicação, com o caso da “afiliação oculta” até mesmo para a própria Rede Globo. Segundo denúncias que partiram de blogs paraenses, o ex-senador Jader Barbalho teria desde 2001 50% da rádio e da TV Tapajós, retransmissora da Globo na cidade de Santarém.

O Periscópio discutiu também a flexibilização da profissão de jornalista com a notícia do site Comunique-se que 243 jornalistas foram demitidos em menos de quatro meses deste ano, com “destaque” para os 150 demitidos da TV Cultura, emissora público-estatal vinculada à Fundação Padre Anchieta, ligada ao Governo de São Paulo.

Para encerrar o programa, uma entrevista realizada com a professora Dóris Haussen, da PUC-RS, que fala um pouco do contexto histórico dos meios de comunicação, com foco na utilização do rádio durante os governos Vargas, no Brasil, e Perón, na Argentina.


HIPERLINK para ouvir e baixar o programa



PROGRAMA
O “Periscópio da Mídia – a indústria da comunicação social de cabeça baixo” é produzido e apresentado pelo Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Sociedade (Cepos), que está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos-RS) e é coordenado pelo professor Valério Cruz Brittos. A Capes, o CNPq, a Fundação Ford e a FAPERGS são as entidades que apoiam este projeto - apoio este conseguido através da aprovação em editais das entidades, resultado da elaboração de projetos.

O programa em 2011 é conduzido pelos jornalistas Anderson Santos, Bruno Lima Rocha e Eduardo Menezes, mais Cláudio Cunha Santos na técnica, e é transmitido todas as quintas-feiras às 20h na Rádio Unisinos FM 103.3, com retransmissão às 21h do domingo, e no site www.unisinos.br/radio. O programa é distribuído para ser baixado pela Internet, podendo ser retransmitido em rádios comunitárias e livres.

Para se comunicar com a equipe do programa, enviando sugestões de pautas e formatos, críticas e reclamações, é só enviar e-mail para aqui./ Mande a sua sugestão de pauta e nos ajude na construção do programa.


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